10/03/2017

Sr. do Bonfim recebe a 7ª edição do Rally Transbahia de moto

 

Etapa válida pelo Campeonato Brasileiro de Enduro de Regularidade, o Rally Transbahia de motociclismo acontecerá nos próximos dias 1º e 2 de abril, com a promessa de receber os melhores pilotos do país no torneio.

“Sem sombra de dúvida, será uma das edições mais técnicas de todas já realizadas. No primeiro dia, destaque para as trilhas da Pedra Sabão, Trilha das Piabas e, principalmente, para a Trilha da Ambulância. No segundo dia, a prova já começa a ‘todo vapor’, com a Subida da Maravilha (apenas para os pilotos das categorias  master e sênior) e Trilha do Gado Bravo. No retorno, a parte final do trajeto poderá pegar muitos pilotos de surpresa e, certamente, irá separar os homens dos meninos”, afirmou José Carlos, o Zé do Rádio, organizador do Transbahia.

A disputa será em dois dias, com largada e chegada em Senhor do Bonfim, passando por Jaguarari e Campo Formoso. As inscrições podem se feitas no site do evento (clique aqui).

A etapa para carros, UTVs e quadriciclos da Trasnbahia será realizada apenas entre os dias 1 e 3 de junho.

Sento Sé: Mão de obrado Complexo Eólico é majoritariamente da Bahia

Com relação às vagas de emprego nas obras do Complexo Eólico Campo Largo, a ENGIE informa que tem priorizado a contratação de mão de obra das cidades sedes do empreendimento, Umburanas e Sento Sé.

As empresas parceiras, responsáveis pela contratação, também têm recebido esta orientação, selecionando pessoas qualificadas para a execução das tarefas. “Este processo seletivo é realizado por meio de análise de currículos, cadastrados no banco de dados da ENGIE, independente de indicação política ou de qualquer outra natureza, pois Profissionalismo é um dos Valores da empresa. Também são levados em conta a experiência e qualificação da mão de obra disponível”, afirma Márcio Daian Neves, gerente de Projetos Eólicos da ENGIE Brasil Energia.

Ao longo do período de implantação do empreendimento está prevista a geração de aproximadamente 600 empregos diretos, além de empregos indiretos. Desde o início da obra, em outubro de 2016, 451 colaboradores foram contratados. Destes, 46,6% são das cidades de Umburanas e Sento Sé, 26% de outros municípios da Bahia e 27,4% de outros estados. “Diante da grande demanda por empregos na região a empresa não tem como garantir vaga para todas as pessoas que buscam uma oportunidade”, comenta Neves.

Sobre o número de pessoas de Sento Sé atuando no canteiro de obras, o gerente explica que não pode ser feita uma simples relação de área territorial e empregos. “O Complexo Eólico Campo Largo tem sua maior parte no município de Sento Sé, mas as comunidades mais próximas são, em sua maioria, de Umburanas. O próprio centro urbano de Sento Sé fica a 5 horas de viagem das obras. Todavia as comunidades de Campo Largo, Alegre e Brejo da Brásida, todas de Sento Sé, estão em nosso foco de priorização”, afirma o gerente.

Capacitação de Mão de Obra

Além de oportunidades de trabalho, a ENGIE tem trabalhado na qualificação da mão de obra da região com o Programa de Integração e Capacitação de Mão de Obra Local. Em parceria com o SENAI de Juazeiro, a empresa já realizou três cursos de iniciação profissional em Umburanas e Sento Sé, em que 150 pessoas foram capacitadas para trabalhar como carpinteiros, pedreiros e armadores de ferragens. Novas turmas estão previstas para iniciar em março.

“Esses cursos oferecidos pela ENGIE não garantem empregos, mas aumentam a empregabilidade das pessoas, o que é fundamental para buscar uma colocação no mercado de trabalho, em especial, num momento de forte retração da economia e dos empregos”, finaliza Neves.

A ENGIE ressalta a importância da obra do Complexo Eólico para a região, já que o empreendimento tem contribuído para movimentação da economia das cidades sedes e localidades circunvizinhas e se coloca à disposição de todos para demais esclarecimentos.

Calmaria nos municípios baianos

Nunca na vida se viu tanto dinheiro entrar nos cofres das prefeituras como as de Uauá, Curaçá, Pilão Arcado, Remanso, Campo Alegre, Casa Nova e Juazeiro. Isso em comparação aos anos anteriores.

O pior que tem prefeito cara lisa querendo enganar o povo e o funcionalismo em dizer que não tem dinheiro pra nada. O pior que ainda diz que não fez nada pelo município por causa do antecessor fazendo contratos fraudulentos para cumprir acordos escusos de campanha.

Falta de chuvas pode levar ao aumento do uso de termelétricas, diz comitê

A falta de chuvas poderá levar ao aumento do uso de usinas termelétricas, significando uma elevação no custo da geração de energia nos próximos meses. A conclusão é do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE), que se reuniu nessa quarta-feira (8), em Brasília. No entanto, o grupo decidiu, no momento, não acionar usinas térmicas adicionais.

A energia produzida por termelétricas é mais cara do que a gerada pelas hidrelétricas, por exemplo. Quando usinas térmicas mais caras têm que ser usadas para garantir o suprimento de energia para o país, são acionadas as bandeiras tarifárias amarela e vermelha, que significam um adicional na tarifa de energia dos consumidores.

Durante a reunião, o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) destacou que não há previsão de fortes chuvas nos próximos 30 dias nas principais bacias do Sistema Interligado Nacional. Conforme avaliação do ONS, o risco de déficit de energia em 2017 é igual a 0,3% e 0,0%, para os subsistemas Sudeste/Centro-Oeste e Nordeste, respectivamente.

Sobradinho

Na reunião de hoje, o ONS sugeriu recomendar aos órgãos competentes nova redução na vazão do reservatório de Sobradinho, para preservação dos estoques armazenados e garantia da segurança hídrica da região. Atualmente, a vazão mínima está em 700 metros cúbicos por segundo.

Para o CMSE, os reservatórios da região têm papel fundamental na mitigação dos riscos de indisponibilidade e de baixa qualidade da água aos usuários do Rio São Francisco, principalmente em situações de escassez como a atual. Segundo o comitê, o atendimento eletroenergético no Nordeste está garantido a partir de outras fontes de geração e pelo Sistema Interligado Nacional.

Horário de Verão

O CMSE também definiu hoje que o Ministério de Minas e Energia e o ONS vão aprofundar os estudos sobre o impacto do horário de verão no sistema elétrico brasileiro, considerando as mudanças no perfil e na composição da carga. Segundo o governo, na edição de 2016/2017, o horário de verão possibilitou uma economia de R$ 159,5 milhões, decorrentes da redução do acionamento de usinas térmicas durante o período de vigência da medida.

Roraima

O grupo de trabalho criado pelo CMSE na última reunião para avaliação do suprimento de energia elétrica a Roraima informou que irá analisar alternativas que contribuam para aumentar a confiabilidade, a segurança e a eficiência do suprimento de energia à região, no curto, médio e longo prazos. Serão analisadas opções de expansão da geração na região, para reduzir ou até mesmo substituir geração a diesel, incluindo avaliação de fontes eólica, biomassa, solar e hidrelétrica.

O Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico tem o objetivo de acompanhar a continuidade e a segurança do suprimento eletroenergético no país. Participam do grupo representantes de órgãos como o Ministério de Minas e Energia, o ONS, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).

 

Fonte: BN/Ação Popular/O DiáriodaRegião/Municipios Baianos

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