06/04/2017

Filipe Lorenzo apresenta show do disco Odisseia Baiana no Pelô

 

O cantor e compositor Filipe Lorenzo realiza show concorrente em quatro categorias ao Prêmio Caymmi de Música nesta quinta-feira (06), no Sesc Senac Pelourinho, às 20h. O show é resultado do disco independente de estreia do artista intitulado Odisseia Baiana, nome de uma das canções do disco. Música premiada como melhor canção, também no premiado pelo Caymmi em 2015.

Em sua Odisseia Baiana, trabalho lançado em outubro de 2016 e que se encontra em criação perene, canta em música homônima que "Não adianto o tempo", para em seguida declarar: "Não perco a viagem de ser farol". Farol este que o conecta a ancestralidade, ao amor e a si. Conhecimentos que se transformam em "Tesoura do Desejo", pelo simples desejo de mudar.

O primeiro álbum independente dele está disponível nas plataformas digitais de música. Com onze faixas, o disco tem direção musical de Paulo Muttti e tem como marca a valorização forte da composição autoral. No show, que terá a presença da comissão julgadora do II Prêmio Caymmi de Música, ano 2017, Filipe Lorenzo lançará duas novas músicas: Diálogo e Ogan Mirim.

"O disco é uma grande viagem acerca da minha carreira e das influências musicais. Odisseia é um trabalho que traz uma concepção de música viva, aberta às linguagens e identidades trazidas pelas pessoas que passaram pelo projeto", descreve Lorenzo a respeito da concepção do disco, que traz em seus arranjos referências do rock ao samba, do jazz aos ritmos afrobaianos.

O álbum reúne canções autorais de Lorenzo, parcerias com jovens nomes da música baiana - Thiago Lobão, Davi Correia, Daniel Farias, Ian Lasserre, Danilo Fonseca e Gil Camara -, releituras de Gilberto Gil (Serafim) e Alceu Valença (Tesoura do Desejo), ícones da Música Popular Brasileira, e uma canção inédita da dupla de cantores e compositores baianos Antônio Carlos e Jocafi - Mirê-Mirê.

O conceito do álbum é inspirado numa jornada: o percurso de um herói que não vai sozinho, mas acompanhado, passando pelo amor, conflito, solidão e festa. O show tem direção artística da Nave - Plataforma de Lançamento, dos atores e produtores culturais Talis Castro e Daniel Farias.

Com direção musical de Paulo Mutti, que também assume guitarras e violão, o show conta ainda com os músicos Bruno Aranha (piano elétrico), Fábio Gonçalves (baixo) e Sebastian Notini (bateria). O Odisseia Baiana terá participações de Bruna Barreto, Gabriel Rosário e outras que fizeram parte das gravações do álbum. A produção executiva é de Edmilia Barros.

O Caymmi de Música é uma realização da Via Press Comunicação e tem patrocínio da Vivo e do Governo do Estado através do programa Fazcultura, das secretarias da Fazenda e de Cultura do Estado da Bahia.

  • SERVIÇO

Filipe Lorenzo - Show Odisseia Baiana

Data: 06 de abril

Horário: Às 20h

Local: Teatro Sesc Senac Pelourinho

Ingressos: R$ 20 (inteira), 40% de meias disponíveis

Edson Gomes e Jeremias Gomes apresentam na Concha o show "Tal Pai Tal Filho"

A Concha Acústica do Teatro Castro Alves (Campo Grande) recebe na próxima sexta-feira (07), a partir das 17h, com show Tal Pai, Tal Filho, onde Jeremias Gomes convida para dividir o palco com seu maior ídolo, Edson Gomes e Rodrigo Picolo (Mato Seco). A abertura fica por conta da banda santo-amarense, Dissidência. O show é da turnê que Jeremias vem realizando e que iniciou em Fortaleza, com sucesso de público.

Acostumado com o meio musical desde pequeno demonstrava interesse pelo Reggae, sendo inevitável não seguir o laço sanguíneo, e sempre pedia de presente discos de vinis, CDs e fitas cassetes do segmento. Seus preferidos eram os álbuns Exodus (Bob Marley), Smash Hits (Steel Pulse), Mixed Up Moods (Jacob Miller). Além da influência direta de seu pai.

Jeremias ficou conhecido pelo público por fazer parte da banda Cão de Raça, como back vocal, onde iniciou aos 19 anos. E agora, os fãs do Reggae conhecerão o lado cantor deste jovem de 24 anos, que investi num repertório alegre e romântico, mas sem abandonar os questionamentos sociais. Para esta nova fase, aposta na canção "Razão para Viver", composição de Edson Gomes, para encantar o público.

Jeremias diz que a emoção em tocar ao lado de seu pai na Concha é enorme: "Pra mim é uma sensação indescritível, pois desde pequeno frequento a Concha e presenciei meu pai se apresentando lá, em muitos eventos, e sempre sonhei com um momento deste... Porque a Concha é o lugar de grandes estrelas brilharem!".

Edson Gomes

Retornando ao palco da Concha Acústica após dez anos sem se apresentar lá, o cantor e compositor Edson Gomes, que completa 30 anos de carreira, possuí uma discografia de sete CDs de carreira; sendo seis gravados em estúdio, e um CD ao vivo que se transformou em DVD, gravado em 2005 na capital baiana. Edson promete matar a saudade dos fãs, nesta participação com seu filho.

  • SERVIÇO

TAL PAI, TAL FILHO

Jeremias Gomes, Edson Gomes, Rodrigo Picollo (Mato Seco) e Dissidência

Data: 6ª feira, 07 de abril de 2017, às 17h.

Local: Concha Acústica do Teatro Castro Alves, Campo Grande, Salvador/Bahia.

Valor: R$ 80 (pista/inteira) e R$ 160 (camarote/inteira)

CLASSIFICAÇÃO: livre

OUTRAS INFORMAÇÕES: (71) 99379-9228

"Galeria Entre" é inaugurada com obras de artistas baianos

Pode entrar: a Galeria ENTRE abre as suas portas nesta quinta-feira (06), em Salvador, para exibir e ressignificar as criações de cinco artistas/grupos de diferentes linguagens, convidados para conceber obras em ambientes distintos (Sala, Quarto, Cozinha, Banheiro e Área de Convivência) através das informações não verbais presentes em uma wearable art. Quem faz o convite é o designer de moda baiano Alexandre Guimarães, diretor artístico do projeto ENTRE e criador das indumentárias fornecidas aos artistas, que servirão como catalizadoras das obras elaboradas. Decidindo ou não utilizar diretamente os vestuários em suas criações, a ideia é que cada artista se expresse a partir da contaminação entre linguagens, propondo um hibridismo gerado pela descentralização do processo criativo.

Com entrada franca, a Galeria ENTRE estará aberta ao público a partir do dia 06 de abril e até o dia 07 de maio, sempre de quarta a sábado, das 14h às 20h, e aos domingos, das 14 às 18h, numa casa do boêmio bairro do Rio Vermelho. A inauguração do dia 06/04, aberta a todos, será às 20h.

O projeto foi contemplado pelo Edital 06/16 Setorial de Artes Visuais e conta com apoio financeiro do Governo do Estado, através do Fundo de Cultura das Secretarias da Fazenda e de Cultura do Estado da Bahia. Além dos ambientes que recebem as instalações inéditas, a Galeria ENTRE contará com um espaço para exibir o resultado da primeira versão do projeto (realizada em 2015 num formato diferente) e promoverá uma programação de shows, performances e encontros cuja agenda semanal poderá ser conferida no site do projeto (www.galeriaentre.com).

Diálogos

A indumentária de Alexandre Guimarães é o fio condutor, um objeto significativo e mediador cujo objetivo bastante diverso (e não revelado aos convidados do processo) recai sobre a promoção de diálogos imprevisíveis entre os artistas e suas idiossincrasias. São eles: Pablo Cordier e João Oliveira (artistas visuais que trabalharão juntos no "Quarto"), Gilberto Monte (compositor, produtor musical e artista multimídia responsável pelo "Banheiro"), Orlando Pinho (artista de múltiplas linguagens artístico-contemporâneas com intervenções na poesia, na música e na arte em geral, da "Área de convivência"), Paula Lice (atriz, diretora e dramaturga, que ficará responsável pela "Sala") e Ebomi Regina de Iemanjá (Filha de santo de Mãe Menininha, pesquisadora da religião afro-brasileira e uma das Ebomis do Terreiro do Gantois, responsável pela "Cozinha").

Apesar de ter laços estreitos com a moda e seus modos, o projeto ENTRE não tem qualquer relação com a indústria da moda ou seu mercado consumidor. As peças envolvidas no projeto são híbridas e mutáveis; têm como referência a ideia de trabalho em processo e se constroem a partir da matéria prima de tecidos de fibras naturais (algodão, linho e seda) e não tecidos (plastificados, feltros e similares), tiras recortadas, forradas, bordadas, arrematadas por viés ou inacabadas. A roupa passa a ter caráter de elo para os indivíduos envolvidos no projeto. Ela possibilita encontros e histórias não pré-estabelecidas são contadas. E somente quem aceitar ao convite de Alexandre e decidir entrar no processo que será dividido a partir do dia 06 de abril poderá viverá tudo isso de perto.

Histórico

O projeto "ENTRE: Objetos para vestir, diálogos sensíveis" teve a sua primeira edição em 2014, quando foi contemplado pelo Edital de Artes Visuais do Fundo de Cultura do Estado da Bahia 2012.

 

Fonte: Ascom secultBa/Municipios Baianos

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