20/06/2017

Feira: Copa 2 de Julho não pode ser realizada no Jóia

 

Atendendo a uma recomendação técnica da empresa responsável pela manutenção do gramado, o Estádio Alberto Oliveira não pode ser utilizado para a realização da Copa 2 de Julho. O certame ocasiona muitos jogos em um curto espaço de tempo, contrariando, portanto, o “descanso” que o campo deve ter entre partidas, conforme explicações do diretor de Esportes da Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer, Emerson Brito.

“Deve-se considerar também que o estádio tem sido usado para coletivos e jogos do Fluminense de Feira de Santana, que no momento é prioridade para a utilização do Jóia da Princesa”, acrescenta o diretor de Esportes.

Emerson Brito salienta que, se a Copa 2 de Julho fosse realizada no Alberto Oliveira, o gramado do estádio seria utilizado durante toda uma semana, o que contraria radicalmente a recomendação da empresa que faz a manutenção.

Sedeso promove Arraiá do Feira Produtiva, em Feira

O Arraiá do Feira Produtiva, projeto da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedeso), leva produtos produzidos por empreendedores da economia solidária para exposição e comercialização no Mercado de Arte Popular (MAP) durante os festejos juninos. Realizada pela primeira vez, a mostra começou nesta segunda-feira, 19 e segue até 24 de junho, diariamente das 9h às 17h.

O projeto Feira Produtiva visa incentivo à geração de trabalho e renda através de empreendimentos a partir de cursos e oferta de equipamentos necessários para o desenvolvimento da produção em forma de cooperação por grupos de pessoas com as mesmas afinidades. Assim desenvolvem suas potencialidades e aptidões produzindo alimentos, artesanatos ou produtos de cama, mesa ou vestuário, para sustento próprio e independente.

O coordenador do projeto Feira Produtiva, João Bosco, explica que durante o Arraiá do Feira Produtiva são comercializadas comidas típicas, licores e artesanatos dos empreendimentos da economia solidária, com preços bastante atrativos já que não passam por mãos de atravessadores.

Para animar o evento, que for visitar o Arraiá também terá a oportunidade de se divertir ao som de músicas juninas ao vivo, diariamente das 10h às 14h, no palco do Mercado de Arte Popular.

São João: preços atraem consumidores de outras cidades ao Centro de Abastecimento

São João é sinônimo de festa e fartura. Milho, amendoim e laranja são produtos tradicionais e indispensáveis na mesa da maioria dos feirenses. No Centro de Abastecimento, maior entreposto comercial da região, apesar da seca, os preços estão convidativos e atraindo até consumidores de outros municípios.

Juazeiro e Santo Antônio de Jesus. É desses municípios que vem a maior parte dos produtos juninos vendidos no Centro de Abastecimento de Feira. Da região, apenas Irará e Coração de Maria também fornecem esses produtos ao CAF.

Como é de se esperar, os comerciantes constatam um considerável aumento das vendas nos dias que antecedem a festa. O vendedor José Carlos está feliz com a procura pelo milho. “E ainda tem muito milho chegando”, informa.

Cem milhos sai por R$50,00. O amendoim, um dos itens mais procurados do período junino, custa entre R$ 8,00 e R$ 10,00, o balde. A laranja é encontrada por R$12,00, o cento.

Se andar mais um pouco, o consumidor pode até encontrar preços um pouco mais baixos, o que atrai até gente de outros municípios. A aposentada Maria de Oliveira, moradora da cidade de Baixa Grande, veio fazer compras e ficou satisfeita com a qualidade dos produtos e dos preços encontrados no Centro de Abastecimento. “Aqui a gente encontra de tudo e os preços estão muito bons”, constata.

Prefeitura de Feira esclarece sobre Centro de Abastecimento e inaugura nova estrutura na maior feira livre da cidade

Não há, absolutamente, qualquer ação da Prefeitura de Feira de Santana com o objetivo de expulsar comerciantes do Centro de Abastecimento, maior entreposto comercial do interior do Nordeste. O esclarecimento está sendo feito pelo secretário municipal de Trabalho, Turismo e Desenvolvimento Econômico, Antonio Carlos Borges Junior, acerca de nota publicada neste domingo pelo Bahia Notícias.

"O que está sendo realizado pelo Governo Municipal no Centro de Abastecimento nada tem a ver com expulsão de feirantes. Ao contrário, nós estamos revitalizando o espaço com uma grande obra, que vai beneficiar a todos eles", diz o secretário.

Ele se refere ao Centro Comercial Popular, um investimento superior a R$ 50 milhões, viabilizado por uma Parceria Publico-Privada. O equipamento que está sendo construido no local, com capacidade para acomodar mais de 1.800 feirantes hoje espalhados pelas ruas do centro da cidade.

Com a obra, uma das maiores da história da cidade, o Centro de Abastecimento terá um novo e poderoso atrativo. As projeções indicam aumento significativo do fluxo de público no local, o que vai impactar nas vendas dos mais diversos produtos.

Em relação a movimentação de algumas pessoas na noite passada em área onde a obra está sendo realizada, o secretário explica: "estamos colocando uma proteção para os transeuntes. Para tal, iremos demolir um banheiro em desuso, que estava sendo utilizado como ponto de viciados em drogas. Há políticos interessados em criar obstáculos para esta importante obra, orientando mal essas pessoas e tentando criar factóides na imprensa".

Conforme o secretário, os ataques com conotação político-partidária estão sendo superados pelo trabalho. "Querem impedir que seja viabilizado ali um novo centro comercial para geração de emprego e renda para milhares de pessoas",  afirma.

Enquanto isso, o Governo inaugurou neste domingo uma moderna central de venda de carnes e laticínios na Feira da Estação Nova, a maior da cidade. São centenas de feirantes beneficiados com a obra de R$  1 milhão e 800 mil. O tradicional comércio de carnes passa a ter boxes organizados, não mais barracas, com balcões refrigerados, atendendo as normas da portaria federal 314, que dispõe normas para a venda de carnes.

Borges Júnior lembra que a mesma intervenção já havia sido executada no galpão de carnes do Centro de Abastecimento, há mais de um ano, mudando radicalmente as condições de higiene do local e ampliando clientela. O prefeito José Ronaldo pretende construir a mesma estrutura nas demais feiras livres de Feira de Santana, a exemplo da que funciona no bairro Sobradinho.

De acordo com o secretário, "um gestor que investe na organização, segurança e higiene dos entrepostos comerciais populares da cidade não tem, jamais, como objetivo, prejudicar a feirantes".

Passeio de trenzinho chama atenção das pessoas sobre a Doença Falciforme

Ao completar um mês de vida, a pequena Júlia Silva foi diagnosticada como portadora da anemia falciforme. Hoje, aos três anos, ela leva uma vida normal. Porém, sofre fortes dores nas articulações. O diagnóstico da doença foi obtido através do Teste do Pezinho.

Nesta segunda-feira, 19, o Centro Municipal de Referência à Pessoa com Doença Falciforme promoveu um passeio de trenzinho para as crianças assistidas como forma de chamar a atenção da sociedade para essa patologia, que é ocasionada pela alteração genética na hemoglobina – proteína responsável em absorver e transportar o oxigênio no sangue e liberá-lo no tecido.

“Esse passeio é para chamar a atenção da sociedade para essa doença e para a importância do diagnóstico e tratamento prévios”, afirmou a coordenadora do Centro de Referência, Luciana Brito.

Os portadores da doença apresentam fortes dores nos ossos, músculos e articulações, cansaço, tem anemia, olhos amarelados (icterícia), insuficiência renal aguda, feridas (úlceras). Em crianças pode haver edemas nas mãos e pés.

O diagnóstico pode ser feito no bebê logo após o nascimento, através da triagem neonatal - “Teste do Pezinho” - e, quando adulto, pelo exame de eletroforese de hemoglobina.

A programação pelo dia de conscientização terá continuidade nesta terça-feira, 20, no distrito de Jaíba, com uma ação para coleta de amostras de sangue. “Há registros da doença no distrito. Portanto, iremos realizar essa ação para detecção de possíveis casos da doença, garantindo o acesso do portador da anemia ao serviço de saúde”.

Centro de Referência à Pessoa com Doença Falciforme funciona no Centro Social Urbano (CSU), funciona de segunda a sexta-feira. Conta com vários profissionais entre hematologista, neuropediatra, clínico, nutricionista, equipe de enfermagem, serviço social e fisioterapeuta.

 

Fonte: Secom PMFS/Municipios Baianos

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