29/06/2012

BAHIA: Não tem como explicar

 

O negócio no mínimo suspeito a contratação da empresa de Jorge Portugal pela SEC, não só por ter ocorrido sem licitação bem como pelo valor exorbitante que o Estado está pagando. A situação pode chegar ao Ministério Público.

Já Jorge Portugal tem passado situação vexatória para explicar contrato de mais de R$ 1,59 milhão com o governo baiano e que tem como objeto 384 “aulões” a estudantes do 3º ano do Ensino Médio.

Como se sabe, a empresa dele, a Abais, foi contratada sem licitação, com  a justificativa do governo afirmando que a transação se deu provocado pela greve na rede.

Deram a perguntar ao professor os motivos de um valor tão alto para o negócio. Aí danou-se. Respondeu que os aulões terão professores de ponta, dos melhores cursinhos de Salvador (Anchieta, Grandes Mestres, Mendel), que cobram “R$ 250,00″ por hora/aula. Quem dera em Wagner, que os professores do Estado tivessem peo menos a metade desse valor. Aí o governo tem dinheiro.

Os colegas da rede pública – em greve há 80 dias – não assimilaram essa conversa “de ponta”. Professor exemplar e de sucesso, Portugal precisa explicar melhor esse contrato. Ele e o governo baiano, claro. Tanto o é, que os alunos foram as ruas protestar contra a qualidade dos aulões, que tem mais show musical que conteudo programático.

Fonte: Municipios Baianos

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