09/07/2017

Feira sedia reunião da Câmara Técnica Caminhos do Sertão

 

O prefeito José Ronaldo de Carvalho abre oficialmente, na próxima terça-feira, 11, a Reunião da Câmara Técnica Caminhos do Sertão, uma promoção da Secretaria de Turismo do Estado destinada a fomentar uma ampla discussão sobre a atualização do Mapa Turístico da Bahia.

O evento, que terá lugar no Mercado de Arte Popular (MAP), será iniciado às 9h, e vai reunir representantes de cerca de 20 cidades que compõem os “Caminhos do Sertão”, tendo Feira de Santana como cidade polo, entre as demais Regiões Turísticas do Nordeste.

As potencialidades e especificidades turísticas da região, aspectos históricos, gastronômicos, manifestações culturais, meio ambiente e riquezas naturais, são alguns temas que serão abordados e debatidos por técnicos e representantes dos municípios que compõem a Câmara Técnica Caminhos dos Sertões.

Além de Feira de Santana, classificada pelo Ministério do Turismo como “Município Classe B”, por ser considerado um dos principais destinos de “Turismo de Negócio” do Estado da Bahia, à sua região de influência abrange as cidades de Araci, Jeremoabo, Uauá, Ribeira do Pombal, Serrinha, Monte Santo, Banzaê, Santa Bárbara, Itapicuru, Tucano e Canudos.

O encontro ensejará, ainda, uma reunião do Conselho Municipal de Turismo, e a apresentação do Mapa Turístico de Feira de Santana pelo secretário do Trabalho, Turismo e Desenvolvimento Econômico, Antônio Carlos Borges Júnior.

Borges Júnior, em seu pronunciamento inaugural, discorrerá sobre as estratégias e os investimentos que vêm sendo desenvolvidos como atrativos para o Turismo de Negócio.

O secretário também dará ênfase a recente pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que aponta Feira de Santana entre as oito principais cidades brasileiras que mais se conectam com o resto do país, à frente de capitais importantes como Salvador, Curitiba, Fortaleza, Teresina e Recife. São Paulo é a primeira do ranking, seguida de Belo Horizonte, Goiânia, Campinas, Brasília, Rio de Janeiro e Porto Alegre.

Participações/Serviço

Entre os palestrantes inscritos se encontram Divaldo Borges Gonçalves, diretor de regulação e Certificação dos Serviços Turísticos, que versará sobre “Instâncias de Governança Regional da Bahia”; Getúlio Andrade, presidente do Sindfeira e coordenador da Câmara Técnica Caminhos do Sertão, abordando o tema “Retrospectiva da Câmara Técnica”; Isailton Reis, gestor regional do SEBRAE, que falará sobre a atuação do órgão nas Zonas Turísticas; e Angélica Dias, com a palestra sobre a atuação do Senac nas Zonas Turísticas.

Balé do Castro Alves brilha na homenagem aos 12 anos da Fundação Egberto Costa

Para uma data especial, um grande espetáculo. Foi assim a apresentação do Balé do Teatro Castro Alves (BTCA), na noite de sexta-feira, 7, no Centro de Cultura Maestro Miro, pela passagem dos 12 anos da Fundação Municipal de Tecnologia da Informação, Telecomunicação e Cultura Egberto Costa - FUNTITEC.

A noite festiva no Maestro Miro começou com 12 homenagens: receberam placa comemorativa a direção da academia EARTE, do jornal Folha do Estado, além de Márcia Porto (cantora), Sandra Duarte (chefe de gabinete da Secretaria Municipal de Cultura, Esporte e Lazer), Basílio Fernandez (diretor no Parque do Saber), Luiz Augusto Oliveira (diretor do Centro de Cultura Maestro Miro), Marcílio Costa (jornalista), Julivaldo Alves da Silva (cordelista), Telma Melo (diretora da Biblioteca Municipal), Dionorina (cantor), José Crispim Ramos, o Caboquinho (repentista), Dina Tourinho (assessora artística do BTCA) e Elídio Azevedo, in memorian (fotógrafo), representado pela filha Lílian Azevedo.

Para Antônio Carlos Coelho, presidente da Fundação, a noite foi especial. “Nossa semana foi cheia de atividades alusivas aos 12 anos da FUNTITEC. É importante destacar que não apenas a cultura feirense tem recebido toda a nossa atenção, como, também, a parte de tecnologia. O prefeito José Ronaldo tem dado, ao longo desses anos, todo apoio para o crescimento da Fundação”, acentua.

Após a solenidade, para alegria da pequena Catarina de Oliveira, de 9 anos, foi a vez da apresentação do Balé do Teatro Castro Alves. Ela dança desde 1 ano e 9 meses de idade e é filha da bailarina Manuella Oliveira. “Eu adoro dançar e gosto de ver o Balé do Castro Alves”, diz.

Kamilla de Almeida dança há 11 anos. Também foi ver o balé. “A dança representa muito para mim e o Balé do Teatro Castro Alves é maravilhoso, hipnotizante e inspirador”, destaca.

PROGRAMAÇÃO

O Balé do Teatro Castro Alves foi fundado em 1981. Trouxe a Feira de Santana 20 dos seus 34 bailarinos, com o espetáculo “Endogenias”, lançado no ano passado, coreografado por bailarinos da companhia. É a primeira companhia de dança oficial do Norte-Nordeste do Brasil e se caracteriza por sua proposta sintonizada às linguagens contemporâneas. Mais de 70 coreografias compõem o repertório do BTCA, que já se apresentou com sucesso fora do Brasil.

A assessora artística do balé, Dina Tourinho, diz que as apresentações no interior do estado servem para aproximar mais o público e o balé do TCA. “Somos uma companhioa baiana e nada mais justo que levar nossa arte para os baianos em todo o estado. Feira de Santana sempre nos recebe maravilhosamente bem”, destaca.

A programação festiva pelos 12 anos da FUNTITEC prosseguiu  neste sábado, 8. A partir das 17h, Centro de Cultura Maestro Miro tem certificação dos alunos que cursaram as oficinas do Projeto Arte de Viver. Em seguida, às 18h, atividades musicais com as participações dos vencedores das edições 13º, 14º e 15° do Festival Metropolitano de Música Vozes da Terra  e dos vencedores das edições 7°, 8° e 9° do Festival Metropolitano de Música Gospel. Às 19h está prevista festa dançante.

Baianidade é tema de espetáculos no Teatro Margarida Ribeiro

Em alusão ao 12º aniversário da Fundação Cultural Egberto Costa, FUNTITEC, o Teatro Margarida Ribeiro também foi palco de dois espetáculos que aguçam o que de melhor tem o nordestino.

A peça “Chico tampa e Maria tampada”, escrita por um cordelista feirense, Erotildes Miranda, deixou em seus traços de cordel a história de uma mulher muito brava que entra em confronto com Chico tampa para definir quem seria o mais “arretado” da região. A peça dirigida por Roberval Barreto, através do Programa Arte de Viver, uma iniciativa da FUNTITEC, levou o público a dar gargalhadas e se identificar bastante com o espetáculo.

Por outro lado, os personagens, que além de serem apaixonados pelo teatro, não escondiam a alegria de estarem ali, provocando sorrisos estridentes durante a apresentação. O Programa Arte de viver tem sido divisor de águas para comunidades feirenses e Jilson Victor, de 18 anos, que faz um dos papeis principais da peça, Chico Tampa, sente-se grato pela oportunidade que o Projeto tem dado a ele.

“Gosto muito do projeto e acredito no crescimento dele, pois é algo que leva arte e cultura e do que as pessoas são capazes, dentro da comunidade que não tem tido visibilidade artística”, afirma.

Roberval Barreto, agradece a oportunidade que o Programa tem dado para que ele também aprenda com a turma, e principalmente a visibilidade que a Fundação tem proporcionado as oficinas. “É muito importante um evento como esse ter como abertura uma peça que é fruto disso. Acredito que o que a gente planta a gente colhe, e, graças a Deus, plantamos e semeamos uma coisa boa e hoje estamos mostrando o resultado. Muito obrigado”.

De um Tudo

Ainda em clima eufórico com o primeiro espetáculo, foram recebidos, o Projeto de Recital Cômico “Musical Baianês” com bastante palmas.

Uma peça leve com atores como Diogo Lopes, Denise Correia, cantora e interprete Ana Mameto, com direção musical de Iacó Simões, Direção geral de Fernando Guerreiro. O espetáculo tem como ambiente a barraca de Nadú, com todo linguajar “baianês”, e é inspirada em um livro do Jornalista e Escritor, Nivaldo Lariú, que criou o “Dicionário Baianês”, o que torna engraçado o comportamento dos personagens, o comportamento que o baiano tem.

Na trama, os personagens são frequentadores assíduos da barraca Canto da Nadú, da tradicional feira de água de menino. Segundo Geronimo Santana, que fez participação como Denizá, o espetáculo gira em torno da cultura baiana e aborda a intolerância religiosa, mostra que existe um conceito e um pré-conceito, isso tudo em tons de humor.

“O engraçado é que o baiano tem comportamentos que geralmente ele mesmo não consegue notar, e no teatro é possível que o baiano se veja como baiano”.

Vadinha Moura, Diretora do Teatro Módulo, prestigiou os espetáculos afirmando a importância desses eventos, parabenizando a Fundação pelo 12º aniversário e Feira de Santana por ter uma Fundação de fomento à cultura.

“Ter uma Fundação Cultural, ter um espaço, uma instituição que pense na cultura, sem dúvida nenhuma é fundamental, e nada mais importante do que comemorar 12 anos trazendo um tema importante, que é a cultura baiana, para que possamos fortalecer, valorizar mais e mostrar o quanto nós baianos somos importante”.

A programação em comemoração ao Aniversário da Fundação Egberto Costa encerraram neste sábado, 8, no Centro de Cultura Maestro Miro.

 

Fonte: Secom PMFS/Municipios Baianos

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