04/10/2017

A igreja da prosperidade e a mais-valia espiritual

 

J.A.F tem 32 anos e trabalha como diarista em casas alheias. Ela tem um único sonho, que persegue desde quando era bem pequena: ter a sua própria casa. “Quando era menina eu comecei um cofrinho de moedas. Dizia que era dali que sairia a casa que eu iria comprar para minha mãe e para mim. Hoje ainda tenho o cofrinho, e com ajuda de deus eu vou conseguir”. A mãe já morreu. Tuberculose. E J. embarcou numa profunda depressão. Foi nessa fase da vida que ela encontrou a igreja. “Eu tava passando e o pastor estava na porta. Ele me chamou e disse que ali eu encontraria a paz. Não sei como ele percebeu que eu estava muito mal”. Pois ela entrou e veio a paz. Depois de abraçar a fé ela melhorou da depressão, conseguiu voltar a trabalhar e já tem até um carro. “Eles lá disseram isso bem claro. Se a gente trabalhar bastante, a gente consegue chegar lá”.

Esse “chegar lá” é a ponta de lança da teologia da prosperidade, essa que carregou para o sagrado o que há de mais profano no mundo: o fetiche da mercadoria. Muitas igrejas realizam cultos específicos com o intuito de chamar a riqueza para os fiéis. Não é sem razão que crescem sem parar, arrebanhando cada vez mais gente. Num mundo marcado pela exploração, pelo individualismo e pela solidão, essas igrejas conseguem dar uma centralidade para almas em escombros, típicas do espírito do tempo.

Mas, o crescimento dos cultos pentecostais, geridos pela ideia de prosperidade, nada tem a ver com a religião. Eles estão muito mais ligados ao modo de produção capitalista, mantendo milhares de pessoas justamente na batalha pela prosperidade, girando a roda do capital. O mais importante é observar que, no mais das vezes, as pessoas realmente melhoram de vida, porque estão mais centradas, mais determinadas e incluídas em um grupo que as impele para frente. Nos cultos, quem é exorcizado é o diabo, o demônio, satanás, belzebu, como se fosse essa entidade mágica a responsável pelas dores e pelos fracassos. Então, o verdadeiro culpado pelo drama dos trabalhadores – o capitalismo – segue intocado, esquecido e apagado. Se é o demônio que se apossa da pessoa e a impede de prosperar, basta que a comunidade, em comunhão, garanta a expulsão do malvado, para que a vida comece a melhorar.

É bom que se diga que todas as pessoas que buscam na religião um bálsamo para as dores, lá estão porque realmente creem. Sentem-se acolhidas e não acreditam que muitos pastores ou pastoras, estejam ali para roubar seu dinheiro. Acham que o dízimo, que oferecem de bom grado, servirá para abrir as portas do céu, ainda que seja apenas o céu do líder da igreja. E como, de alguma maneira, a vida melhora mesmo, não se importam de aplicar seu tempo na esperança de conquistar coisas boas.

Marx, ao analisar o modo capitalista de produção fala desse tempo a mais que o trabalhador deixa com o patrão. Na jornada de trabalho, no geral, muito mais da metade é lucro do patrão. A famosa mais-valia, ou mais-valor. Ludovico Silva, um filósofo venezuelano, vai dizer que assim como o patrão surrupia a mais-valia do trabalhador no local de trabalho, o sistema como um todo rouba uma mais-valia ideológica quando o trabalhador está em casa, vendo televisão. Pensando estar se distraindo ou usando seu tempo livre para curtir um bom programa de TV, ele está na verdade sendo consumido pela máquina de vender mercadorias. Ainda que fora do local de trabalho, segue prisioneiro do capital. Pois essas igrejas pentecostais que atuam com a teologia da prosperidade fazem algo bem parecido. A pessoa está lá, pensando estar em sintonia com deus, com o sagrado, mas ao final, não consegue se desvencilhar do desejo de ter coisas, de amealhar mercadorias. Isso significa que ainda está presa no sistema, gerando uma espécie de mais-valia espiritual. Sua própria relação com deus acaba mediada pelo tanto de coisas que pode conseguir.

Não é também sem razão que são os líderes dessas igrejas os que, totalmente tomados pelos interesses seculares, adentram no jogo político garantindo postos de poder nas câmaras de vereadores, assembleias, câmara dos deputados, senado e estado. Geralmente aliados ao grande capital. Raros – se é que há – estão atuando na defesa dos trabalhadores.

Outra maneira de atuar na defesa do capital é a aposta no fanatismo, que leva o fiel a ficar sem discernimento e sem pensamento crítico. Aceitando a palavra do líder como a única verdade, a pessoa torna-se capaz dos atos mais violentos, agindo sempre em nome da salvação da humanidade. Algo assim como o que estamos vivendo hoje no Brasil, com a série de ataques a pessoas ligadas à religião de matriz africana. Não por acaso a violência centra foco nos deuses do povo negro. Bramindo um “deus” específico, que é o único salvador, pessoas atacam outras pessoas, matam e discriminam.

Foram os iluministas franceses, em particular, Voltaire (1694 — 1778), que polemizaram sobre o fanatismo, ligando essa prática a intolerância e à violência, justamente porque a Europa vivera até pouco tempo uma série de guerras envolvendo católicos e religiosos. Mas, naqueles dias, como hoje, o que realmente estava em questão não era a fé ou deus: era o poder. Com o crescimento do protestantismo, o status do papa, que era quem decidia a vida de todo mundo – inclusive dos reis – estava ameaçado. E era a igreja católica a que detinha também muita terra e riqueza. Então, enquanto nas batalhas morriam as gentes comuns, a aristocracia tramava para um ou para outro lado, sempre de olho na riqueza que poderia amealhar.

É por isso que se faz necessário uma boa análise sobre o “fanatismo” que vivemos no Brasil. Observando bem vamos ver que não são apenas ataques esparsos a outras religiões, o que poderia caracterizar uma contenda verdadeiramente religiosa. Não. Os tentáculos dessas lideranças pentecostais – justamente por estarem em cargos de poder  – se estendem para a vida cotidiana. O projeto da Escola sem partido, buscando atuar na educação. A tentativa de barrar o debate sobre gênero e o ataque aos homossexuais, interferindo na vida pessoal, a lei que permite ensino de religião confessional, tentando arrebanhar a criança para a fé, a proposta de obrigatoriedade das músicas religiosas nas rádios e TVs, atuando como mais-valia ideológica e disputando o mercado musical. Tudo isso configura a intervenção e o fortalecimento desse fanatismo, em “nome de Jesus”, em todos os segmentos da sociedade. O objetivo final pode ser justamente submeter, pela violência, toda uma população, sob o pretexto da salvação das almas.

Mas o que move o motor do fanatismo é algo bem mais prosaico do que deus. Trata-se do vil metal, dinheiro, borofa, bufunfa. A aposta é manter o rebanho ocupado na “guerra santa” pela moralidade e os bons costumes, enquanto o capital avança em mais uma onda de acumulação e expropriação. Assim, no Congresso, onde manda a bancada da bíblia, aliada a do boi e da bala, os deputados vão realizando as reformas exigidas pelo capital que manterão ainda mais cativos os trabalhadores. “Trabalhe, não pense”, diz o presidente, que fala como um gentil homem do século 16. E não poderia haver mote melhor para o Brasil desses dias. Enquanto uma legião de pessoas que trabalha e não pensa se digladia com exposições artísticas, homens nus, mães de santo e grita por intervenção militar, o capital segue impávido pelas estradas, quase sem obstáculos.

Sendo assim, talvez fosse hora de olhar com mais cuidado para esse fenômeno, vendo-o como se expressa na luta de classes. Não basta ridicularizar nas redes sociais. As pessoas estão se fanatizando, isso é claro como o sol. São poucos agora, mas podem crescer. E se levarmos em conta de que o que está por trás do fenômeno é o processo de acumulação capitalista, o tema fica ainda mais urgente. A imposição do poder sob a força das armas sempre é uma alternativa possível, mas não podemos esquecer que, para isso, é preciso que seja montada toda uma atmosfera capaz de respaldar as ações violentas. Esse é o cenário que estamos vendo crescer sob nossos olhos. É tempo de ver e começar a agir em consequência.

"Cristãos idolatram a teologia da prosperidade e ignoram quem é Deus"

Paul Washer é um dos pregadores evangélicos da atualidade que mais atraem polêmicas pelo teor de suas mensagens, e um vídeo recente dele sobre idolatria choca pela contundência de suas afirmações, embora estas mereçam uma reflexão.

De acordo com o evangelista, muitos cristãos terminam transformando-se em idólatras por não conhecerem a Deus de forma verdadeira, e assim, cultuam outros deuses, influenciados por exposições do Evangelho que não são fiéis à Palavra de Deus. “Mais idolatria é praticada aos domingos que em qualquer outro dia da semana. Por quê? Porque as pessoas estão adorando a Deus, mas não O conhecem”, alertou Washer, durante uma pregação feita na Igreja Aliança do Calvário, liderada pelo pastor Paulo Júnior.

O pregador evangélico traçou as linhas gerais que diferenciam idolatria e adoração, e afirmou convicto que o que acontece em muitas igrejas evangélicas é idolatria, a partir da ignorância sobre quem realmente é Deus. “Muitas pessoas não conhecem fatos bíblicos sobre Deus e na ausência do conhecimento bíblico, elas fazem de Deus a sua própria imagem e adoram o deus que elas fizeram”, disse, citando como exemplo as pregações conhecidas como teologia da prosperidade. “É isso que acontece nas igrejas da prosperidade. Como será que Deus é para as pessoas por lá? É como uma máquina de refrigerantes: você coloca a oração e retira a bênção? Dificilmente você vai ouvir que Deus é Santo, Soberano, que Ele é Justiça, dificilmente vai ouvir sobre Sua ira, sobre Seu ódio ao pecado. Elas estão adorando um deus que se parece mais com um Papai Noel, não o Deus das Escrituras”, exortou.

No vídeo que circula nas redes sociais, Paul Washer lamentou que até pastores têm sido formados a partir dessa perspectiva idólatra, porque desprezam o estudo das Escrituras em seminários teológicos sérios e terminam ignorantes sobre questões cruciais na teologia cristã. “Muitas vezes, nem mesmo os pregadores estudam quem Deus realmente é. E então as pessoas não ouvem sermões sobre quem Deus é e então não conhecem a Deus. Na ausência do conhecimento sobre Deus, nós colocamos outra coisa no lugar d’Ele: nossas próprias ideias”, constatou.

A heresia oculta atrás das campanhas e correntes da “Prosperidade”

Há um movimento nas igrejas que substitui o perdão de pecados e a paz com Deus por meio de Cristo, as verdades eternas, por um evangelho de solução de problemas cotidianos, proclamando saúde e prosperidade plena, o que atrai muito o povo no contexto brasileiro. Essa compreensão defeituosa e distinta do evangelho tem originado cristãos nominais que negam as doutrinas básicas da Bíblia e que alteraram a mensagem cristã expressando com eloquência uma cultura de satisfazer as necessidades e esperanças das pessoas ou seja, dando às pessoas àquilo que querem ouvir.

Este evangelho não exige muito dos ouvintes para oferecerem tudo; precisa apenas de uma generosa oferta, de forma que forma uma grande igreja em pouco tempo. O grande problema de nossa espiritualidade pentecostal, é que qualquer pessoa pode profetizar bênçãos, visões e revelações, criando espaço para orientações espirituais fora da Bíblia, como Kenneth Hagin. Ele, em 1918 afirmou que o cristão deve confessar em alta voz seus pedidos e nunca duvidar que tenham sido respondidos e uma vez feita a oração, o fiel deve afirmar constantemente a bênção até que surja a prova e isso é uma heresia chamada CONFISSÃO POSITIVA.

Esta doutrina afirma que o homem pode controlar o material por meio do mundo espiritual, bastando apenas conhecimento e fé. Esta heresia está entrando na igreja cristã fazendo-nos acreditar que nossa fé persistente decidirá nossa saúde e prosperidade, querendo reunir um pensamento positivo de uso da mente para controlar a realidade no sentido de que de certa forma, poderemos mudar a atitude de Deus para nos abençoar. Dessa forma, quem seguir a Cristo, gozará sempre de saúde e prosperidade toda a vida, pois os cristãos são conscientes de um super poder na esfera espiritual que os farão sempre vencedores e isso é uma visão estranha ao cristianismo. Este método de ensino adotado pelas igrejas que promovem verdadeiros shows emocionais em seus cultos, fermentando membros, templos e poder querem conferir autoridade espiritual, saúde e prosperidade e confissão positiva como um “avivamento” ou nova interpretação do Evangelho.

Se baseiam em profetas de hoje como porta-vozes de Deus, trazendo a autoridade de Deus, tendo visões e revelando o que Deus lhes disse, afirmando que não é da vontade de Deus nem as doenças nem os problemas financeiros e que a igreja deve combatê-las. Mas Paulo se gloriava em sua fraqueza (2 Co.12:7) e Timóteo, Epafrodito e Trófimo, homens de Deus estiveram doentes (1 Tm.5:23; Fp.2:27; 2 Tm.4:20).

A heresia moderna diz que a cura está à espera de todos e que não somos curados pelo desconhecimento desse direito e há gente doente porque não pede ajuda e que pecado não confessado bloqueia o poder da cura e assim, satan não é expulso porque a pessoa não teve a confissão positiva de expulsar o diabo. Isso parece até bíblico, mas será que o espírito de miséria paira sobre as pessoas e que se esse demônio sair, imediatamente as pessoas ficarão ricas? A heresia diz que se um cristão ficar doente é porque existe problema espiritual com ele, seja por falta de fé ou pecado ou por domínio do diabo ou por não conhecer seus direitos. A heresia também diz que se o cristão não prospera financeiramente é porque não estão dando o suficiente para a obra de Deus e a regra de ouro é dê mais para receber mais.

Por que será que a maioria dos cristãos do mundo são pobres?

Desse jeito, saímos da graça e voltamos para a Lei, onde a bênção é proporcional à oferta da pessoa. Essa riqueza e saúde automática implica que há uma obrigação a mais acima da fé, do batismo, da oração, da vida piedosa; falam que precisamos ter o controle da fé para obrigarmos Deus a nos abençoar.

A heresia proclama que Cristo tirou as maldições, a doença e a pobreza e por outro lado, trouxe a bênção de Abraão pela prosperidade financeira, como que doença e pobreza sejam parte da maldição da lei de Moisés que Cristo aboliu. A heresia diz que a fé não espera simplesmente em Deus, mas exige direitos pela FORÇA da oração, em nome de Jesus, onde o nosso EU é quem decide o que quer. Assim, o nome de Jesus virou um meio de Deus atender nossas orações automáticas e que nada nos será negado, não precisando nós decidirmos pessoalmente mais para Deus e apenas reivindicar bênçãos.

A heresia afirma que dizer algo como “seja feita a vontade de Deus” é dúvida e é do demônio e que há procedimentos para serem seguidos para se obter a bênção de Deus, pois afirmam que o mundo está sujeito a forças espirituais que devemos manipular e controlar por meio de nossa fé. Hoje em dia, tudo virou milagre; comprar carro, apartamento, ter emprego, ganhar na loto, casar, etc. Supondo, mesmo que haja milagres, é Deus quem opera maravilhas e não a igreja que opera maravilhas. Hoje em dia, está parecendo supermercado; as pessoas vão, pagam e esperam receber em troca a satisfação de suas necessidades. Se o ato de dar segue ao de receber cem vezes mais, faz o reino de Deus ser uma roleta de cassino, onde a oração é a mágica que opera forças espirituais e isso é chamado de magia. O nome de Jesus não é fórmula mágica para liberar um poder secreto (At.19:13-18); não gera temor. Além disso, Deus disse Não a Paulo, a Jesus e a João Batista, referindo-se ao espinho na carne, ao passar o cálice e ao ser solto da prisão respectivamente. A fé não exige, não se conta, não é mérito ou investimento financeiro; ela não cria uma realidade, pois se fosse assim, plantaria uma moeda de 1 real e crendo, nasceria, contra a natureza, pé de moedas!

•          ERROS DOUTRINÁRIOS VERIFICADOS NESTAS IGREJAS-EMPRESAS:

As correntes ou campanhas das igrejas da prosperidade ensinam inconscientemente alguns erros doutrinários:

  •  Dá ideia às pessoas de que se não fizerem os dias completos, não receberão a bênção; isso gera uma ideia de que Deus opera exclusivamente através do método das reuniões, dos dias, do local, do pastor, da oração do pastor, gerando uma nova forma de pensar como que o mediador entre Deus e os homens é a campanha, o pastor, a oração, a igreja e isso gera idolatria (eclesiolatria).
  • Dá ideia de que Deus não faz nada de graça para ninguém, pois o dinheiro passa a ser a nova modalidade de expiação ou elo justificador entre Deus e os homens, como que complementando o sacrifício de Jesus na cruz, como que pagando nosso direito à bênção, como que novo sacrifício diante de Deus e isso é heresia, como as indulgências do purgatório.
  • Dá ideia de que a igreja (denominação) é a igreja representante de Deus na terra como posto do correio espiritual ou agência de troca de bênçãos, fazendo com que os crentes justifiquem um denominacionalismo, favorecendo divisões no corpo de Cristo e idolatria à denominação, num exclusivismo anticristão da bênção de Deus.
  • Dá ideia de que somente o pastor é sacerdote e encarregado de abençoar o povo, fazendo esquecer que todos somos reino de sacerdotes e que é nossa obrigação orar uns pelos outros, gerando idolatria ao pastor, omissão nos crentes e desserviço, pois os crentes se acharão clientes e exigirão o serviço de atendimento espiritual, buscando os encarregados, já que pagam por isso.
  • Dá ideia de que não se precisa orar pelos enfermos, evangelizar, adorar ou servir a Deus com a vida, pois o mais interessante vem vindo, que é a revelação, a cura, a bênção e a prosperidade, gerando materialismo, acepção de pessoas e estrelismo na igreja, onde ninguém mais quer servir a Deus, trabalhando nos serviços essenciais e pequenos, pois já deve ter gente terceirizada paga para isso.
  • Usa ideia de envelopes ou coisas materiais consagrados, dá ideia de que, conforme diz a Nova Era, Deus é energia, positiva e negativa, há uma energização divina sobre o objeto, favorecendo a bênção ou favorecimento de Deus, sobre quem pegar tal envelope. Não fica a mesma coisa da medalha católica benta, da pulseira da macumba ofertada aos guias, da mesa branca  energizada pelos espíritas ou consagrar o copo com água, envelope, ou coisa que o valha, não fica parecendo amuleto? Deus só se revelou através de Cristo, conforme a Bíblia mesmo afirma.
  • Dá ideia de que Deus, igreja, bíblia, é apenas uma meretriz, a quem se deve procurar quando está com vontade e além disso, se escolhe aonde ir tentar a sorte; se nas igrejas evangélicas, Leitura da Cigana, ou outras. Não podemos idolatrar o púlpito, a Bíblia, a Igreja, o templo ou qualquer coisa, afinal, o altar mesmo é o coração do pregador na hora de falar a mensagem. Ademais, como iremos ver, esse padrão de obras repetitivas, fruto de contribuição financeira por tentativas não é fé (fé não se mede nem se conta), contando os dias que participaram das correntes e campanhas.

 

Fonte: Por Elaine Tavares – Palavras Insurgentes/Gospel+/Discipulos sem Fronteiras/Municipios Baianos

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