06/10/2017

Caixa Cultural traz Zélia Duncan, Paulo Miklos e Fernanda Takai

 

Paulo Miklos, Fernanda Takai e Zélia Duncan são atrações da terceira edição do Palco Brasil, que acontece na Caixa Cultural de Salvador, em três finais de semana consecutivos entre os meses de outubro e novembro. Este ano, o projeto reúne artistas que participaram ativamente da construção da cena pop-rock brasileira dos anos 80 e 90. Em um show intimista, a conexão com o público promete ser o diferencial.

A primeira artista a se apresentar no Palco Brasil 2017 é Fernanda Takai. Serão quatro shows entre os dias 27 e 29 de outubro -   sexta, às 20h; sábado, em duas sessões, às 17h e às 20h; e domingo, às 19h. Além de tocar alguns dos seus sucessos, Fernanda Takai vai estabelecer diálogo com o público, contando causos sobre suas canções e trajetórias.

 As apresentações de Zélia Duncan e Paulo Miklos acontecem, respectivamente, entre 3 e 5, e 10 e 12 de novembro. Os dois também fazem quatro shows, nos três dias: sexta, às 20h; sábado, em duas sessões, às 17h e às 20h; e domingo, às 19h. Com preços populares, os ingressos custam R$10 (inteira) e R$5 (meia) e estarão à venda na bilheteria da Caixa a partir  das 9h do primeiro dia de cada série de apresentações. O espaço da Caixa Cultural de Salvador será especialmente adaptado para atingir 140 pessoas por sessão.

Os artistas fazem um repertório diferenciado para cada apresentação, escolhendo canções que retratam seu percurso, trajetória artística os encontros e parcerias que marcaram sua carreira. Os concertos têm duração de uma hora e proporcionam uma experiência de partilha, mas também acesso ao processo criativo das composições, histórias e bastidores da MPB e casos curiosos.

Nova edição do Concha Negra tem Muzenza com participações de Saulo e Chico César no domingo (08)

Após uma belíssima estreia com o Afoxé Filhos de Gandhy no mês de setembro, a segunda edição do Concha Negra será comandada pelo bloco Afro Muzenza, o dia 8 de outubro (domingo), na Concha Acústica do Teatro Castro Alves (TCA), às 18h. O espetáculo terá como convidados especiais os cantores Chico César e Saulo, além de abertura com desfile de moda de N Black e AfroBapho. Iniciativa do Governo da Bahia, por meio da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA), através do próprio TCA e do Centro de Culturas Populares e Identitárias (CCPI), e em alinhamento com a Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi), o projeto garante o lugar da música afro-baiana na programação mensal deste que é o maior complexo cultural da Bahia.

Os ingressos custam R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia) e podem ser adquiridos no site www.ingressorapido.com.br, na bilheteria do Teatro Castro Alves ou nos SACs do Shopping Barra e do Shopping Bela Vista.

Conhecido nacional e internacionalmente pela sua arte, o Afro Muzenza também teve algumas de suas músicas gravadas por renomados artistas como Daniela Mercury (“Swing da cor”), Margareth Menezes (“Povo vem ver”), Carlinhos Brown (“Rumpillé”), Gilberto Gil e Gal Costa (“Brilho e Beleza”). Ultrapassando as fronteiras do carnaval e de movimentações folclóricas, o Muzenza desenvolve um trabalho socioeducativo em parceria com o Projeto Axé, a Fundação da Criança e do Adolescente da Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (FUNDAC/SETRE) e a Universidade do Estado da Bahia (UNEB), oferecendo oficinas de formação e profissionalização para jovens.

O bloco traz como convidados o paraibano Chico César, considerado um dos mais importantes poetas, compositores e músicos da cultura genuinamente brasileira, misturando a riqueza dos ritmos do Nordeste a sonoridades universais; e o baiano Saulo, reconhecido pelo seu trabalho vinculado às raízes, riquezas e ritmos musicais da Bahia, lançou, neste ano, seu terceiro trabalho solo, “O Azul e o Sol”.

Já na Janela Baiana, na abertura do evento, N Black e AfroBapho se unem num desfile de moda. A N Black, marca de roupas e acessórios afro e unissex, foi idealizada e criada por Najara Black, em 2005. Faz moda para todos que se identificam como e com negros e afrodescendentes, elevando a autoestima, empoderando e dando sentido de pertencimento a essas pessoas. O AfroBapho foi criado em 2015, com o objetivo de transmitir mensagens e informações de pautas na intersecção entre raça, gênero e sexualidade, a partir das artes integradas. Formado por jovens negros LGBT, o coletivo se tornou um grande destaque de ARTvismo.

CONCHA NEGRA

O projeto Concha Negra se compromete a fomentar a diversidade cultural da Bahia, suas tradições e patrimônios. O incentivo a mais um canal de visibilidade e acesso à música afro-baiana se alinha a políticas que reconhecem a cidadania cultural e a afirmação de identidades, combatendo preconceitos e valorizando a expressão das variadas manifestações humanas. A primeira etapa do projeto foi iniciada em 17 de setembro, com show dos Filhos de Gandhy, e segue por um semestre até o mês de fevereiro. Depois de Muzenza, completam a lista: Ilê Aiyê (19 de novembro), Cortejo Afro (17 de dezembro), Olodum (7 de janeiro) e Malê Debalê (4 de fevereiro). Além das apresentações principais, cada espetáculo terá a participação de pelo menos um convidado especial e também uma abertura com o Janela Baiana, ação continuada da SecultBA que abre espaço para artistas ou grupos emergentes da Bahia nos eventos da Concha.

  • Serviço:

Concha Negra – Muzenza com participação especial de Chico César e Saulo

Data: 8 de outubro (domingo), 18h

Local: Concha Acústica do Teatro Castro Alves

Valor: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia)

Luiz Caldas se apresenta no TCA em homenagem ao Outubro Rosa

O cantor Luiz Caldas mais uma vez abraçou a causa da luta contra o câncer de mama. O show “Magia Rosa” integra o Projeto Repartir e vai arrecadar fundos para o Projeto Cura em comemoração ao Outubro Rosa e aos seus 10 anos de existência. O evento acontece no dia 10 de outubro, às 21h, na Sala Principal do Teatro Castro Alves – complexo cultural administrado pela SecultBA.

Este será o quarto ano em que o artista participa de eventos beneficentes em prol da causa do outubro Rosa. “Acho importantíssimo que esta causa seja difundida e que as pessoas saibam sobre o diagnóstico precoce. Poder colaborar de alguma forma é muito gratificante”, afirma Caldas.

Durante todo o mês de outubro, o Projeto Cura vai realizar ações que chamam a atenção das pessoas para a importância do diagnóstico precoce do câncer de mama, além de informar sobre o autoexame.

O que é outubro rosa?

Movimento criado em 1997, nos Estados Unidos, que visa a fomentar ações de conscientização da importância do diagnóstico precoce do câncer de mama. Em Salvador, o movimento é encabeçado, desde 2006, pelo NASPEC – Núcleo Assistencial para Pessoas com Câncer, com o apoio da FEMAMA – Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama, pioneira em ações desse sentido no Brasil.

Projeto repartir – O Projeto Repartir, associação beneficente, atua desde 2007 reunindo pessoas interessadas em ajudar instituições carentes, com trabalho voluntário ou doação de recursos. As ações do grupo estão voltadas para um trabalho com crianças em vulnerabilidade e para a causa do câncer.

Projeto cura

Unir música, arte, design, esporte e eventos para conscientizar, educar e levantar fundos para a pesquisa científica na luta contra o câncer: esse é o objetivo do Projeto Cura, iniciativa do grupo LACOG (Latin American Cooperative Oncology Group), organização sem fins lucrativos fundada em 2008 por um grupo de profissionais de saúde especializados em oncologia, que busca desenvolver, conduzir e coordenar estudos acadêmicos e pesquisas clínicas na América Latina.

  • Serviço:

Luiz Caldas – Magia Rosa – Projeto Repartir

Data: 10 de outubro (terça-feira), 21h

Local: Sala Principal do Teatro Castro Alves

Valor: R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia)

 

Fonte: Correio/SecultBa//Municipios Baianos

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