22/10/2017

Feira: Policlinica do Tomba será reinaugurada nesta quarta

 

Visando proporcionar uma melhor estrutura aos usuários, a Policlínica Osvaldo Monteiro Pirajá, localizada no bairro Tomba, que estava funcionando de forma provisória na Rua do México, será reinaugurada nesta quarta-feira (25) a partir das 7h em seu endereço sede, na Rua Corijá. Para a realização da mudança, os atendimentos de urgência e emergência nesta terça-feira (24) serão realizados nas Policlínicas do Feira X e Rua Nova, que irão contar com equipe reforçada durante todo o dia.

A Sede da Policlínica do Tomba vem desde abril de 2016 passando por uma reforma geral com otimização dos espaços internos, retelhamento, pintura, revisão da rede elétrica e hidráulica, entre outros serviços.  A Unidade conta com três enfermarias, sala de reanimação, sala de exames de imagem, dois consultórios de urgência e emergência, dois consultórios ambulatoriais, gabinete odontológico, sala de medicação e um laboratório central.

Segundo a supervisora das policlínicas, Michelle Teixeira, a reforma também vai ampliar a capacidade de atendimento. “A população contará com um espaço mais dimensionado e com um melhor acolhimento”, ressalta.

Cineminha e nova pista de trânsito para a criançada movimentam o Rua Viva na Fraga Maia neste domingo, 22

A alegria e união de amigos e famílias, através do esporte e lazer, em um espaço totalmente preparado, retorna neste domingo, 22, das 8h às 12h, com o projeto Rua Viva, mais uma vez na Avenida Fraga Maia.

Especialmente para esta edição, a Prefeitura Municipal de Feira de Santana e a Superintendência Municipal de Trânsito (SMT) promovem uma série de novidades para adultos e, principalmente, a criançada. O Núcleo de Educação para o Trânsito da superintendência promove sessões de cineminha e pipoca com um menu variado de vídeos educativos. Em cartaz, a importância e respeito aos sinais de trânsito, atenção às placas, semáforos e faixas de segurança para travessia de pedestres (faixas de pedestres), bem como a importância do uso do cinto de segurança e da cadeirinha (poltrona de elevação).

“O objetivo é fomentar, no público infantil do Rua Viva, a consciência sobre obedecer as leis de trânsito e, também, serem multiplicadores na sociedade, principalmente no alerta aos pais”, explica Maurício Carvalho, superintendente municipal de Trânsito.

Como o uso de bicicleta pela garotada começa cada vez mais cedo nesta fase da vida repleta de brincadeiras, muitas vezes em ruas e avenidas, a SMT construiu uma nova pista de 12 metros de comprimento, em formato de circuito, com quatro faixas, sinalização horizontal, além de canteiro central, minisemáforos e miniplacas de sinalização que visam a experiência da turminha do Rua Viva pelas vias de tráfego com total segurança.

O novo espaço na Avenida Fraga Maia, entre as ruas Barra dos Bandeirantes e Casemiro de Abreu, continua com 80 metros de extensão e totalmente monitorado por prepostos da SMT, pela Guarda Municipal e Polícia Militar. Os condutores de veículos e motocicletas terão como opção de retorno a rua Batistão, no bairro Cidade Nova.

A partir de 9h, professores de Educação Física de diversas academias da cidade garantem os exercícios de aquecimento e as aulas alongamento. Em seguida, muita agito com aulas de swing baiano e zumba. Às 11horas, aulas de ginástica funcional encerrarão as atividades do dia.

“Sem causar nenhum transtorno ao trânsito local, proporcionaremos aos frequentadores do Rua Viva a oportunidade de interagir entre família, praticar esportes, passear de bike, andar de skate e de patins aproveitando mais um espaço da cidade”, explica Carvalho.

Livre da rotina do trânsito, moradores da região ainda poderão fazer caminhadas e piqueniques, passear com seu animal e relaxar. O evento terá o apoio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) com a oferta de aferição de pressão e testes de glicemia aos pais e comunidade em geral.

O Rua Viva passeia pela cidade e mobiliza o público com a campanha nas redes sociais (Facebook e Instagram) pela hashtag #ruavivafsa.

Produção de pizza gera trabalho e renda em comunidade quilombola de Feira

A produção de pizza é o novo viés de geração de trabalho e renda para a comunidade quilombola de Lagoa Grande, no distrito de Maria Quitéria. Para enfrentar o desemprego, 19 mulheres desta localidade literalmente “arregaçaram as mangas” e botaram a mão na massa para fabricar o alimento, que tem muita aceitação dos feirenses e se tornou uma febre no empreendedorismo.

As mulheres fazem parte de um grupo da comunidade quilombola assistida pelo Centro de Referência em Assistência Social São José (CRAS), órgão da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social (Sedeso). Diversos outros equipamentos vinculados a esta  pasta também estão promovendo transformações de vidas, elevado a autoestima e indicando caminhos para a geração alternativa de renda.

O secretário Ildes Ferreira diz que a iniciativa é transformadora pois ao invés de criar dependência, o projeto proporciona independência financeira, já que o Governo Municipal ensina os moradores da comunidade a produzirem e buscarem suas rendas como autônomos, não só com a produção de pizza mas também de diversos outros produtos alimentícios de fácil produção e boa aceitação, além de artesanato.

A coordenadora do CRAS São José, Vânia Santos, revela que a produção de pizza faz parte do curso de doces e salgados, no qual as mulheres também aprendem a produzir biscoitos, pães, bolos, tortas e diversos outros produtos de custo baixo e alta rotatividade no mercado. Os cursos são ministrados uma vez por semana, sempre às quartas-feiras pela manhã. A cada aula, as participantes aprendem a fazer um produto diferente e de boa aceitação no mercado.

PERSONAGEM

“O produto foi escolhido para compor o leque de opções nas aulas de culinária devido ao baixo custo e a procura. A pizza vende fácil e gera bons lucros, além dos ingredientes custarem relativamente barato e de fácil produção”.

Participantes estão entusiasmadas

Márcia de Jesus Campos, residente na sede do município, mas que se deslocou até o distrito para acompanhar uma nova turma visando se aperfeiçoar. “Já estou produzindo e os resultados são maravilhosos. Agora estou me dedicando a área de panificação e pretendo me aperfeiçoar com pizza pois dá bons lucros”.

Joana Alves dos Santos, 56 anos, moradora da comunidade quilombola: “Eu não imaginava que fosse tão fácil produzir pizza assim. Estou aposentada e agora pretendo voltar a ativa, ensinando os filhos a produzirem também para não ficarem parados”.

Daniela Almeida Bispo, 28 anos, desempregada: “também estou na expectativa de garantir a independência financeira com a produção de pizza. Já consegui aprender e pretendo logo me tornar profissional".

Índio que percorre o país vendendo seu artesanato está em Feira de Santana

Há cerca de três anos, Jorge dos Santos, índio da etnia fulni-ô, tribo localizada em Águas Belas, zona da mata pernambucana, percorre o país vendendo produtos naturais, artesanato, apresenta rituais sagrados para o seu povo e denuncia a situação dos indígenas, quanto às políticas sociais do governo federal.

Está em Feira de Santana desde segunda-feira e embarca para Brasília na próxima semana. A sua bem equipada banca foi montada sob as árvores do início da rua Olímpio Vital, com a devida autorização da Secretaria de Trabalho, Turismo e Desenvolvimento Econômico, onde espera os seus clientes.

Está acompanhado por uma filha adolescente, Gisele, do filho João Miguel dos Santos e da mulher Damiana dos Santos. Entre si falam na língua na tribo, o iatê. Além da linguagem própria, os fulni-ôs se destacam pela religiosidade e respeito irrestrito aos sinais da natureza. Afirmou estar sentido por não estar participando do retiro espiritual do Ouricuri, que a sua tribo participa anualmente, de setembro a dezembro.

Disse gostar do contato direto com a natureza, onde pode fumar o seu cachimbo tranquilamente. O fumo é parte importantes nos rituais religiosos dos indígenas. É um índio que tem orgulho da sua raça. Jorge dos Santos ostenta permanentemente um cocar colorido e vários colares.

Ou se pinta, de acordo com as tradições da sua tribo. Usa produtos naturais, como urucum. É antenado com os problemas que afetam os povos indígenas do país, principalmente no tocantes as ações do governo federal. Usa as redes sociais para conversar com índios de vários estados.

Pela primeira vez em Feira de Santana, o fulni-ô disse que ficou satisfeito com a receptividade dos feirenses. “Fomos bem acolhidos na cidade”.

 

Fonte: Secom PMFS/Municipios Baianos

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