09/11/2017

Cachoeira: Panorama Internacional Coisa de Cinema exibe 140 filmes

 

Chega o mês de novembro e o público cinéfilo de Salvador e Cachoeira tem um grande motivo para comemorar e se animar: começa nesta quarta-feira, 8, o Panorama Internacional Coisa de Cinema, este ano completando 13 edições. Serão exibidos perto de 140 filmes, entre curtas e longas-metragens, com especial atenção para o pulsante cinema brasileiro contemporâneo. A abertura será nesta quarta à noite com a exibição do aclamado As Boas Maneiras, de Juliana Rojas e Marco Dutra. O filme venceu o prêmio máximo do Festival do Rio e estreou mundialmente no prestigioso Festival de Locarno, de onde saiu com o Prêmio Especial do Júri. Estrelado por Isabél Zuaa e Marjorie Estiano, a película abraça, com segurança, marcas do cinema de horror para se tornar uma história sobre cumplicidades.

Já a tradicional mostra competitiva nacional reúne oito longas e 16 curtas-metragens de várias regiões do Brasil. Dentre os longas, a novidade é que todos são dirigidos por diretores estreantes no formato. "Quando começamos a realizar o Panorama, abraçamos uma nova geração de curta-metragistas extremamente talentosa. Aos poucos, essa geração realizou seus primeiros longas e ganhou o mundo", afirma, entusiasmado, um dos diretores e curadores do festival, Cláudio Marques.

E tem alguns representantes baianos nessa lista. Café com Canela, de Glenda Nicácio e Ary Rosa, saíram aclamados do Festival de Brasília, com prêmio de roteiro, atriz (Valdinéia Soriano) e Prêmio do Júri Popular. Diário de Classe, dirigido por Maria Carolina da Silva e Igor Souza, também foi apresentado em Brasília, em mostra paralela. E mesmo não sendo uma produção local, Animal Cordial é dirigido pela cineasta nascida em terras baianas Gabriela Amaral Almeida, hoje radicada em São Paulo. Ela é uma das diretoras que tiveram seus curtas apresentados nas mostras competitivas de anos anteriores e retorna com seu primeiro longa ao festival.

Vencedor da Mostra Tiradentes no início do ano, chega ao Panorama o filme Baronesa, de Juliana Antunes. É importante notar que mais da metade dos longas da competição são dirigidos por mulheres – alguns em parceira com homens. Além desses citados, tem ainda Pela Janela, de Caroline Leone – uma coprodução com a Argentina; e La Manuela, assinado por Clara Linhart. Completam a seleção de longas os filmes Música para Quando as Luzes se Apagam, de Ismael Caneppele; e Antônio Um Dois Três, de Leonardo Mouramateus, feito em coprodução com Portugal.

Feito na Bahia

A mostra competitiva baiana tem revelado cada vez mais filmes e propostas diversificadas. Muitos curtas e longas foram inscritos este ano, o que gerou uma seleção ampla. Serão exibidos 20 curtas e seis longas metragens. Dentre eles estão as produções Quilombo Rio dos Macacos, sobre as lutas dos remanescentes quilombolas ameaçados pelas forças políticas, dirigido por Josias Pires; Zélia – Memórias de Amor, de Carla Laudari, sobre a intimidade de Zélia Gattai e Jorge Amado; Diário de Greve, espécie de autoficção sobre um professor – o próprio diretor Guilherme Sarmiento – em meio a uma greve na universidade.

Completam a seleção de longas Do Sul ao Norte, de Isabela Faria, espécie de road movie com músicos brasileiros cruzando a América do Sul; Elogio à Utopia, filme ensaístico que utiliza múltiplas imagens (re)apropriadas pelo diretor; e Xará, de Matheus Vianna, feito a partir de conversas online do diretor com pessoas desconhecidas.

Homenagens

Um dos maiores atores do Brasil ganhou um belo filme em sua homenagem: Todos os Paulos do Mundo, dirigido por Rodrigo de Oliveira e Gustavo Ribeiro, é uma celebração do trabalho do grande Paulo José, que virá a Salvador para acompanhar a sessão no Panorama. Além disso, clássicos como O Padre e a Moça e Macunaíma, ambos de Joaquim Pedro de Andrade e com o ator no elenco, ganham sessão especial em torno da homenagem. Mas este é um ano de lembrar também perdas marcantes do cinema baiano. A mais recente foi a morte de Guido Araújo, cineasta e criador da Jornada Internacional de Cinema da Bahia. Serão exibidos em sua honra os cinco episódios da série O Senhor das Jornadas, idealizada por Jorge Alfredo. Em lembrança a Geraldo Moraes, que nos deixou há pouco também, o Panorama exibe A Difícil Viagem – filme, aliás, que tem Paulo José no elenco. E também haverá sessão de Índios Zoró – Antes, Agora e Depois?, último filme de Luiz Paulino dos Santos, morto no início do ano. Fora isso, vale lembrar os clássicos de grandes cineastas que o Panorama revisita este ano. Persona, de Ingmar Bergman, A Bela da Tarde, de Luís Buñuel, e O Martírio de Joana D'Arc, de Carl Dreyer, são algumas das preciosidades do cinema a serem exibidas no festival (alguns deles em película). Além de um jovem clássico absoluto do cinema: Cidade dos Sonhos, de David Lynch.

Programação especial

A programação do Panorama está repleta de outras sessões especiais e atividades voltadas para a discussão e desenvolvimento da arte cinematográfica. Além das tradicionais Oficina de Crítica Cinematográfica e do Laboratório de Roteiro, haverá debates, encontros com os realizadores, sessões para jovens e crianças e, este ano, uma Oficina de Direção de Arte.

As sessões especiais vão desde a estreia, na Bahia, da produção local Abaixo à Gravidade, de Edgard Navarro, até a apresentação de A Moça do Calendário, dirigido pela atriz e diretora baiana Helena Ignez. Além da mostra competitiva internacional, filmes de outros países ganham exibição no evento, como Zama, longa mais recente da cineasta argentina Lucrécia Martel.

O Panorama segue até o dia 15 de novembro, quando serão conhecidos os vencedores da mostras competitivas. Antes disso, na sessão de encerramento, será exibido Árabia, de Afonso Uchoa e João Dumans, filme vencedor do último Festival de Brasília.

  • SERVIÇO

O que: XIII Panorama Internacional Coisa de Cinema

Quando: 08 a 15 de novembro

Onde: Espaço Itaú de Cinema Glauber Rocha / Cine Theatro Cachoeirano

Preço: Salvador: R$ 10,00 (inteira)/ R$ 5,00 (meia) avulso – R$ 40,00 passaporte para 10 sessões

Cachoeira: Gratuito

Programação: site Coisa de Cinema

SecultBA celebra o Novembro Negro com programação cultural diversificada

Momento de refletir sobre os desafios, lutar por avanços e também celebrar o legado e a Consciência Negra, o mês do Novembro Negro conta com uma extensa programação realizada pelo Governo do Estado. A Secretaria de Cultura da Bahia (SecultBA) participa do projeto, promovendo a diversidade e a dinamização de seus espaços através de atividades voltadas para linguagens variadas, como música, dança, artes visuais, teatro e literatura.

Complexo TCA

Nesta quarta-feira (8), às 19h, o Teatro Castro Alves (TCA) será palco da abertura oficial do Novembro Negro, período emblemático de mobilizações pelo combate ao racismo, garantia e ampliação dos direitos da população negra. Promovido pela Secretaria da Promoção da Igualdade Racial (Sepromi), o evento, que terá transmissão ao vivo da TVE e do Portal do Irdeb (www.tve.ba.gov.br/tveonline), conta com apresentações do Bando de Teatro Olodum e das cantoras baianas Margareth Menezes, Juliana Ribeiro, Marcia Short, Wil Carvalho, Larissa Luz, dentre outras atrações. O espetáculo será antecedido por intervenções artísticas de alunos da rede pública estadual, no foyer do TCA. Os ingressos podem ser adquiridos pelo preço popular de R$1 (inteira) e 0,50 (meia).

O TCA ainda recebe, no dia 19, às 11h, o coletivo de percussão baiano Quabales, grande atração do projeto Domingo no TCA. Os ingressos serão vendidos a R$ 1 e R$ 0,50.  Já no dia 23, a Conferência Mulher com a Palavra encerra o ciclo de encontros em 2017, e recebe a atriz e diretora Camila Pitanga para falar sobre o tema “Negra, Sim!”.  O evento, com mediação de Rita Batista, terá ingressos vendidos a R$ 10 e R$ 5.

No dia 18 de novembro, 18h, a terceira edição do Concha Negra do Teatro Castro Alves traz ao palco o Ilê Aiyê, primeiro bloco afro da Bahia, neste show os seus convidados são a rainha do axé Daniela Mercury e o rapper paulistano Criolo. Na abertura, o Bando de Teatro Olodum. Ingressos R$ 30 e R$ 15.

Artes Negras

A Fundação Cultural do Estado da Bahia (Funceb) promove as artes negras durante o mês de novembro. Entre os destaques de sua programação, a sede da Funceb, localizada no Liceu das Artes, no Pelourinho, recebe a Exposição Mestre King, uma homenagem ao professor e coreógrafo, a mostra reúne fotografias de autoria de nomes como Any Valette e Rafael Martins, além de fotografias do acervo pessoal do Mestre. Na ocasião do lançamento, no dia 16, às 15h, será exibido o documentário Raimundos: Mestre King e as Figuras Masculinas da Dança na Bahia.  Também na sede da Funceb, acontece o projeto Diálogo Possíveis. A primeira edição, no dia 21, às 14h, lança o tema Mulheres Negras na Dança: Memórias Estereótipos e Protagonismos, com participações de Nilidinha Fonseca (Balé Folclórico da Bahia), Inah Irenam (ExperimentandoNUS Cia de Dança), Vânia Oliveira (Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia) e Marilza Oliveira (Universidade Federal da Bahia). A segunda edição, no dia 28, às 15h, traz o debate Dança e Empreendedorismo, com Tatiane Campelo (BlackLuxo), Sivaldo Tavares (Black Atitude e TJP Models), Alex Millany (Abantu), Coletivo Aquarela (Alunos Curso Profissional), Denis Pop (Cravo e Canela), Jackson Machado (Criollo) e Carolina Miranda (Calanga).

A música também tem espaço, o projeto Áfricas na Gente realiza apresentação no dia 22, às 15h, na sede da Fundação, com o propósito maior de enaltecer a cultura afro-brasileira e trazer reflexão sobre a importância do povo negro para a nossa cultura. Para as crianças, o artista João Lima, referência na arte da palhaçaria, leva a oficina Brincando de Circo, que irá proporcionar ao público uma experiência de um treino de malabares, ensaio de números de palhaços, além da realização de alguns movimentos simples de acrobacia e pequenos truques de mágicas. Em seguida, ele apresenta o espetáculo O Circo de um Homem Só. A programação começa às 13h. Outro grande destaque é a apresentação do espetáculo Kaiala, primeiro solo do ator Sulivã Bispo, que conta a história de uma menina de 10 anos, assassinada em uma invasão ao seu terreiro. Após a apresentação do espetáculo, abre-se um bate-papo sobre intolerância religiosa, tendo como convidada Mãe Jaciara, Ialorixá do terreiro Abassá de Ogum.

Espaços culturais

O Novembro Negro dos Espaços Culturais da SecultBA recebe, na capital e no interior do estado, uma programação que representa toda a força, resistência e diversidade das culturas negras. Entre os destaques, o Espaço Xisto Bahia recebe, na quarta-feira (08), às 18h, o evento que celebra o 42º Aniversário da Independência de Angola e os 18 anos da Casa de Angola na Bahia. Na ocasião serão realizadas apresentações do cantor Calebeto e da Banda Maravilha, além de uma intervenção do Balé Kilandukilo. O evento é promovido pela Fundação Pedro Calmon em parceria com a Casa de Angola.

No sábado (11), o Centro Cultural Plataforma recebe mais uma edição do “Concurso Mona Crespa”, às 17h. O projeto sempre se preocupou em mostrar nas passarelas assuntos de interesse para a educação dos jovens, tratando de temas como feminismo, consciência negra, intolerância religiosa, questões LGBT+ e os mais diversos assuntos de cunho social. A entrada custa R$ 20 e R$ 10. No mesmo dia, porém no Cine Teatro Lauro de Freitas, às 20h, Cartola recebe uma homenagem através do espetáculo “Memórias do Samba, que apresenta fragmentos da história desse grande cantor e compositor, além de relatos da efervescência cultural entre as décadas de 60/70, perpassando por obras musicais emocionantes e inesquecíveis da MPB. A entrada custa R$ 30 e R$ 15.

O Cine Teatro Solar Boa Vista será cenário da festa Batekoo, também no dia 11, às 23h. Em uma noite de discotecagem, o movimento mostra a força da expressão musical e do movimento do corpo, da pele preta e seu suor, da liberdade corporal e sexual, das culturas negras periféricas e urbanas. Ingressos R$ 20 e R$ 10. Ainda em destaque no espaço, o projeto Domingo no Parque volta com tudo no próximo dia 19, DAS 14h às 20h, visando movimentar o parque com a cultura hip-hop, fortemente trabalhada por jovens do Engenho Velho de Brotas. As entradas custam R$ 10 e R$ 5.

O Espaço Cultural Alagados também realiza diversas atividades durante o Novembro Negro. Entre os destaques, o Projeto Cultura Forra, de 8 a 22 de novembro, vem tratar de ações de empoderamento de crianças, adolescentes e jovens integrados através de oficinas e atividades culturais como forma de socialização.

No interior do estado, o Centro de Cultura de Alagoinhas traz, entre suas atividades, o Big Chop Coletivo: Empoderamento e Empreendedorismo da Mulher Negra. O evento será no dia 19, a partir das 9h. Já entre os dias 20 e 22, acontece o I Circuito de Arte e Cultura Negra do Grupo Cultural Quilombo Andante, com mesas temáticas, apresentações culturais e exposições artísticas. O Centro de Cultura de Porto Seguro tem em destaque da sua programação apresentações de dança, teatro e moda, em evento especial no dia 24, das 8h às 17h. Em Valença, o Centro de Cultura Olívia Barradas comemora o Novembro Negro e os seus 31 anos de história, no dia 10 de novembro, a partir das 18h, com apresentações de música, teatro, dança, cultura popular, artes visuais e intervenções literárias. E o Teatro Dona Canô, em Santo Amaro, promove no Dia da Consciência Negra (20), 20h, a apresentação do Grupo UHURU – EBY, que amplia o conhecimento cultural e valorizam as heranças dos antepassados através da música. Ingressos R$ 20 e R$ 10.

Bibliotecas

O Sistema de Bibliotecas da Bahia, administrado pela Fundação Pedro Calmon, realiza diversas atividades educativas e socioculturais. A Biblioteca Central, localizada nos Barris, inicia sua programação com o Sarau Cria Mundo, em parceria com o Colégio Estadual Thales de Azevedo, na quarta (08), das 9h às 18h. No dia 23, às 10h, a socióloga Dra. Marcilene Garcia estará à frente da palestra “O Negro no Mundo do Trabalho, diversidade e cotas raciais nos concursos públicos”. A Biblioteca Pública Thales de Azevedo, no dia 20, às 9h, promove a leitura Lendas Africanas de Iray Galvão, contando belíssimos mitos de origem yorubá. A Biblioteca Anísio Teixeira, no Pelourinho, também se destaca com palestras e bate papos.

A Biblioteca Juracy Magalhães Jr. promove atividades nas suas unidades de Salvador e Itaparica. Em Itaparica, fica em cartaz, de segunda a sexta, das 8h às 18h, e sábados, das 8h às 12h, a exposição Procura-se Bonecas Negras, composto por boneas de pano buscando o resgate da identidade negra no país. Ao longo do mês acontecem ações como rodas de conversa, palestras e oficinas de dança afro e de yourubá. Na unidade de Salvador, o destaque fica a exposição Vitrine Cultural: Novembro Negro, de segunda a sexta, das 8h às 18h, e sábados, das 8h às 12h, e para o desfile de moda Beleza Negra, no dia 24, às 14h.

A Biblioteca Infantil Monteiro Lobato tem destaques para todas as idades. No dia 09, às 15h, a APAE Salvador realiza uma apresentação de dança afro em homenagem ao Novembro Negro. A biblioteca recebe no dia 10 a exposição Boi Multicor, em homenagem ao recém falecido professor e arte-educador Jorge Conceição. A programação de abertura, a partir das 10h, contará com bate-papo pela manhã, contação de história e oficina de arte durante a tarde, e encerra com apresentação do NEOJIBA.

A BIBEX estará instalada com a Biblioteca Móvel no Instituto Central de Cidadania, no bairro do Pernambués, nos dias 10, 17 e 24. A programação é composta por jogos, brincadeiras, além do acesso das crianças ao acervo da BIBEX, com mais de 1000 livros.

Destaque também para a Biblioteca Virtual Consuelo Pondé. Estará no ar, no dia 6, a exposição Experiência Quilombolas, com o intuito de debater as experiências das populações remanescentes de quilombos baianos. No dia 13, a exposição “Lentes Negras: festas, festejos e celebrações”, retrata, através do olhar artístico, as comemorações, celebrações, festejos e costumes da população negra baiana nas suas mais diversas dimensões. Já no dia 25, quando se comemora o Dia da Baiana de Acarajé, a BVCP lançará minidocumentário sobre o oficio, produzido a partir do depoimento das baianas de acarajé mais antigas da cidade. Além disso, no dia 25 será lançado o dossiê especial online sobre o ofício das baianas de acarajé.

Museus

Os museus da Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC) participam do Novembro Negro. No Pelourinho, o Museu Tempostal em parceria com o grupo Contadeiras promove uma contação de histórias especial, aberta ao público, no dia 21, às 15h. Além disso, o mês terá atividades de Capoeira, Samba de Roda, entre outras atividades em parceria com o Colégio Estadual Azevedo Fernandes. O Museu Udo Knoff apresenta o Projeto Somos Parte de Você, com bate-papo e jogos educativos, nos dias 16, 23, 29 e 30, a partir das 14h. O evento é voltado para grupos de alunos de 15 a 20 anos de escolas parceiras, porém é também aberto para o público em geral. Permanece em cartaz no museu a exposição ‘Os Meninos do Pelô não apenas sabem tocar tambor: também apreciam música, literatura e obras de arte’, de terça a sábado das 13 às 17 horas. Já o Solar Ferrão continua com a Exposição instrumentos africanos e afro-baianos, da coleção da etnomusicóloga Emília Biancardi, de terça a sábado das 13 às 17 horas.

No Parque Histórico Castro Alves, em Cabaceira do Paraguaçu, durante todo o mês as visitas monitoradas serão voltadas para importância dos negros na vida e  na obra de Castro Alves. A biblioteca do Parque Histórico Castro Alves, com o Projeto Sopa de Letras que visa estimular a leitura infantil por meio da contação de histórias, vai trabalhar a história ‘Menina Bonita do Laço de fita de Rute Rocha’, visando a valorização da beleza negra. De terça a domingo, de 9 às 13h.

 

 

Fonte: A Tarde/SecultBa/Municipios Baianos

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