09/11/2017

Os apoiadores de Luciano Huck à eleição de 2018

 

Por qual turbação do espirito grupos politicamente irresponsáveis podem sequer sugerir que um medíocre animador de auditório possa alçar ao nível da realidade a pretensão de ser Presidente de um grande País? Que tipo de cérebro têm pessoas que cogitam de tal disparate? Diogo Mainardi acha que Huck é o único candidato que serve para o Brasil, parece que a turma de economistas ultra neoliberais do Partido Novo-Casa das Garças, também tem a mesma opinião, é o candidato natural dos restaurantes da Rua Dias Ferreira e Jardim Botânico.

Em que mundo real vivem? Em que tipo de cultura politica recolhem ideias? Quais as credenciais para alguém ter a pretensão à Presidência de um grande País? Pelo visto nenhuma, basta ser famoso, celebridade, não precisa de mais nada.

A Rússia tem Putin, com décadas de experiência e caráter forjado nas mais perigosas catacumbas do Kremlin. Putin foi chefe da KGB na Alemanha Oriental apenas para começo de carreira nos subterrâneos da STASI, um legitimo herdeiro do mito de Stalin, com as mesmas nuances do poder incontrastável disfarçado em modéstia, na magistral postura do líder máximo da URSS, que adorava fingir que não mandava nada, “preciso falar com o Presidente Kalinin” que não mandava nem no seu banheiro.

A China tem na sua liderança o homem mais poderoso do mundo, segundo a revista The Economist. Um dragão do poder máximo curtido nos labirintos do Politburo do maior partido politico do planeta, herdeiro de Mao e replicando sua estatura como nenhum outro dirigente chinês desde o mítico líder da Grande Marcha, estamos à frente de um novo Mao.

Na Índia o Primeiro Ministro Narendra Modi, águia treinada nas selvas traiçoeiras da complicadíssima politica do subcontinente das castas e das 200 etnias, anteriormente governador da província de Guzerat, são os dirigentes dos países do grupo BRIC frente aos quais o Brasil tem que terçar lanças. Não tem calouros nesse grupo, são cobras criadas, o Brasil vai se apresentar com um apresentador de programa de TV sem qualquer experiência politica nesse ninho de escorpiões? Tem alguma lógica? O Brasil é jardim de infância? Um dos maiores países do mundo, o Brasil ou se reforça com quadros de primeira ordem ou desaparecerá para sempre na mediocridade de um programa de auditório.

A complexidade dos problemas mundiais deste ponto do ciclo histórico para frente desafiará as melhores e maiores capacitadas mentes de estadistas, postos a prova através do exercício do poder, seja como governadores, seja como ministros, a etapa lógica para chegar à Chefia de Estado é o exercício anterior de governos regionais ou setoriais, esse é o roteiro clássico, quando há exceções como Trump o desastre se apresenta a galope. É claro que o Brasil tem grandes nomes para o cargo máximo, mas quem se apresentará sabendo que no dia seguinte haverá uma delação, seguida de inquérito e denuncia porque em 2008 o sujeito recebeu 200 mil Reais de doação não contabilizada. Esse virou o esporte brasileiro com maior número de aficionados, a delação na prateleira seguida de imediato vazamento e escandalização na GLOBO. Quem se habilita?

O discurso moralista é tão absurdo que leva a se criar um cenário de horrores para um dos países centrais do Século XXI, grande por sua extensão territorial, por sua população, por seus recursos naturais, por sua magnifica História, um império tropical Habsburgo único no Hemisfério Sul, maior nação multiétnica e multirracial, por seu poder de arbitragem na gestão da reserva ecológica do planeta, vai virar motivo de piada, como as Filipinas, onde um animador de TV chegou à Presidência? O Brasil é igual às Filipinas? O discurso moralista que implodiu a imagem do Brasil no mundo, hoje visto a partir de propaganda irradiada por brasileiros palestrantes para outros verem nossa roupa suja como o único Pais corrupto do mundo, um País onde 15 Presidentes da Republica saíram do poder com os mesmos bens com que chegaram , enquanto a regra na América Latina é o mandato produzir, do México à Argentina, ex-Presidentes bilionários. No México a cota aceita por tradição é de 2 bilhões de dólares para ex-Presidentes e a regra de sempre morar fora do México para não atrapalhar o sucessor, espera-se que saiam bilionários, é do jogo.

Peron e Menem saíram multimilionários da Presidência da Argentina, Duhalde, líder provincial peronista, virou riquíssimo tendo sido sempre politico. O padrão brasileiro é modesto, dona Sara Kubitschek teve que vender quadros da parede para sobreviver, Getúlio deixou um pequeno apartamento na Tijuca e o quinhão herdado na fazenda centenária do pai em S.Borja, chefes de Estado que saíram pobres após o Poder máximo, classes médias depois de décadas de poder, dona Dulce Figueiredo se tratava em hospitais do SUS, os filhos do Presidente Medici sobrevivem com empregos na engenharia, o Brasil DEFINITIVAMENTE não é o Pais mais corrupto do mundo como querem fazer crer os paladinos da moral.

Ou não será MEGA corrupção a que existe nos Estados Unidos, esses mesmos que pretendem dar lição de moral ao mundo, onde um Congresso é largamente financiado por lobbies legendários da indústria bélica, da indústria farmacêutica, da indústria de petróleo e pior ainda, muito pior, um lobby étnico, a AIPAC-American Israel Political Action Committee que COMPRA uma politica exterior pro-Israel no Congresso e na Casa Branca, politica que geralmente VAI contra os interesses do povo americano e lança os EUA em guerras injustificáveis no Oriente Médio, QUE CUSTAM TRILHÕES DE DOLARES, uma politica só possível pela CORRUPÇÃO ELEITORAL do incontrastável lobby judaico? Toda uma politica exterior que prejudica a longo prazo os EUA em beneficio de um grupo étnico financeiramente forte dentro dos EUA, processo só possível pela corrupção legalizada dentro da politica americana, as doações são milionárias e LEGAIS, lá não se cultiva a hipocrisia da falsa santificação que diz “empresas não podem doar” abrindo super avenidas para o caixa 2 do crime e das seitas, bem como deixando sem limites os milionários que podem usar seu próprio dinheiro.

Ou a corrupção da indústria armamentista, financiando campanhas de congressistas, gerando o maior orçamento de gastos militares do mundo, com ou sem guerras? Ou o lobby da indústria farmacêutica, que mantem nas alturas o preço dos remédios, contribuindo pela falta de tratamento a permanência de doenças curáveis em bilhões de pobres do planeta que não podem pagar preços 100 vezes maiores que o custo. Todos esses lobbies seriam ILEGAIS no Brasil, material para dez forças-tarefas, lá existem e são legais e aceitos como parte essencial da politica, os americanos não são hipócritas, sabem que a democracia CUSTA CARO, então é melhor reconhecer isso e não fingir que a democracia deva ser gratuita, paga com doações de vizinhos. Não será tudo que se faz nos EUA mais letal corrupção do que as propinas de empreiteiras? Pois esse discurso do “Brasil país mais corrupto do mundo” pode levar nosso grande Pais a escolher aventureiros da pior qualidade para a Presidência, um suicídio nacional.

Porque pensar só em Luciano Huck? Que tal Amauri Junior, Raul Gil, Silvio Santos, Datena, Galvão Bueno, Ana Maria Braga, Faustão, Sidney Oliveira das vitaminas? São também nomes nacionalmente conhecidos, pelo mesmo padrão Huck podem ser Presidentes da República, porque não? Quais qualificações e credenciais Huck tem melhor que o Faustão? Ambos são ricos e estão há muito tempo na tela, se comunicam bem. Essa é a reta de chegada do discurso moralista, que vê um  grande Pais apenas como material de inquéritos, o resto, politica econômica, projetos de infraestrutura, política social, reforma da educação, reorganização do sistema de saúde, nada disse interessa, o importante é a próxima delação, a próxima denúncia, o próximo voto no Supremo, a isso foi reduzido o Brasil e é por ai que chegam as diligências dos aventureiros, o soi disant NOVO na politica. Luciano Huck é do ninho ULTRA TUCANO, seu padrasto é Andrea Calabi, um dos cardeais do tucanismo ultraneoliberal, suas amizades vão do Leme ao Leblon, de Aécio Neves a Alexandre Accioly, é o candidato do PADRÃO GLOBO, pode ser levado a sério? Mais ainda, é o candidato ideal para um grande difamador do Brasil que mora em Veneza e se encarrega a falar mal de nosso País há décadas, um lixo de País, segundo ele, mas que será salvo pelo amigo Huck, da GLOBO.

Que falta faz um mídia CRITICA, na linha da mídia francesa, da mídia americana de opinião, dessas mídias que destroem balões no ar e furam sacos de vento ou pelo menos tentam. Podem até não conseguir, mas a critica demolidora é essencial para torpedear fraudes dessa dimensão que colocam em risco o futuro de todo um Pais na bandeja da frivolidade, da mistificação, do faz de conta, do “me engana que eu gosto”, do fingimento. Todo aventureiro NOVO em politica por definição tem FICHA LIMPA nessa atividade, uma vez que nunca a exerceu, da mesma forma que até o primeiro assalto o ladrão não tem passagem pela politica, está limpinho.

A Rede Globo

Luciano Huck significa entregar DIRETAMENTE o Brasil à Rede Globo e ao mercado financeiro, como se fosse um brinde desses que as companhias aéreas dão aos passageiros de categoria. Um apequenamento de um grande País que chega a ser uma humilhação para um povo com tão rica História. Será que não tem outro, perguntarão os russos, chineses e hindus? Ah, tem sim, mas todos os políticos são corruptos, esse é o único limpo. Gostosas gargalhadas, dirão por galhofa, na Rússia, na China e na Índia nunca houve corrupção, vão ter cólicas de tanto rir, o Brasil só aceita candidatos sem passado porque os com passado são corruptos. Na politica russa, na politica chinesa, na politica da Índia nunca se ouviu falar em corrupção. Só no Brasil, o “País mais corrupto do mundo” como falam brasileiros no Wilson Center em Washington, após o que recebem aplausos e medalhas por sua luta contra a corrupção.

Depois da palestra, no bar do Prime Rib em Washington os americanos darão boas risadas. “O Brasil está limpando a corrupção e vai ficar tão puro como o México”, dirão entre um e outro gole de whisky com gelo e soda, nem citam a Rússia porque em Washington todo mundo respeita a Rússia e fingem que os russos são os políticos mais honestos do planeta. O discurso moralista chega assim ao seu paroxismo, se somos tão ruins que tal entregar a administração do País a estrangeiros, pelo menos deles não se sabe nada de ruim.

Os negócios de Huck com o laranja de Aécio na Lava Jato que a mídia irá abafar. Por Kiko Nogueira

Uma das histórias de Luciano Huck que a mídia vai fazer o impossível para abafar é a de sua sociedade com o carioca Alexandre Accioly, tido como laranja de Aécio Neves. Accioly é da turma de Huck desde, pelo menos, 2003, quando faziam parte de um grupo de “jovens empresários brasileiros” que estavam investindo, principalmente, na indústria de entretenimento. Em 2004, fizeram juntos a casa noturna “Oi Noites Cariocas”. Huck vinha de uma experiência bem sucedida no bar Cabral, nos Jardins, uma balada mauricinha, e do programa H, em que revelou Feiticeira e Tiazinha (futuras ministras?).

Orbitavam em torno de Aécio Neves, que sempre gostou da balada. Accioly é padrinho de um dos filhos do tucano. Huck e Accioly são sócios em diversos empreendimentos. No Rio de Janeiro, tinham negócios nas rádios Jovem Pan e Paradiso. Em 2011, montaram a rede de academias Bodytech, presente nos maiores shoppings. Os outros parceiros são João Paulo Diniz, Luiz Urquiza e o técnico Bernardinho (que deve sair para governador do RJ). Na inauguração, Huck veio com sua lenga lenga marqueteira. “Quero ver as pessoas fazendo coisas legais por preços acessíveis, abrindo serviços no Brasil que antes eram para poucos. Quero contribuir, fazer tudo o que puder”, afirmou.

É uma marca do sujeito. Seja lá o que ele faça com objetivo absolutamente argentário — o que pode ser absolutamente legítimo — é propagandeado como obra social. Um jeito de “contribuir” com o Brasil é aclarar a natureza de sua sociedade com Accioly.

Em seu depoimento à Lava Jato, Henrique Serrado do Prado Valladares, ex-vice-presidente da Odebrecht, contou que Aécio Neves recebeu R$ 50 milhões em troca de apoio ao consórcio com a Andrade Gutierrez que disputou o leilão das usinas de Santo Antônio e Jirau, no Rio Madeira. O dinheiro teria sido depositado numa conta secreta em Cingapura em nome de Accioly. Valladares diz que encontrou os dois num restaurante no Rio de Janeiro. Estavam em companhia de Diogo Mainardi, um dos donos do blog Antagonista, vazador oficial da Lava Jato. “Eu tinha ido para aquele restaurante, Gero, com a minha esposa para jantar. E estavam lá Aécio Neves sentado com Accioly, mais o cara que faz o Manhatann Connection… o Diogo Mainardi. Estavam reunidos na mesma mesa”, afirma. “Na despedida, o governador Aécio Neves disse a mim: ‘Olha, Henrique, o Dimas Toledo [então diretor de Furnas], nosso amigo comum, vai lhe procurar’. Simplesmente isso. E se despediu de mim”. Continua: “Então, (um dia) o Dimas me traz um papelzinho com o nome do Accioly, eu sabia que era amigo do governador. Eu me recordo que é em Cingapura a conta. Não é Suíça, não é Bahamas, é Cingapura”.

Em agosto, a Folha noticiou que Accioly iniciou conversas com procuradores da força-tarefa visando um acordo de delação premiada. Ele nega. Em 2012, a extinta revista Alfa, que eu dirigia, fez um perfil de Alexandre Accioly, assinado por Marcelo Zorzanelli, hoje um dos membros do Sensacionalista.

  • Transcrevo alguns trechos:

Ainda garoto, o carioca Alexandre Accioly traçou um objetivo para si próprio: viver bem. “Não queria ficar rico. Eu queria conhecer a Disney”, diz. “Mas nunca tive ninguém me bancando. Fui com o meu dinheiro aos 27 anos.” Aos 49, ele frequenta com a mesma desenvoltura a seção de economia e as colunas sociais.

Empresário desde os 17 anos, fez uma série de bons negócios desde que montou uma agência de figurantes no fim dos anos 1970 – teve um jornal de classificados de carro, outro de esportes, vendeu revistas, montou um centro de telemarketing, uma produtora de shows, uma rede de academias, restaurantes de luxo, uma marina em Angra dos Reis – e ficou amigo de alguns dos homens mais poderosos e influentes do país, que o consideram um “irmão”.

(…)

“Aos 8 anos, agenciei alguns amigos como engraxates. E os ensinei a, de noite, se sujar de graxa para pedir dinheiro. Eu ficava com metade. Até que uma das mães descobriu e acabou com o meu negócio.”

“Minha avó tinha uma boa pensão do exército, que bancava a família toda. Ela havia me ajudado a montar um jornal de classificados de automóveis. Aí veio o Plano Collor e quebrei. Logo depois, ela foi atropelada e morreu. Quando acabou o dinheiro, lembrei que ia com ela todo mês sacar a pensão… [Aciolly interrompe a entrevista e diz: Você publicando isso eu vou ser preso… mas, pode publicar. Acho que já prescreveu]. Depois que ela morreu, fui lá e a máquina começou a cuspir dinheiro. Que alegria! Vivemos mais de um ano com essa pensão, até eu começar a ganhar algum de novo.”

“Há dois anos, dei uma longa entrevista para uma revista mensal [a Piauí]. Um belo dia, minha assessora me disse que o diretor de redação [Mario Sergio Conti] queria jantar comigo. A primeira pergunta que ele me fez: `Alexandre, você, com a sua vaidade, sempre coloca seu nome nas suas empresas. Como você se sente no caso do restaurante Fasano? Ficar no segundo plano não te incomoda? Eu me debrucei sobre a mesa e disse: `Cara, eu adoro gozar com o p** dos outros. O que me importa é dinheiro no bolso, meu nêgo.”

 “Eu não falo inglês. Por isso, sempre brincava quando começava a namorar: se a mulher não falasse inglês, terminava logo, porque aí não dava para viajar.”

“Eu tomava decisões de risco na minha empresa de telemarketing. Não tinha dinheiro para investir e minha carga tributária era de 40%. Eu ia pagar imposto ou comprar computador e pagar salário? Eu falei: `No c*, imposto!. Só pagava os impostos dos funcionários. E nunca admiti que falassem que eu era sonegador. Fui inadimplente por mais de dois anos. Foi o dinheiro mais caro que eu já peguei emprestado, paguei uma multa gigante.”

“O Unibanco estava procurando uma empresa de call center à qual se associar. Aí nos reunimos com o conselho do banco. Estariam lá o [Jorge] Bornhausen, o [Tomas] Zinner e o Pedro Moreira Salles. O Urquiza, meu sócio, me pediu uma semana inteira para eu não falar palavrão. Na reunião, comecei: `P*** que o pariu! C******! Meu sócio está há uma semana me pedindo para não dizer palavrão. Esse filho da p*** veio até aqui falando na p**** do meu ouvido. Senhores: se formos sócios, vocês vão ouvir muito palavrão. Gargalhadas gerais. No fim, o Pedro Moreira Salles falou: `Tchau, sócio.”

“Tenho dois amigos bem palhaços. Álvaro Garnero, primo da Astrid [Monteiro de Carvalho, com quem Accioly teve um filho após um relacionamento de uma noite], e meu querido Aécio Neves. A única pessoa que sabia que eu tinha tido algo com a Astrid era o Aécio. Abro uma revista de fofoca e vejo a Astrid numa matéria enorme com o Antônio [filho de Accioly que foi criado até 1 ano e três meses pelo então marido de Astrid, o empresário Marcos Campos]. Nesse dia, o Aécio me liga: `Já viu seu filho na revista?’. Eu falei: `Ah, Aécio, vai se f****!’. Um mês depois, primeiro de abril, toca o celular. Era o Álvaro Garnero, que estava em Lisboa. Ele me disse: `Cagada geral. Se tocar o telefone, não atende. A Astrid reuniu a família inteira e disse que o Antônio é seu filho!’. Quando ele falou aquilo, parecia tão verdade… E então ele começou a rir e eu ouvi a risada do Aécio no fundo. Eu não tinha me tocado que ele também estava em Portugal.”

“Fui fazer um jantar para o Boni, que entende tudo de vinho. Eu vou fingir que entendo? Comprei o vinho mais caro, que aí não tinha como errar. Eu aplico isso na vida.”

Eis o sócio de longa data de Luciano Huck. Os dois são da mesmíssima cepa. É evidente que, a essa altura, o apresentador já apagou as fotos com o velho camarada de seu Instagram e não atende seus telefonemas.

Tudo isso em nome de um país mais justo, como sabemos. A imprensa quer o chefe dessa turma na presidência. Ele é o cara de centro.

Loucura, loucura, loucura.

 

Fonte: Por André Araújo, Jornal GGN/DCM/Municipios Baianos

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