09/11/2017

Quem é o conselheiro de economia de Bolsonaro?

 

A falta de conhecimento do presidenciável Jair Bolsonaro sobre economia tem chamado a atenção. Em uma entrevista recente concedida à jornalista Mariana Godoy, da RedeTV, o deputado enrolou-se ao ser questionado sobre sua opinião a respeito do chamado tripé macroeconômico. "Quem vai falar de economia por mim é minha equipe econômica no futuro", afirmou. "Se exigem de mim a questão da economia, então teriam de exigir entendimento de medicina, (pois) eu vou indicar o ministro da Saúde." Logo após a entrevista, a mídia passou a relatar que o deputado tem mantido encontros semanais com Adolfo Sachsida, pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), para discutir temas da economia nacional e internacional. Em outubro, o site O Antagonista já havia adiantado que Sachsida era o "conselheiro misterioso" de Bolsonaro.

O currículo de Sachsida no Ipea informa que ele é doutor em economia pela Universidade de Brasília e concluiu seu pós-doutorado na Universidade do Alabama, nos Estados Unidos, além de ter sido consultor do Banco Mundial para a Angola. Embora possua currículo na área, o pesquisador é mais conhecido por seu ativismo político e seu alinhamento com algumas das pautas preferidas de Bolsonaro e seus seguidores. Filiado ao DEM, o pesquisador concorreu a deputado distrital nas eleições de 2014. Seu perfil radical incomodou até mesmo o governo de Michel Temer. Sachsida teve uma passagem relâmpago pela Esplanada dos Ministérios. Em julho do ano passado, Mendonça Filho, ministro da Educação, o nomeou como assessor especial da pasta, mas desistiu uma dia depois com a revelação de postagens de Sachsida nas redes sociais em defesa do movimento Escola sem Partido. Em entrevista de 2015, o pesquisador chegou a afirmar que "a ideologia é o problema mais sério no Ipea hoje".

O apoio do pesquisador a uma pauta cara a Bolsonaro não é único ponto em comum entre o conselheiro e o presidenciável. Em seu canal no Youtube, Sachsida até trata de economia, mas também aborda temas que vão desde o ensino da "ideologia de gênero nas escolas" à defesa de que Adolf Hitler era de esquerda. Quando o tema é a economia, o pesquisador costuma defender as reformas de Temer, como fez Bolsonaro nas votações da emenda constitucional que congelou os gastos públicos por 20 anos e da reforma trabalhista. Em um vídeo, Sachsida defende, por exemplo, a "modernização da legislação trabalhista" com base no fato de a CLT ter inspiração no fascismo italiano.

Em comum com Bolsonaro, o pesquisador demonstra apreço pela política de encarceramento. Em um texto de discussão escrito com outro pesquisador no âmbito do Ipea, Sachsida defende que o combate à criminalidade "pode ser feito com sucesso sem passarmos por grandes mudanças na estrutura socioeconômica da sociedade". "Aumentar a taxa de encarceramento e a taxa de policiamento são políticas públicas capazes de reduzir a taxa de homicídios, independentemente de a desigualdade de renda diminuir ou de o nível de escolaridade da população aumentar", conclui o estudo. Para defender que Hitler era de esquerda, uma tese popular entre seguidores de Bolsonaro, o pesquisador estabelece que é de esquerda quem prioriza o Estado em detrimento do indivíduo, a função social da propriedade em oposição à propriedade privada e o controle estatal de preços em lugar do livre mercado. Assim, o pesquisador entende que Hitler, por defender a imposição do Estado sobre a economia, seria de esquerda. Para sustentar sua tese, o pesquisador recorre a uma comparação entre o PT e a legenda alemã. "O PT é a sigla do Partido dos Trabalhadores. Da mesma maneira, o partido nazista era uma sigla: Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães. Você realmente acredita que um partido socialista dos trabalhadores é um partido de direita?", afirma, antes de concluir. "Hitler era socialista antes e depois de assumir o poder."

O “Fraga do Bolsonaro” deve estar fazendo Enéas revirar-se no túmulo

Jair Bolsonaro vem com a história que quer fazer do falecido “Meu nome é” Enéas Carneiro, um iltranacionalista, “herói da pátria”. Pois eu acho que o Dr. Enéas daria um passa fora em Bolsonaro se lesse a entrevista dada pelo guru econômico do candidato a Cristian Klein, do Valor. Porque aquele Bolsonaro que queria fuzilar Fernando Henrique Cardoso por ter privatizado a Vale, que dizia que a Petrobras e o Banco do Brasil não podiam ser privatizados, que os impostos eram uma roubalheira tão grande que ele próprio não pagava, havendo jeito para isso, se foi. O senhor Adolfo Sachsida, que está fazendo “aconselhamento periódico” ao candidato do futuro “Patriotas”  mostra que Bolsonaro, agora, virou um “liberal de mercado”. De olho, claro, no apoio do mundo do dinheiro, aquele que realmente importa para candidatos assim. “A parte macroeconômica (da agenda de Bolsonaro) seria muito parecida ao que propõem as ideias liberais”, diz Sachida, dizendo que Bolsonaro agora aceita privatizar o Banco do Brasil e a Petrobras. Reduzi impostos? “Vamos com calma, por causa das contas públicas e da arrecadação”. E vai adiante: tripé macroeconômico, BC (aquele que, antes, segundo ele, decide a taxa de juros” de acordo com os interesses dos colegas do mercado financeiro”) independente. Só de uma coisa desagrada Bolsonaro, segundo Sachida: o comércio com a China, porque “é muito influenciado pelo pensamento mais conservador americano”. O pior, para o Dr. Enéas, é que o seu Prona, agora, participa de outra tragicomédia: o lançamento de um tal Dr. Rey, cirurgião plástico que mora nos EUA, apresentador de TV e garoto propaganda da Polishop.

EXCLUSIVO: Sobre a expulsão de Bolsonaro da Escola de Oficiais após plano terrorista

Dos 11 inquéritos, ações penais, mandados de injunção e petições sobre o deputado federal Jair Bolsonaro que estão ou já passaram pelo Supremo Tribunal Federal (STF), nenhum foi mais explosivo e preocupante para suas pretensões políticas do que o julgamento no dia 16 de junho de 1988 no Superior Tribunal Militar (STM). Bolsonaro era acusado de transgressão grave ao Regulamento Disciplinar do Exército (RDE). Ele dera entrevista e publicou artigo na revista Veja, em 1986, com comentários nada amigáveis ao governo federal. Também planejou ações terroristas. Iria explodir bombas em quartéis do Exército e outros locais do Rio de Janeiro, como na principal adutora de água da capital fluminense, para demonstrar insatisfação sobre índice de reajuste salarial do Exército.

Diz o relatório secreto do Centro de Inteligência do Exército (CIE), nº 394, de 1990, com 96 páginas, ao qual o DCM teve acesso, e que é publicado pela primeira vez:

“Punido por ter elaborado e feito publicar, em uma revista semanal, de tiragem nacional, sem conhecimento e autorização de seus superiores, artigo em que tece comentários sobre a política de remuneração do pessoal civil e militar da União: ter abordado aspectos da política econômica e financeira fora de sua esfera de atribuição e sem possuir um nível de conhecimento global que lhe facultasse a correta análise; por ter sido indiscreto na abordagem de assuntos de caráter oficial, comprometendo a disciplina; por ter censurado a política governamental; por ter ferido a ética, gerando clima de inquietação no âmbito da OM (Organização Militar) e da Força e por ter contribuído para prejudicar o excelente conceito da tropa paraquedista no âmbito do Exército e da Nação (NR 63, 65, 66, 68 e 106 do anexo I, com agravantes do NR 2 e letra “C” NR 6 do artigo 18, tudo do RDE, fica preso por 15 (quinze) dias”.

O ato grave de indisciplina provocado por verborragia sua e de sua esposa, que falou à repórter da Veja sobre o plano de explodir bombas, culminou em 15 dias de cadeia para o então capitão. Mas só. Sua carreira foi posta à prova no STM, a maior instância jurídica das Forças Armadas. Aconteceu no período inicial de redemocratização do Brasil, depois de 21 anos de ditadura. Poderia se tornar o maior problema da vida para Jair Bolsonaro. Mas não foi. O STM, por nove votos a quatro, considerou–o inocente, mesmo depois de uma comissão interna do Exército, chamada de Conselho de Justificação, tê-lo excluído do quadro da Escola Superior de Aperfeiçoamento de Oficiais (ESAO), na zona norte do Rio de Janeiro, e também de o Conselho ter considerado que as explicações dadas não foram satisfatórias. Em 1988, o general Sérgio de Ari Pires, ministro do STM, relator do processo contra Bolsonaro, concordou com o parecer do Conselho de Justificação e considerou o então capitão “não justificado”, ou seja, culpado. No dia 16 de junho de 1988, o STM realizou reunião para julgar Bolsonaro e o inocentou. Ato diametralmente oposto ao que acontecia dentro do mesmo Tribunal quando do julgamento de ações envolvendo qualquer cidadão acusado de ser contra o regime militar; mesmo que essa pessoa tenha apenas escrito uma carta endereçada a seus colegas de profissão.

Anos depois desse episódio sobre os planos terroristas de Bolsonaro no STM, o próprio disse à imprensa que todo esse imbróglio jurídico interno da caserna apenas o ajudou a ganhar fama e se eleger. “Eu nem pensava em entrar na política, mas isso me ajudou porque fiquei conhecido e então eu fui eleito no ano seguinte”, declarou para a imprensa em 2014. No ano de 1988, Bolsonaro foi eleito vereador no Rio de Janeiro com 11 062 votos, quando passou para a reserva não remunerada da corporação. As declarações de Bolsonaro, à época, foram bem pesadas se comparadas com ações políticas de qualquer cidadão brasileiro comum, obrigado a se calar diante da recém acabada ditadura militar que oprimiu o Brasil por duas décadas.

“Como capitão do Exército brasileiro, da ativa, sou obrigado pela minha consciência a confessar que a tropa vive uma situação crítica no que se refere a vencimentos. Uma rápida passada de olhos na tabela de salários do contingente que inclui de terceiros-sargentos a capitães demonstra, por exemplo, que um capitão com oito a nove anos de permanência no posto recebe – incluindo soldo, quinquênio, habitação militar, indenização de tropa, representação e moradia, descontados o fundo de saúde e a pensão militar – exatos 10.433 cruzados por mês”, escreveu no artigo publicado pelo semanário em 3 de setembro de 1986.

Paralelamente, para pressionar o comando do Exército, Bolsonaro e outros militares planejaram explodir bombas em quartéis do Exército no Rio de Janeiro e outras localidades como a adutora de água Guandu, que abastece a cidade do Rio. Alguns dos alvos seriam a Vila Militar e a Academia de Agulhas Negras. O plano seria acionado caso o governo concedesse aumentos salariais inferiores a 60%. Batizado de “Beco sem Saída”, a ideia tinha o objetivo de deixar clara a insatisfação dos oficiais com o índice de reajuste salarial que seria anunciado em poucos dias pelo ministro do Exército Leônidas Pires Gonçalves. Os atentados a bomba iriam ferir seriamente a autoridade do ministro e colocariam o Brasil em polvorosa. Mas havia dois pesos e duas medidas. No mesmo ano de 1987, por exemplo, os trabalhadores da hidrelétrica de Itaipu, em Foz do Iguaçu (PR), realizaram uma manifestação reivindicando aumento salarial. Foram dispersados por tropas do Exército. Um trabalhador foi ferido pela repressão ao ato.

A economia brasileira estava em frangalhos. A inflação muito alta. Fracassou o Plano Cruzado, lançado pelo então presidente José Sarney. Havia muita insatisfação dentro dos quartéis devido à perda de poder aquisitivo e político que os militares gozavam.

“Serão apenas explosões pequenas, para assustar o ministro. Só o suficiente para o presidente José Sarney entender que o Leônidas não exerce nenhum controle sobre a tropa”, disse uma esposa de oficial à repórter da revista semanal que fez a matéria sobre o “Beco sem Saída”.

“Temos um ministro incompetente a até racista”, disse à época Bolsonaro. Seria usada TNT, a popular dinamite.

Apesar de ferir dois sustentáculos básicos da carreira militar, a disciplina e a hierarquia, e de ter sido punido inicialmente com 15 dias de prisão, Bolsonaro só ganhou reconhecimento desde então. Na sua justificativa ao STM, ele disse que a matéria tinha como objetivo fazer vender a revista com publicação sobre assunto sensacionalista, e que não havia falado com a repórter. O Conselho de Justificação do Exército reconheceu que Bolsonaro havia mentido, mesmo porque a revista publicou croqui desenhado pelo próprio punho de Bolsonaro sobre as bombas e locais onde seriam detonadas.

Por unanimidade, o Conselho considerou, em 19 de abril de 1988, que Bolsonaro era culpado e que fosse “declarada sua incompatibilidade para o oficialato e consequente perda do posto e patente, nos termos do artigo 16, inciso I da lei nº 5836/72”. Fatos esses desconsiderados no julgamento do STM, assim como a ameaça de morte feita pelo réu à repórter da revista, durante seu depoimento. Bolsonaro foi considerado “não culpado” por nove a quatro. Em 1990, chegou a ter entrada proibida nas instalações das Organizações Militares. Proibição suspensa posteriormente. Desde então só fez crescer sua atuação política. Foi eleito vereador no município do Rio com votos de militares e seus familiares; e chegou a deputado federal, cargo que ocupa há 26 anos. Agora é pré-candidato à Presidência da República e percorre o Brasil em campanha arcada pelo agronegócio, pela indústria bélica e pela cota parlamentar. Possui mais de 4,4 milhões de seguidores em sua página oficial na internet e ganha destaque com polêmicas nas redes sociais e brigas no Parlamento, ocasiões em que destila seu preconceito, homofobia, ultra-conservadorismo e ignorância.

O comandante do Exército, general Eduardo Dias da Costa Villas Bôas, disse em entrevista à Folha de S.Paulo que “é a população quem vai julgar partidos e os candidatos, devendo, para tanto, conhecer os projetos e ideias de cada um. Destaco que o Exército, como instituição permanente, serve ao Estado e não a pessoas, estando acima de interesses partidários e de anseios pessoais”. Já Bolsonaro continua usando o Exército como trampolim. “A partir desta data, na reserva não remunerada, inicia um intenso trabalho como defensor dos interesses da classe militar, sem que para isso tenha representatividade ou delegação, arguindo, contrapondo e acusando de forma descabida autoridades constituídas nos mais diversos níveis”, aponta o relatório secreto do CIE no item 14, página 2, informação nº 394, de 27 de julho de 1990. Tão antigo e tão presente.

Globo descarta Alckmin, usa Bolsonaro e vai pro 'Huck ou nada'. Por Ricardo Cappeli

A capa do Globo na internet não deixa dúvida. Nela Merval, o editorialista da Família Marinho, profetiza: 'Alckmin não tem chance contra campanha agressiva'. Na notinha, estranha para uma previsão tão bombástica, argumenta que a campanha será agressiva e que o PSDB, com o caixão de Aécio e o apoio ao governo Temer, não resistirá. Segundo o jornalista, vai dar Lula e Bolsonaro.

A campanha do ano que vem será uma "carnificina", não há qualquer dúvida quanto a isso. Estaria por isso a "Turma da Lopes Quintas" desembarcando em Bolsonaro? Não é uma hipótese a se descartar, mas hoje o jogo não é esse. Derrotada na tentativa de derrubar Temer e estabelecer nova configuração no quadro político, a emissora continua sua marcha para atropelar a política e os partidos.

Usa Bolsonaro no momento para dizer claramente aos Tucanos "não contem conosco pois serão derrotados, e se não vierem para meu colo iremos de Bolsonaro." Usam o medo da extrema direita para tentar fazer os paulistas quatrocentões engolirem uma saída "puro sangue". Ou alguém acredita que Luciano Huck anda desfilando em conversas com Joaquim Barbosa, dentre outros, sem a autorização e o apoio da Família?

Passam recibo do medo e da dúvida quanto a uma eventual candidatura de Lula. O pior é que estão certos na estratégia deles. Alckmin x Lula é mais do mesmo, não tem novidade, cheira a naftalina, e na comparação óbvia, quem fez mais pelo povo? A turma do establishment fareja derrota tanto quanto vitória. Doria já virou ração. E o governador paulista parece estar com os dias contados para ser atropelado por uma estrela global que tentará fazer dupla com alguém da justiça. O "novo" com apoio da "justiça", uma chapa liberal-social que aponte para o futuro e para o combate à corrupção sem tréguas.

Há de se reconhecer, essa turma não construiu um dos maiores impérios de comunicação do mundo sendo amadora. Estão jogando xadrez. E a esquerda?

Doria: queria ser presidente, mas não tem condições nem de ser prefeito

José Serra (PSDB), que desembarcou do governo golpista de Temer com a suspeita desculpa de “problemas de saúde”, informou aos chefes tucanos seu interesse de representar o partido na disputa ao Governo do Estado de São Paulo. A medida aparece como mais uma paulada no enfraquecido prefeito João Doria Jr. (PSDB), que, feito unicamente de falso carisma e filia pela entrega de São Paulo aos grandes capitalistas, começou a ruir com a propagação das notícias da queda de sua popularidade.

Doria entrou na prefeitura com o apoio da imprensa burguesa, com a promessa de que dedicaria sua gestão à destruição do patrimônio público – o que era apoiado entusiasticamente pelos imperialistas. No poder desde o começo desse ano (2017), Doria vem, de fato, implementando uma agenda de entrega da cidade a outros empresários obtusos como ele, mas o faz de forma tão inábil, com a intercorrência de tantos episódios absurdos, que a cada dia sua imagem política parece mais nanica e cômica.

Com o tempo (pouco tempo, diga-se de passagem) o inevitável se confirmou. Usar fantasia de gari enquanto corta verbas para a zeladoria da cidade, criminalizar grafiteiros e pintar muros de cinza, expulsar moradores de rua e derrubar casas com pessoas dentro, atacar a cultura de todas as formas possíveis, apoiar a escravidão, o fim da CLT e o golpe de estado, cometer erros crassos na renovação de contratos, deixando a cidade sem semáforos e com outros graves problemas, provou-se uma forma eficaz de incutir nos cidadãos um verdadeiro ódio.

A meteórica promessa de uma renovação nos quadros do PSDB, partido dilacerado pelas contradições da política burguesa e pelos desdobramentos do Golpe, agora jaz impotente, tendo que omitir informações de seu Facebook para poder continuar viajando o país. Alckmin (provável candidato à presidência) e Serra, apesar de todo o desgaste sofrido com as denúncias de corrupção, são mais viáveis politicamente do que a figura antipática que, aliando-se aos fascistas do MBL, acostumou-se a gravar videozinhos atacando os movimentos da esquerda.

Luciano Huck não tem partido, mas já sonha com 'ministério de notáveis' caso seja eleito

O apresentador de TV, Luciano Huck, ainda não oficializou ser candidato à presidência nem se filiou a nenhum partido. Porém, segundo a colunista da Folha de S. Paulo, Mônica Bergamo, ele já pensa em nomes para os ministérios quando assumir o cargo mais alto do país. De acordo com a coluna, Huck se encontrou recentemente com o ex-presidente do STF, Joaquim Barbosa. Ele também teria compartilhado com amigos próximos que consideraria Geraldo Alckmin para uma pasta. Publicamente, o apresentador não fala sobre o assunto, mas revista Veja revelou no domingo que o site lucianohuck2018.com.br já está registrado, o que poderia antecipar uma possível candidatura. Ele vem sendo cortejado tanto pelo Democratas quanto pela Rede Sustentabilidade para se lançar em campanha. O envolvimento de Huck na política, porém, não é recente. Em 2014, ele foi um firme apoiador do senador Aécio Neves (PSDB-MG) na campanha pela presidência. A amizade foi rompida depois de divulgados os comprometedores áudios que mostram o tucano pedindo propina de R$2 milhões para Joesley Batista, dono da JBS. À época, Luciano apagou do Instagram  todas as fotos em que aparecia ao lado do senador.

 

Fonte: CartaCapital/Tijolaço/DCM/Brasil 247/Causa Operaária/Sputinik Brasil/Municipios Baianos

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