16/11/2017

Espetáculo 'Woyzeck – Zé Ninguém' estreia no Teatro Goethe

 

O espetáculo "Woyzeck – Zé Ninguém" estreia no dia 29 de novembro, às 20h, no Teatro Goethe-Institut Salvador-Bahia/ICBA, no Corredor da Vitória. A peça segue até 10 de dezembro. A montagem dirigida pelo ator Caio Rodrigo, com co-direção de Guilherme Hunder é baseada em fatos reais. Os ingressos custam R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia).

A peça conta a história da vida de um homem que luta pela sobrevivência e desenvolve imperativamente várias atividades (soldado/fuzileiro, barbeiro e cobaia de um médico). Executadas no ritmo da urgência e do desespero, essas atividades o tiram da convivência familiar e social.

Com cortes abruptos e cenas ritmadas cinematograficamente, a adaptação é composta de elementos que reforçam a aproximação desta história com a realidade social e cultural brasileira.

  • SERVIÇO

O quê: Woyzeck – Zé Ninguém

Quando: 29 de novembro até 10 de dezembro - quarta a sábado, 20h e domingo, 19h

Onde: Teatro Goethe-Institut Salvador-Bahia/ICBA, no Corredor da Vitória

Ingresso: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia) – vendas na bilheteria do teatro e no SYMPLA (https://www.sympla.com.br/eventos?s=woyzeck)

Grupo Quabales se apresenta no projeto Domingo no TCA, em Salvador

O Grupo Quabales será atração de novembro do projeto Domingo no TCA, no dia 19 de novembro, às 11h, em Salvador. Os ingressos custam R$ 1 (inteira) e R$ 0,50 (meia), e são vendidos apenas no dia do evento, a partir das 9h, com acesso imediato ao teatro.

A apresentação do coletivo percussivo e vocal do Nordeste de Amaralina, que será na sala principal do Teatro Castro Alves, vai contar com participação de integrantes do grupo Stomp.

No repertório, o público vai conferir músicas originais e releituras de clássicos da música popular brasileira, de autores como João Gilberto, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Gerônimo, Maria Gadú, Vanessa da Mata, entre outros.

  • SERVIÇO

Domingo no TCA apresenta: Quabales

Participação especial de integrantes do grupo Stomp

Onde: Sala Principal do Teatro Castro Alves

Quando: 19 de novembro (domingo), 11h

Quanto*: R$ 1,00 (inteira) e R$ 0,50 (meia)

* Vendas somente no dia, a partir de 9h, com acesso imediato do público.

Frans Krajcberg, artista plástico, morre aos 96 anos no Rio

Morreu nesta quarta-feira (15) o artista plástico polonês Frans Krajcberg, de 96 anos, no Hospital Samaritano, em Botafogo, Zona Sul do Rio. Nascido na Polônia e radicado no Brasil, ele passou a maior parte da vida lutando contra a devastação das florestas brasileiras por meio de suas obras de arte.

O corpo de Frans Krajcberg será cremado às 11h desta quinta-feira (15) no Memorial do Carmo, no Caju, Centro do Rio. O velório será realizado meia hora antes da cerimônia de cremação. As cinzas serão enviadas para o sul da Bahia, onde o artista plástico morava.

Segundo a assessoria de imprensa do Hospital Samaritano, a familía não permitiu a divulgação da causa da morte de Krajcberg.

Nascido na cidade de Kozienice, na Polônia, em 12 de abril de 1921, o artista plástico Frans Krajcberg chegou ao Brasil no final da década de 40.

Na década de 1970, escolheu a Bahia para morar. Engajado com a temática da natureza, ao longo da carreira ele procurou denunciar os crimes ambientais.

Por meio de suas obras, ele fez críticas a queimadas, exploração de minérios, desmatamento da Amazônia e desova de tartarugas marinhas.

Foi escultor, pintor, gravador e fotógrafo. Krajcberg estudou engenharia na Universidade de Leningrado. Na Segunda Guerra Mundial, perdeu sua família e se mudou para Alemanha, onde foi aluno da Academia de Belas Artes de Stuttgart.

No Brasil, participou da 1ª Bienal Internacional de São Paulo com duas pinturas. Ele morou no Paraná e no Rio, onde passou a dividir um ateliê com o escultor Franz Weissmann (1911-2005), a partir de 1956.

Em 1972, o artista se mudou para Nova Viçosa, no sul da Bahia, mas viajava muitas vezes para a Amazônia. Frans era conhecido por usar raízes, cipós, caules e troncos para criar sua arte.

Em 2003, foi criado o Instituto Frans Krajcberg com mais de 100 obras dele.

Banda Fulô de Mandacaru grava DVD acústico em Recife

A expressão usada em todo o Nordeste para dizer que uma coisa é perfeita não passou despercebida pelo trio que comanda a banda pernambucana Fulô de Mandacaru. Ela dá nome ao principal sucesso da banda que foi fundada em 2001 e que em 2016 alcançou um dos seus principais feitos ao conquistar a primeira colocação no programa Superstar, da TV Globo.

Mas nem tudo foi "só o mi" para Armandinho, Tiago e Pingo. Antes de gravar um DVD acústico neste final de semana, no Teatro Boa Vista, em Recife, e de conquistar o País, vencendo a disputa na Globo com uma votação popular, os meninos de Caruaru enfrentaram alguns perrengues.

Durante a apresentação, que contou com as participações de Elba Ramalho, Dorgival Dantas, Padre Antônio Maria e o maestro Mozart, Armandinho fez um breve relato da história da banda que tem nome de uma flor que brota de uma planta que resiste às piores estiagens do Sertão Nordestino. "Lembro que meu pai, que sempre foi compositor e cantava lá em Caruaru, resolveu apostar na gente. Foi aí que viemos para Recife e enfrentamos imensas dificuldades", contou o artista, lembrando que já foi cobrador de lotação numa Kombi velha.

Após as tentativas na capital pernambucana, eles se mudaram para o Vale do São Francisco. Em Petrolina, o trabalho era tão árduo quanto em Recife. "Carregávamos caixas de frutas na cabeça para vender", resumiu.

O tempo passou e eles, antes de se reencontrarem com a música, foram viver o universo acadêmico, mesmo estudando a vida inteira em escolas públicas. "Vou concluir meu doutorado na Universidade Federal da Paraíba daqui a dois anos, meu irmão (Pingo) parou a faculdade de Direito e Tiago abandonou o seminário", completa Armandinho.

Filhos do cantor e compositor, Armando Barros, Armandinho e Pingo viram a vida mudar quando o pai vendeu um automóvel para comprar um teclado. Anos depois, estavam em Paris para uma temporada de 30 dias divulgando o forró. 

Tiago, por sua vez, abandonou o sonho de ser padre e se uniu aos dois irmãos para seguir com a música.

Luiz Gonzaga

No palco, os garotos de Caruaru se transformam. Com muita irreverência, eles fazem releituras de clássicos do Rei do Baião, que consideram a sua principal referência, juntamente com Jackson do Pandeiro, Dominguinhos, Elba Ramalho, Alceu Valença e Anastácia. "A gente faz questão de se vestir como verdadeiros nordestinos, pois temos um compromisso enorme com a cultura da nossa região", ressalta Pingo.

Além dos artistas consagrados, eles também prestigiam artistas locais como João do Pífano, Didi Caruaru, dentre outros que foram à gravação do DVD acústico, que também será o especial de Natal da Globo Nordeste, com exibição prevista para dia 23 de dezembro. Canções deles próprios e do pai Armando também fazem parte do repertório.

A performance de palco dos Meninos de Caruaru é um show à parte. Enquanto pingo rodopia com a zabumba pendurada no pescoço, Armandinho retira acordes diferenciados da sanfona e Tiago apresenta uma maneira peculiar de extrair som do triângulo.

Bahia

Sucesso em todo o Nordeste e em estados como Rio de Janeiro e São Paulo , com um público diversificado - no Teatro Boa Vista tinha crianças de oito anos e velhos de 80 - eles agora querem se tornar referência na terra de todos-os-santos. Segundo Armandinho, o próximo DVD deve ser gravado em solo baiano. O repórter sugeriu que fosse durante o São João e ele respondeu: Excelente ideia.

Na agenda, os baianos já podem se preparar para assisti-los em Senhor do Bonfim e Irecê, onde tocarão pelo segundo ano seguido, além de Amargosa, onde farão sua estreia. São Sebastião do Passé e Salvador estão no radar.

Aliás, a capital baiana pode ser um destino deles no carnaval, onde eles poderão apresentar o Mandacaru Elétrico, projeto em que colocam o forró numa velocidade ainda mais rápida que a habitual.

 

Fonte: G1/Correio/Municipios Baianos

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