19/11/2017

Feira: III Caminhada Contra a Intolerância Religiosa neste domingo

 

Seguindo o ideal de que toda crença busca a paz, o amor e a união, representantes das mais diversas religiões vão estar unidos em Feira de Santana, neste domingo, 19, visando combater a discriminação por religião. A iniciativa é promovida com a III Caminhada Contra a Intolerância Religiosa, no Centro da cidade, a partir das 9h.

A iniciativa é do Comitê Interreligioso de Feira de Santana (Cointer), da Federação Nacional de Culto Afro-Brasileiro – Coordenadoria Regional de Feira de Santana e do MoviAfro, com apoio do Governo Municipal, através da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social (Sedeso). Conta com a mobilização de representantes de igrejas católicas, evangélicos e de matizes africanas, dentre outras.

A concentração será em frente ao Palace Hotel, no cruzamento entre as avenidas Maria Quitéria e Getúlio Vargas. Logo em seguida, os participantes da mobilização seguem pela avenida Getúlio Vargas em direção ao Paço Municipal Maria Quitéria, com concentração nas imediações da Praça de Alimentação Gilson Porto.

Cavalo mangalarga marchador é avaliado em Feira de Santana, até este domingo

Até domingo, 19, a Associação Brasileira de Cavalo Mangalarga Marchador vai avaliar animais da raça visando o registro em Livro Aberto – quando não se sabe quem são os pais. A comissão responsável, formada por três técnicos de registro da ABCCMM, vai fazer as observações no Parque de Exposição João Martins da Silva.

A iniciativa conta com o apoio da Prefeitura de Feira de Santana, por meio da Secretaria de Agricultura. Quase cem animais, sem pedigree documentado, foram escritos para serem avaliados.

São animais que, por algum motivo, não foram registrados – por morte dos pais ou porque os donos não se interessaram. Os técnicos fazem uma avaliação morfológica dos cavalos e éguas, como altura e tamanho da cabeça e observam atentamente a sua pisada. Aprovado, o animal é ferrado com o selo da associação – sempre no braço do lado direito.

Os inspetores, que já estiveram em Salvador e em Itapetinga, observam o perfil do animal. “Se não estiver dentro dos padrões exigidos, não pode reproduzir com animais da raça”, afirmou o inspetor José Augusto Hirst. Os filhos não podem ser registrados na ABCCMM e o seu valor fica bem abaixo do praticado neste mercado. Apenas podem levar os animais à avaliação criadores registrados na associação.

Animais ganham chip e fios de cabelo são retirados para formar banco genético

O Ministério da Agricultura abriu o Livro até 2019, segundo informa Neto Portugal, criador de mangalarga marchador. Assim, os animais passam a ter um histórico mesmo com pais desconhecidos e novo valor de mercado. Os descendentes dos animais aprovados já são inscritos no Livro Fechado.

Depois do ferro com a logomarca da associação, cavalos e éguas ganham um chip – instalado no pescoço, e alguns fios do cabelo do rabo são retirados para a formação do banco genético do animal. Apenas criadores associados podem submeter seus animais às avaliações técnicas. Edward Fisher e Geraldo Coni e Mouro, técnicos de registro, também participaram da avaliações dos animais.

Feira de Santana e região se destacam, em termos nacionais, como grandes criadores de animais desta raça, tanto em termos de quantidade como no aspecto da qualidade dos cavalos e éguas.

Coletânea de experiências é preparada para 2018, na rede municipal de ensino

Uma coletânea de experiências, ferramenta que tem o objetivo de possiblitar aos professores um melhor desempenho em sala de aula, está sendo organizada pela Secretaria Municipal de Educação. Diversas atividades como cruzadinhas, bingos, receitas, jogos em geral e o registro de brincadeiras, fazem parte da estratégia, que deve ser colocada em prática no próximo ano letivo.

A proposta é construída com base nas propostas Curricular e Pedagógica das escolas, oferecendo uma linguagem única para toda a Rede Municipal de Ensino, além de auxiliar no planejamento das aulas, adequadas a cada faixa etária. Será disponibilizado aos professores uma série de textos e atividades para a Educação Infantil.

Para a elaboração da coletânea destinada aos grupos 3, 4 e 5, as gestoras, vice-gestoras e coordenadoras pedagógicas dos Centros Municipais de Educação Infantil (CEMEIs), se reuniram em uma roda de conversa e troca de experiências. Elas vão apresentar sugestões e colaborações para a produção coletiva. O encontro aconteceu na manhã desta sexta-feira, 17, na Seduc.

“A intenção é que a criança seja a protagonista de todo o processo de aprendizagem. Ela vai vivenciar, aprender e registrar as experiências significativas”, destaca a professora Darlene Silva Miranda, da equipe de Educação Infantil da Seduc.

Experiência é entender quais atividades são exitosas nas creches, diz professora

Poder compartilhar as atividades exitosas das  creches, entender quais funcionaram e quais não foram tão bem recebidas pelas crianças, em outras unidades, são algumas das possibilidades que se abrem a partir da coletânea de experiências organizada pela Secretaria Municipal de Educação, avalia Renata da Silva Carmezin Rocha, coordenadora do Centro Municipal de Educação Infantil Professora Eduarda Oliveira França.

Quanto ao encontro desta sexta, ela disse que a conversa servirá para ajudar no planejamento do próximo ano letivo. “Participar desse encontro é muito bom, pois é um momento significativo de troca entre profissionais que atuam na mesma área”, comentou.

Academia de Bombeiro Militar vai desenvolver estratégias para uso de extintor em escolas municipais

Os alunos oficiais da Academia de Bombeiros Militares da Bahia, Márcio Pedreira e Ronivon Pereira Santana, vão conhecer as instalações das escolas municipais a fim de desenvolver estratégias para orientar o uso de extintores nas unidades de ensino. Na manhã desta sexta-feira, 17, eles visitaram a secretária de Educação, Jayana Ribeiro.

De acordo com Pedreira, o Corpo de Bombeiros ainda estuda a possibilidade de oferecer uma capacitação para funcionários e gestores das escolas, mas pretende priorizar a proposta para a Rede Municipal de Ensino. “Estamos na fase de levantamento de informações, mas consideramos este um tema relevante uma vez que garantirá o uso mais adequado dos extintores nas escolas públicas”, destaca.

Florada de ipê rosa é tímida, mas bela, em Feira

Eles são dezenas espalhados em ruas e avenidas de Feira de Santana. Mas nem todos desvestiram suas roupas verdes para envergar a admirável rosa. Neste ano parecem tímidos. Os Ipês estão floridos e oferecendo, mesmo que por breves dias, o seu anual espetáculo. São cachos e mais cachos, todos delicadamente belos. São efêmeros, mas extremamente belos enquanto duram.

A beleza destas árvores durante a primavera é tanta que para não percebê-lo a pessoa deve estar em estado de distração profunda. As pétalas, que caem de acordo ao sopro do vento, num balé, formam um tapete que automaticamente leva a pessoa a se voltar para cima. A admiração vem a seguir. Selfies são tiradas aos montes.

A florada, que empresta sua cor à estação, está sendo pontual – coisas da natureza. Mas destacam-se os ipês localizados na rua Mário Pessoa, à altura da rua Marechal Deodoro, outros que ficam na avenida Maria Quitéria e Getúlio Vargas, onde seis pés desta espécie quase formam um pequeno bosque.

“Ver os ipês floridos é um dos mais belos espetáculos que a natureza nos oferece nesta avenida”, afirmou a professora Ananda Matos, que disse sempre parar na avenida Getúlio Vargas para admirar as flores e cachos. “A gente tem que aproveitar estas oportunidades, que são por pouco tempo”.

Mas se destacam. E como se destacam, mesmo que por poucos dias – duas semanas, no máximo. Ver um ipê em roupa de gala compensa uma caminhada sob o sol escaldante de uma primavera quente que anuncia o verão que se aproxima. Também pode-se observar as floração amarela, não menos bonita, da sibipiruna, espécie boa de sombra que ganha espaço em Feira de Santana.

 

Fonte: Secom PMFS/Municipios Baianos

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