30/11/2017

Salvador recebe 5 competições náuticas em dezembro

 

O 3º Festival Náutico trará para Salvador cinco competições aquáticas, em diferentes modalidades, na Baía de Todos os Santos (BTS). O evento começa no dia 2 e vai até 13 de dezembro. A iniciativa é da Prefeitura de Salvador, por meio da Empresa Salvador de Turismo (Saltur).

A maratona de competições começa no sábado (2) com o 9º Rally Náutico da Bahia. Competem no evento lanchas e moto aquáticas, com partida da Bahia Marina, no Comércio, às 10h, e destino final no Yacht Clube da Bahia, na Barra.

No domingo (3), a vez é do Stand Up Paddle, com a 7ª Etapa do Circuito Baiano de SUP. A largada acontece às 8h, no Porto da Barra. A prova terá as categorias Kids, Júnior, Race 12,6″, Race14″, Paddleboard, Race Amador e Fun Race.

No mesmo dia será realizada a 2ª Regata Cidade de Salvador. Os atletas saírão às 13h do Porto da Barra. Embarcações das classes Optimist, Laser, Dingue, Snipe e Windsurf farão um percurso exclusivo. Outro trajeto será feito pelos competidores das classes Hobie Cat 16, 29er, Skipper 21 e HPE25.

No final de semana seguinte, mais duas provas. No sábado (9), será realizada a 3ª Travessia Baía de Todos os Santos de Maratonas Aquáticas. Foram selecionados 110 nadadores oriundos das sete etapas do Circuito Baiano de Maratonas Aquáticas.

A travessia de 14 km será iniciada na Praia de Gameleira, em Bom Despacho, e concluída no Porto da Barra. A saída está marcada para às 8h, com previsão de chegada dos primeiros colocados cerca de 2h30 após a largada.

Por último, os praticantes de canoagem e Stand Up Paddle disputarão a 5ª Travessia Mar Grande-Yacht no domingo (10). A saída será na Praia de Jaburu, em Mar Grande, às 8h30, e o percurso acaba aproximadamente 10 km depois, no Yacht Clube da Bahia.

As inscrições nos certames poderão ser realizadas por telefone, 2105-9112, ou pelo e-mail secretaria.esporte@icb.com.br.

  • Programação

Sábado (2)

9º Rally Náutico

Largada: Bahia Marina

Horário: 10h

Domingo (3)

7° Etapa do Circuito Baiano de SUP – Stand Up Paddle

Largada: Porto da Barra

Horário: 8h

2° Regata Cidade de Salvador

Largada: Porto da Barra

Horário: 13h

Sábado (9)

3° Travessia Baía de Todos-os-Santos – Maratona Aquática

Largada: Praia de Gameleira, em Bom Despacho

Horário: 8h

Domingo (10)

5º Desafio Travessia Mar Grande/Yacht – SUP e Canoa Havaiana

Largada: Praia de Jaburu, em Mar Grande

Horário: 8h30

Seminário em Praia do Forte debate as novas tendências no turismo

Praia do Forte é sede do seminário Tendências Inovadoras no Turismo, que iniciou nesta quarta-feira (29) e será encerrado quinta (30), no Salão Casa da Torre, do Tívoli EcoResort.

O evento, uma ação do Conselho Municipal de Turismo (COMTUR) de Mata de São João, tem como objetivo capacitar os principais atores nos destinos turísticos do município com as novidades no turismo nacional e internacional.

O seminário vai receber o trade de Mata de São João, representantes de órgãos públicos, dirigentes de entidades comerciais e turísticas e gestores de atrativos turísticos. A palestra principal ficará por conta do arquiteto e historiador Francisco Senna, com o tema Das torres sinaleiras às redes sociais.

O presidente do COMTUR e Secretário de Cultura e Turismo de Mata de São João, Alexandre de Lima Rossi, ressalta a importância da conversa com o trade para o litoral de Mata de São João.

“Temos uma costa extensa, com 28 km de belas praias, com cinco destinos muito procurados. Entendo que, do ponto de vista econômico, é fundamental trazer as novas tendências para o nosso trade, porque todas as nossas praias só tem a ganhar. Mata de São João é uma cidade privilegiada”.

Advogada baiana campeã de karatê cria 'vaquinha' na internet para ir ao Mundial

Depois de ser confirmada entre as convocadas da seleção brasileira para disputar o Mundial de Karatê-dô Tradicional, a carateca baiana Martinna Rey teme ficar fora da competição por falta de recursos para a viagem.

Ameaçada de perder a vaga, ela tomou a iniciativa de criar uma página de crowdfunding para conseguir o valor necessário. Até esta quarta-feira, 29, já foram arrecadados R$ 1.660. A viagem, porém, custa cerca de R$ 10 mil e Martinna espera conseguir o valor com urgência, uma vez que o Mundial vai começar nesta quinta, 30. A competição vai se estender até domingo, 3, na cidade italiana de Montecatini.

Na página da 'vaquinha', a carateca tenta convencer os 'patrocinadores' com um currículo expressivo: possui 31 títulos brasileiros, 51 baianos, 39 do Norte-Nordeste e 16 internacionais. Ela também é faixa-preta quarto dan de karatê-dô tradicional e participa de todas as modalidades de competição dentro da arte marcial.

"Dedico a vida ao Karatê, mas o esporte não tem visibilidade. Não possuo patrocínio e os custos para treinamento e competição estão altos”, lamenta Martinna, que tem 31 anos e pratica karatê há 22.

Apesar da conquista de vários títulos em seu currículo, a campeã não consegue fazer do esporte seu meio de sustento. E também realizar o sonho de ser bancada pelas aulas de karatê para crianças. “Gostaria de viver como atleta, mas é impossível sem patrocínio. Por conta disso, sou advogada criminalista e treino nas horas que me restam”, explica Martinna, que tem entre os principais títulos o de atual campeã mundial de kumitê (luta).

Rússia dá salvo conduto para membros da Fifa e estende tapete vermelho a cartolas

Enquanto um tribunal em Nova York se transforma em palco de um julgamento da estrutura do futebol internacional, Moscou vive um clima radicalmente diferente ao receber com pompa a cúpula da cartolagem mundial. Num esforço de demonstrar sua proximidade com a Fifa, o Kremlin deu garantias aos dirigentes que, no país de Vladimir Putin, não seriam jamais incomodados e muito menos extraditados aos Estados Unidos.

O tratamento que o governo russo planeja dar aos dirigentes da Fifa nos próximos dias é equivalente ao de chefes de estado. Para o evento mais importante, o sorteio a ser realizado nesta sexta-feira (1º), seis mil convidados da elite econômica e política da Rússia estarão presentes. Já os cartolas, com uma moral duramente afetada nos últimos dois anos, voltarão a ser colocados no centro das atenções. Percorrerão a cidade em carros de luxo, motoristas e um amplo aparato de segurança.

A retribuição é clara: apesar de o Comitê Olímpico Internacional (COI) apontar que o presidente do Comitê Organizador da Copa, Vitaly Mutko, foi quem organizou o doping de estado entre os atletas russos, a Fifa se recusa a investigá-lo. Mutko, entre os vários cargos que teve, também foi membro do Conselho da Fifa.

Rússia e Fifa compartilham um objetivo comum: a Copa de 2018 é o instrumento que encontraram para tentar mostrar ao mundo que voltaram a ser respeitados, superaram crises e que devem ser vistos como potências.

PIOR

A relação privilegiada da corte russa com a aristocracia da Fifa vem já de 2010, quando Moscou surpreendeu o mundo e conquistou o direito de sediar o Mundial. O Kremlin havia sido a pior candidatura, segundo a avaliação técnica da entidade. Mas, no momento do voto, superou os ingleses, espanhóis e holandeses e levou o Mundial de 2018.

Documentos obtidos pelo Estado mostram que, durante meses, os russos levaram até Moscou os cartolas com suas famílias. Passagens de classe executiva e hotéis de luxo foram oferecidos a Rafael Salguero, Amos Adamu, Jack Warner, Mohammed Bin Hammam, Hany Abo Rida e Chung Mong Joon, todos eles executivos da Fifa hoje banidos do futebol e indiciados em alguns países.

Outros tantos ainda ganharam ingressos VIP para o Bolshoi e tiveram a honra de serem recebidos individualmente por Putin. Amistosos contra seleções de países que tinham cartolas na cúpula da Fifa também foram organizados.

Michel D'Hooghe, até hoje no Conselho da Fifa, ganhou um quadro de Vyacheslav Koloskov, um dos lobistas para a candidatura russa. Já Franz Beckenbauer, que também votava na época, foi premiado com um contrato para ser garoto-propaganda da Gazprom, a estatal russa que se transformou em um braço estratégico do Kremlin. No total, a campanha russa custou US$ 20 milhões e foi financiada pelo governo russo.

Quando o então investigador independente da Fifa, Michael Garcia, tentou saber o que de fato ocorria na campanha russa, descobriu que Moscou já não tinha mais os e-mails e dados do processo. Ainda assim, ele concluiu que não houve uma influência indevida por parte dos russos e, para Moscou, essa seria a prova de que o processo foi "limpo".

Oficialmente, a explicação dos russos foi de que os computadores que guardavam os e-mails que tinham sido usados pela campanha tinham sido substituídos por versões mais modernas e que as antigas máquinas estavam num depósito. Quando o investigador chegou ao depósito, descobriu que os computadores tinham sido destruídos.

Mas foi politicamente que a Rússia se blindou. Assim que as prisões ocorreram em 2015, Putin declarou que o gesto não passava de uma revanche dos EUA por terem perdido a Copa de 2022. Além disso, recebeu o então presidente da Fifa, Joseph Blatter, e insistiu que ele mereceria o Prêmio Nobel da Paz. Um ano antes, seu governo já havia dado garantias aos dirigentes da Fifa que o "caos" registrado com a Copa do Mundo no Brasil em 2014 não se repetiria em 2018.

A influência continuou sob a gestão de Gianni Infantino, a partir de 2016. O novo presidente sabia que não tinha como mudar a Copa de lugar e passou a receber um tratamento especial, inclusive voando em um jato de um empresário russo.

O Estado apurou que, agora, foi o próprio governo russo quem deixou claro a dirigentes que suas estadias em Moscou estavam blindadas de qualquer risco e que ninguém seria extraditado aos EUA. Na semana passada, Blatter confirmou à reportagem que recebeu um convite "pessoal" de Putin e que estará na final da Copa. A Rússia é, hoje, o único país para onde ele tem viajado.

Outros que se beneficiariam da proteção de Putin seriam os dirigentes que mantiveram relações como o Catar. Em Nova York, já são mais de duas dezenas as citações referentes a propinas pagas pelo país do Golfo Pérsico para ficar com o Mundial de 2022.

Indiciado nos EUA e sem poder viajar para o exterior, Marco Polo Del Nero, também recebeu um convite para estar em Moscou como presidente de federação classificada para o Mundial. Mas, para viajar, teria de ter garantias não apenas do Kremlin. Mas também de que o voo não fizesse qualquer tipo de escala até chegar à Rússia. Nem por questões climáticas. Nisso, os russos não poderiam dar garantias.

 

Fonte: Bahia.ba/A TardeAgencia EstadoMunicipios Baianos

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