04/01/2018

Salvador: Encontro e Festival de Capoeira acontecem na Boca do Rio

 

O Centro Cultural e Educacional de Desenvolvimento da Cidadania Mus-e Brasil (Projeto Internacional Mus-e Brasil), através do Ponto de Cultura Efeito Cultural e do Grupo Internacional Mundo Capoeira, realiza o encerramento do Encontro Interestadual de Capoeiragem e do XIII IÊ Berimbau Capoeira Festival. Entre os dias 10 e 14 além de reunir representantes de outros Estados e de cidades do interior da Bahia, o evento contará também com a participação de representante de diferentes países na cidade de Salvador.

A programação será realizada na sede do Projeto Internacional Mus-e Brasil (Ponto de Cultura) e na Faculdade Montessoriano. O Grupo Internacional Mundo Capoeira, entidade parceira do Mus-e Brasil, desenvolve o trabalho de difusão da Capoeira no Brasil e no exterior intercambiando estes conhecimentos com pelo menos 15 países.

O Ponto de Cultura do Mus-e Brasil desenvolve o Projeto Efeito cultural e oferece à comunidade local e adjacente, além de beneficiários de outras cidades, estados e países, e oferece as seguintes atividades como Escultura em Madeira, Oficinas de Berimbau e Caxixi, Ballet, Dança, Capoeira, Informática, Natação, Cursos na área da Capoeiragem e Intercâmbio Internacional.

Pontos de Cultura

Os Pontos de Cultura são uma ação prioritária do Programa Cultura Viva, do Ministério da Cultura, que se baseia na criação de uma rede horizontal de articulação, recepção e disseminação de iniciativas culturais. Criados para dar condições de sustentabilidade a projetos e manifestações culturais sem fins lucrativos que desenvolvem ações nas comunidades locais, os Pontos de Cultura tornaram-se referência mundial de política cultural, sendo adotados em países como Argentina, Chile, Peru, Colômbia e Costa Rica.

Os Pontos de Cultura agregam agentes culturais que articulam e impulsionam um conjunto de ações em suas comunidades, e destas entre si. A prioridade do programa são os convênios com governos estaduais e municipais, além do Distrito Federal, para fomento e conformação de redes de pontos de cultura em seus territórios.

Local

Faculdade Montessoriano (Rua Abelardo Andrade de Carvalho, 5 – Boca do Rio, Salvador – BA)

Centro Cultural e Educacional de Desenvolvimento da Cidadania Mus-e Brasil (Rua do Caxundé, 07, Boca do Rio, Salvador – BA

Informações: (71) 98704-1405

Quarta (10)

Oficina de Caxixi com o Mestre Bozó – 8h às 18h

Quinta (11)

8h às 18h: Oficina de berimbaus ministrada pelo Professor Dublê do Mundo Capoeira

Sexta (12)

8h da manhã – Vivências com Mestre Dendê – Bélgica e Mestre Samuray de Conceição do Coité;

18h – Palestra sobre Capoeira e Terceiro Setor com Mestre Jailson Santos– Presidente Nacional do Mus-e Brasil

20h – Roda Aberta

Local das atividades supracitadas – Faculdade Montessoriano na Boca do Rio

Sábado (13)

8h da manhã – Vivências com Mestre Bozó da Regional e com o Mestre Museu de Minas Gerais

14h Batizado e troca de graduações.

Local das atividades supracitadas – Faculdade Montessoriano na Boca do Rio

19h – Momento da musicalidade – apresentações das canções do Mestre Zé Baixinho de Minas Gerais e outro compositores da Capoeira

Local: Sede do Projeto Internacional Mus-e Brasil na Boca do Rio

Domingo (14)

8h da manhã – Aulão com Mestre Zé Baixinho de Minas Gerais

Local: Praça da Antiga Sede de Praia do Bahia

Laboratório Musical do Lálá terá shows e oficinas

O Lálá Multiespaço volta à ativa em 2018 com o projeto 'LáláB – Pague Minha Pauta', que realizará 40 shows e quatro oficinas entre os meses de janeiro e abril. Com o financiamento do Edital de Dinamização de Espaços - coordenado pela Diretoria de Espaços Culturais da Secult - as ações têm realização do Lálá com produção da Maré Produções Culturais. Os shows começam na próxima quinta-feira (4), com duas apresentações de Livia Nery, às 20h e às 22h. Já na sexta (5) e sábado (6), se apresentam Lívia Mattos, às 20h, e Josyara, às 22h. Os ingressos custam R$10 (inteira) e R$ 5 (meia-entrada).

Há quatro anos consolidado como importante espaço para as artes e com um programa constante de incentivo à cena da música independente, com a cessão de pautas para shows de artistas locais, nacionais e internacionais, a casa sistematiza agora essas ações através do 'LáláB – Pague Minha Pauta'.

“O projeto é uma busca de apoio para esta cena musical, através do incentivo à promoção, circulação, divulgação e fruição dos trabalhos de músicos independentes, mas também uma maneira de garantir a dinamização, manutenção e sustentabilidade da nossa casa, uma coisa alimentando a outra”, explica Luiz Ricardo Dantas, idealizador e gestor do espaço.

Duas linhas de ações compõem o projeto: a realização de 40 shows de artistas locais e nacionais e a realização de quatro atividades formativas para músicos. Os shows serão realizados em duas sessões, por 15 artistas locais, como FunFun DúDú, Marcela Bellas e Lia Lordello, além das já citadas Livia Nery, Josyara e Lívia Mattos, entre outros, e cinco artistas nacionais, como as paulistas Iara Rennó e Luiza Lian e a pernambucana Alessandra Leão. Os artistas também realizarão um bate-papo com o público sobre seu trabalho e estratégias de produção e circulação.

Oficinas

Voltadas para pessoas com iniciação musical, as oficinas serão gratuitas e contarão com Adriano Magalhães (Jabuticaba), Diogo Bone (Coletivo Invisível), Ed Brass (Low-Fi) e Thiago Trad (Bahia Experimental) como facilitadores. Além dos conhecimentos compartilhados, as atividades terminarão sempre com uma jam session aberta ao público. A primeira oficina será realizada por Thiago Trad no dia 13 de janeiro, com inscrições ser feitas através da página do Lálá no Facebook.

O projeto tem apoio financeiro do Fundo de Cultura do Estado da Bahia, mecanismo de fomento das secretarias da Fazenda (Sefaz) e de Cultura (Secult), por meio do edital de dinamização de espaços culturais, executado pela Diretoria de Espaços Culturais (DEC). O Lálá Multiespaço fica localizado na Rua da Paciência, no bairro do Rio Vermelho, em Salvador.

TCA Instrumental estreia Verão Concertante no Palácio Rio Branco

Em celebração ao verão baiano, o grupo TCA Instrumental estreia o projeto ‘Verão Concertante’ para mostrar que a música orquestral combina com todas as estações. As primeiras apresentações serão no Palácio Rio Branco, no Centro Histórico de Salvador, sede da Secretaria de Cultura do Estado (Secult), nos próximos dias 8 (segunda) e 12 (sexta-feira), das 13h30 às 14h30.

Além de reunir peças de compositores dos cinco períodos da música clássica, o repertório incluirá canções que representam o carnaval e a temporada mais quente do ano. As sessões são abertas ao público, com entrada franca.

A execução do repertório será feita com mediação dos próprios músicos de orquestra, que falam do contexto de criação das obras, sua localização na história da música, sua importância criativa, além da descrição dos naipes e instrumentos. A iniciativa também se compromete a ocupar espaços alternativos às salas de teatro ou de concerto, no intuito de alcançar novas plateias e ir ao encontro das pessoas de forma próxima e acolhedora.

O TCA Instrumental é formado por oito músicos contratados pela Fundação Cultural do Estado (Funceb): Ana Zanata (violino), Antônio Amorim (violino), Daniel Aly (violino), Danilo Lopes de Oliveira (violino), Diogo Pimentel (violino), Rodolfo Lima (contrabaixo), Sandra Romero (oboé) e Stephan Sanches (trombone).

Repertório

O programa abrange a descrição e a execução de peças de grandes compositores característicos dos cinco períodos históricos em que a música ocidental se desenvolveu e expandiu por todo o mundo: Barroco, Clássico, Romântico, Moderno e Contemporâneo, incluindo a música brasileira.

Obras de mestres como Bach, Mozart, Tchaikovsky, Beethoven, Brahms, Stravinsky e os brasileiros Villa-Lobos e Luiz Gonzaga estão na lista, que soma ainda marchinhas de carnaval e músicas da Axé Music.ermelho, em Salvador.

Últimos dias para conferir exposição em memória à Irmã Dulce no Solar Ferrão

A exposição ‘A tela, o pincel e uma sublime inspiração’, em homenagem à Irmã Dulce, fica em cartaz até o próximo dia 12, no Centro Cultural Solar Ferrão, localizado no Pelourinho/Centro Histórico de Salvador, administrado pela Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (Dimus/Ipac).

A mostra, uma realização da Assessoria de Memória e Cultura das Obras Sociais Irmã Dulce, com o apoio do Governo do Estado, por meio da Dimus/Ipac, reúne 38 telas, feitas a partir de técnicas e estilos variados, assinadas por artistas renomados e anônimos que fizeram questão de retratar a religiosa que desde muito jovem chamou a atenção pelo seu trabalho social em prol do pobre, do doente, do mais necessitado.

A exposição - parte das homenagens em memória dos 25 anos de falecimento do Anjo Bom da Bahia - ainda conta com uma área dedicada à arte-educação, com realização de oficinas de arte para crianças e adolescentes, exibição de documentários e do filme Irmã Dulce. A visitação tem entrada franca. A coleção, que integra o acervo do Memorial Irmã Dulce e é quase toda composta a partir de doações, começou a ser formada com a Mãe dos Pobres ainda em vida.

“Era comum ela receber como presente uma tela com a pintura da sua imagem, o que a deixava muito envergonhada, pois não entendia o motivo para tal homenagem. Porém, desde cedo o seu trabalho de caridade chamou a atenção dos baianos, impressionados com a coragem da jovem freira, que recolhia e abrigava doentes e mendigos pelas ruas de Salvador e diariamente circulava pela cidade em busca de auxílio”, explica o assessor de Memória e Cultura das Obras Sociais Irmã Dulce, Osvaldo Gouveia.

Os trabalhos trazem em comum a inspiração no Anjo Bom. Segundo a museóloga da Osid, Carla Silva, muitas das obras também “contam um pouco desses 25 anos sem a presença de Irmã Dulce, pois foram concebidas após a sua morte, por motivações diversas, demonstrando a continuidade e o crescimento do sentimento de amor, admiração, carinho, fé, devoção e respeito pela vida e obra da Bem-Aventurada. É a prova de que ela se mantém viva e presente na nossa memória, assim como as Obras Sociais, o seu maior milagre, que seguem em pleno funcionamento e crescimento, com o objetivo de servir cada vez mais e melhor a todos que precisam”.

 

Fonte: Ascom Secultba/Ascom TCA/Ascom IPAC/Municipios Baianos

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