13/01/2018

Concertos de Uma Tarde de Verão acontecem no Pelô

 

No final da tarde do próximo sábado, dia 13.01, a partir das 17h, no Largo do Cruzeiro do São Francisco, palco e plateia com cadeiras confortáveis estarão montados para receber o público que irá assistir gratuitamente ao primeiro Concerto de Verão ao Ar Livre do Popelô, o Pólo de Orquestra do Pelourinho Dia e Noite. Ao palco subirão o maestro Fred Dantas e sua Orquestra São Salvador, que tocará um repertório especial para a tarde de céu azul : sambas do pé no chão do Litoral Norte da Bahia, sambas do Guará e de V iola. Como convidada especial, a cantora e compositora Juliana Ribeiro que tem fortes raízes com a nossa música popular. 

Já no dia 20.01 será a Orquestra de Câmara de Salvador, sob a regência do maestro Ângelo Rafael, que receberá a cantora Manoela Rodrigues, com sua belíssima voz. Os próximos dois concertos serão dias 27.01 ( Sanbone Pagode Orquestra, com o maestro Hugo Sanbone ) e 04.02 com as orquestras do Popelô tocando “música de verão” e recebendo convidados especiais. “O Pelourinho Dia e Noite, ao promover os Concertos de Verão ao Ar Livre, além de propiciar ao público um espetáculo de qualidade, contribui para o fomento da diversidade artística que é característica tão forte de nossa cultura”, diz Eliana Pedroso, diretora de Gestão do Centro Histórico e idealizadora do Pelourinho Dia e Noite.

POPELÔ

Ensaios às segundas, quartas e sábados em igrejas do Centro Histórico  e os Concertos de Verão ao Ar Livre, aos sábados, no Largo do Cruzeiro do São Francisco marcam esta temporada do Popelô . Sob a coordenação do maestro Ângelo Rafael, o Popelô promove ensaios abertos às segundas, às 17h, na Igreja do Boqueirão, com a Sanbone Pagode Orquestra do maestro Hugo Sanbone, às quartas, às 17 h, na Igreja da Misericórdia, com a Orquestra São Salvador, do maestro Fred Dantas e aos sábados, às 10h, na Igreja de Nossa Senhora do Carmo, com a Orquestra de Câmara de Salvador, sob a regência do maestro Ângelo Rafael. Todos abertos ao público e gratuitos. Aos sábados ( 13, 20 e 27.01 e 04.02), às 17h, no Largo do Cruzeiro do São Francisco, aco ntecem os Concertos de Verão ao Ar Livre, igualmente gratuitos. 

Geraldo Azevedo é convidado de Luiz Caldas próximo dia 21

Marca registrada do Projeto Verão Luiz Caldas, os encontros musicais prometem render momentos mágicos no palco da Concha Acústica, próximo dia 21 de janeiro (domingo), quando Luiz Caldas celebra os cinco anos do seu projeto de verão e recebe, entre seus convidados, o parceiro pernambucano Geraldo Azevedo. A festa começa às 18h e terá abertura da banda Habeas Copos, que comemora aniversário de 40 anos.

Amizade e admiração mútua irão embalar a participação do exímio violonista, cantor e compositor Geraldo Azevedo. Dono de sucessos que vão de canções de amor como  Dia Branco” a números caribenhos cheios de swing, como “Veneza Americana”, o artista vai mostrar um pouco da sua obra, que ainda é marcada por hits como “Taxi Lunar” e outras que reverenciam ritmos regionais que cantam o sertão e demais ícones da cultura e do folclore nordestino, como “Morena Linda Flor”.

A discografia de Geraldo Azevedo, construída em 50 anos de carreira, traz 23 álbuns lançados, entre trabalhos solo e parcerias de sucessos como em “O Grande Encontro” (1, 2, 3 e 4), ao lado  de Alceu Valença, Elba Ramalho e Zé Ramalho, e em “Cantoria” (1 e 2), com Elomar, Xangai e Vital Farias. Em 2017, o artista celebrou 50 anos como compositor.

Abertura

O show de abertura será em clima de Carnaval. A banda Habeas Copos sobe ao palco da Concha Acústica para comemorar seus 40 anos e reforçar sua proposta de ir além da folia carnavalesca, resgatando e preservando temas e pessoas importantes para a cultura da Bahia. No repertório, destaque para a presença dos instrumentos de sopro e percussão, com muitas marchinhas, sambas e fanfarras.

Composta por músicos de sopro e percussão além dos seus 2.000 associados, a Banda Habeas Copos é responsável pela abertura do Carnaval de Salvador. O bloco busca resgatar o tradicional Carnaval de rua e é responsável pelo surgimento do hoje consolidado Carnaval da Barra. Seu tradicional desfile acontece sempre na semana anterior à folia.

Família Veloso leva inéditas e clássicos à Concha Acústica neste sábado

Tranquilamente um dos shows mais concorridos desta temporada de verão, Caetano, Moreno, Zeca e Tom Veloso deverão lotar a Concha Acústica do Teatro Castro Alves neste sábado, 13, com sua elogiada apresentação familiar em conjunto.

Na estrada desde outubro, os quatro chegam a Salvador depois de estrearem no Rio de Janeiro e passarem por São Paulo, Belo Horizonte, Brasília, Porto Alegre, Curitiba, Recife e Fortaleza. No repertório, canções inéditas (inclusive dos meninos) e os clássicos do paizão.

Em março, o show vira CD e DVD ao vivo – inclusive, o primeiro single já saiu: Todo Homem, composição de Zeca cantada em glorioso falsete, coisa de deixar os Bee Gees verdes de inveja.

"Acho que Prince nos primeiros discos me influenciou. Talvez cantoras e cantores que cantam agudo, mas não em falsete, do soul, R&B e disco music também", conta Zeca, em exclusiva por email.

É de se imaginar a reação de Caetano, Moreno e Tom quando Zeca lhes mostrou essa canção, mas este garante que não houve assim, uma surpresa.

"Não acho que se surpreenderam, na verdade o falsete vem também deles. Em Sertão, linda parceria de Moreno com meu pai, gravada no primeiro disco da banda +2, que Moreno faz parte, ele canta em falsete. O disco é do ano 2000", lembra.

"Ouvia muito o disco e assisti ao show quando criança. Meu pai no disco Zii e Zie (2009) canta em falsete. E Tom pode não mostrar muito no show, mas tem um falsete belo", conta.

Em todo caso, o jovem músico deu um drible quando perguntado se não pesou a responsabilidade de representar a família no novo projeto: "Eu fiquei feliz. Gosto da música e tenho prazer em mostrá-la", resumiu Zeca.

Para Cézar e as mães

Filho do meio, Zeca é o único dos três irmãos Veloso que não tem uma banda – lembrando que Moreno integra a +2 (com Alexandre Kassin e Domenico Lancelotti) e Tom toca violão na banda carioca Dônica.

No texto de divulgação do show, Caetano conta que "Zeca, depois de passar parte da adolescência experimentando com música eletrônica, começou a compor solitariamente". Eventualmente, desencanou da música.

Até que: "Justo quando achava que não havia para si mesmo um caminho nessa atividade, compôs um grupo de canções comoventes. Ao ouvir uma delas, Djavan exigiu que ele a mostrasse em público. Ele resistiu, mas nesse show finalmente obedece a Djavan", relata o pai.

O show em conjunto com Caetano e os irmãos, Zeca conta, o pegou meio de surpresa: "Meu pai me disse, no início do ano passado, ter vontade de fazer esse show. Quando ouvi, resisti. Não pensava em trabalhar com música dessa maneira e nesse momento. Não estava preparado, ainda não estou. Não sou músico habilidoso", afirma o rapaz.

"Tinha uma base musical e aprimorei fazendo o show, mas ainda não tenho nível profissional. Depois da proposta, pensei durante um tempo e decidi topar. Foi uma boa escolha, tem sido uma enorme alegria", conta, Zeca.

Dedicado à memória de Dona Canô, à Dedé Gadelha (mãe de Moreno) e Paula Lavigne (mãe de Zeca e Tom), além do violonista – e mestre de Tom – Cezar Mendes, o show teve o repertório selecionado pelos quatro membros da banda.

"O processo foi bem democrático, mas meu pai liderava. Logo no início, começamos a usar como base um setlist em seu computador, atualizado manualmente por ele. Todos nós pedíamos e sugeríamos coisas, mas ele guiava. Ele é o mais capaz de dirigir um show e pensar um repertório, funcionou assim", relata Zeca.

"Tivemos pouco tempo para preparar tudo, esse método ajudou a organizar e ganhar tempo. Acho que não poderiam faltar músicas dedicadas às nossas mães, como Não Me Arrependo e Ela e Eu, Um só Lugar (parceria de Tom com Cezar Mendes, o grande homenageado desse show). E certas músicas de cada um de nós filhos, como Clarão, música inédita de Tom, Todo Homem, que é minha, e Um Canto de Afoxé Para o Bloco do Ilê, primeira parceira de Moreno com meu pai. O show também tem as muito conhecidas Leãozinho, Oração ao Tempo, Gente, Alegria Alegria e outras", conclui Zeca.

30 anos de carreira de Margareth Menezes será comemorado com show na Concha Acústica

Uma carreira de sucesso, consagrada numa trajetória de 30 anos. Este é o caminho que Margareth Menezes vai percorrer no show “Margareth Menezes 30 Anos”, com participações especiais, no sábado (20), às 17h30, na Concha Acústica do Teatro Castro Alves. O ponto de partida é a música “Faraó” (Luciano Gomes), gravada através do convite de Djalma Oliveira, em 1987, que se destaca em um reportório recheado de sucessos, também pontuado por canções inéditas. As participações interativas de Maria Bethânia e Gilberto Gil prometem emocionar o público em dois momentos especiais do show. “Margareth Menezes 30 Anos” tem direção geral da própria cantora e de Jackson Costa. O show tem patrocínio do Governo do Estado da Bahia e da Vivo, através do Fazcultura, Secretaria da Fazenda (Sefaz) e Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA).

EXPOSIÇÃO E MERCADO IAÔ

Na Esplanada da Concha Acústica, Margareth será homenageada com uma exposição fotográfica sobre os 30 anos de carreira. Serão também exibidos vídeos com alguns momentos marcantes de sua trajetória. Este mesmo local vai receber uma versão itinerante do Mercado IAÔ, idealizado por Margareth Menezes, com o seu belíssimo artesanato apresentado por 20 expositores que participam das três edições de sucesso do evento, na Ribeira.

INÉDITAS E SUCESSOS

Margareth comemora Bodas de Pérola com um show contagiante, que destaca no repertório canções inéditas, como “Coisa Milenar”, de Margareth e Jorge Portugal, já tocando nas rádios, e as suas composições “Coração Pede Paz” e “Abalô Babá”. Outra inédita é “Puro Mel da Final Flor”, de Flávia Wenceslau, que vai contar com a participação dos músicos Gabi Guedes, Luciano Silva, Luciano Calazans. Adilmar Borges e Alisson Santana.

Durante três décadas, Margareth foi colecionando sucessos, registrados em várias turnês nacionais e internacionais por todos continentes, 16 CDs/LPs e cinco DVDs. São hits que não podem faltar no repertório, que promete fazer o público cantar e dançar na Concha, como “Elegibô”, “Dandalunda”, “Toté de Maianga”, “Alegria da Cidade”, “Passe em Casa”, “Selei” e “Me Abraça e Me Beija”. “Faraó”, o primeiro deles, tema do Carnaval do Olodum em 1987, foi a principal faixa do disco da cantora, que vendeu mais de 100 mil cópias. E assim, o Brasil ganhava uma grande estrela.

  • Serviço:

Margareth Menezes 30 Anos

Data: Sábado (20)

Local: Concha Acústica do Teatro Castro Alves

Horário: 17h30

Arquibancada: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia) | Vendas: Os ingressos para o espetáculo podem ser adquiridos na bilheteria do Teatro Castro Alves, nos SACs do Shopping Barra e do Shopping Bela Vista ou pelo site www.ingressorapido.com.br

 

Fonte: Bahia Já/A Tarde/Ascom Secult/Municipios Baianos

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