06/02/2018

Umburanas: Componentes de aerogeradores começam a chegar

 

Os primeiros segmentos das torres metálicas dos aerogeradores já começaram a chegar no Complexo Eólico Campo Largo. Com mais de 50% das obras do Complexo concluídas, as equipes já iniciaram a montagem dos equipamentos.

Durante esta etapa, a população deve ficar alerta ao aumento do tráfego de veículos de grande porte com excesso lateral e baixa velocidade na via de acesso externo ao Complexo. “Ressaltamos que apesar dos cuidados, a rotina normal não deverá ser alterada, mas é importante que todos os motoristas estejam atentos nas ultrapassagens e de tenham cuidado redobrado no trânsito, respeitando os batedores”, destacou o gerente da obra, Murilo Boselli.

No transporte dos equipamentos, que acontece de segunda a sábado, das 9h às 18h, algumas medidas preventivas são realizadas pelas equipes de segurança, a exemplo de verificação de espaço e condições das vias para transporte, horários e pontos estratégicos de parada dos veículos, acompanhamento por escolta, que antecipa e sinaliza a vinda do conjunto transportador, além do cumprimento da velocidade permitida de 40 km/h. No mês de fevereiro está prevista a chegada de uma nova remessa de componentes como hubs, naceles e pás.

Componentes fabricados na Bahia

Dentre os equipamentos a serem instalados, aerogeradores e as torres estão sendo fabricados no estado da Bahia garantindo assim a geração de emprego e continuidade da produção fabril do estado. “Os Complexos Eólicos Campo Largo e Umburanas constituem-se dois importantes investimentos que contribuem para o desenvolvimento do estado da Bahia e região representando aumento de arrecadação e incremento das atividades econômicas associadas à cadeia produtiva da geração eólica e prestação de serviços locais”, ressaltou o gerente de Projetos da ENGIE, Márcio Neves.

Previsto para começar a operar comercialmente em janeiro de 2019, o Complexo Eólico Campo Largo contará, em sua primeira fase, com capacidade total instalada de 326,7 MW.

POPULAÇÃO LOTA CÂMARA E CONSEGUE BARRAR PROJETO POLÊMICO EM TUCANO

Não é nenhuma novidade que em toda Casa Legislativa Brasil afora o governante que tem maioria ao seu lado consegue aprovar quase todos os seus projetos e governar com tranquilidade. Em Tucano, embora o prefeito Luiz Sérgio (PSD) conte com a “amizade” de 12 dos 15 vereadores, a história está mudando.

Mas essa mudança não é porque os vereadores que compõem a bancada do prefeito estão se voltando contra o gestor, mas porque o povo tem se unido e feito pressão durante a votação de projetos polêmicos, e todos construídos de forma arbitrária, sem o envolvimento dos moradores. E o pior: quase sempre prejudicial à população.

Na noite da última quinta-feira, 01 de fevereiro, mais um capítulo dessa história foi escrito durante a realização da sessão. A plateia, formada por representações diversas da população, lotou o plenário da casa e conseguiu intimidar os vereadores e barrar a votação de dois projetos de lei, um que prevê terceirização de serviços em saúde (foi retirado da pauta antes mesmo da sessão ser iniciada) e outro que autoriza o município a leiloar/vender imóveis públicos, incluindo terrenos.

Exposto em rede social três dias atrás pelos vereadores que compõem a Bancada de Oposição na Câmara (são apenas três contra 12 ligados ao prefeito), e também compartilhado por movimentos sociais organizados e população em geral, o projeto que prevê o leilão dos imóveis públicos (PL 002/2018) se tornou a bola da vez e o assunto pelas ruas e redes sociais de Tucano. A população exigia a realização de audiência pública para discutir o assunto, haja vista a dimensão do patrimônio histórico da cidade que está em xeque. A sede do antigo açougue municipal, localizado em praça central de Tucano, portanto, de muito valor, é um dos imóveis que serão leiloados.

A sessão teve vários momentos tensos e, entre vaias e aplausos, a polícia chegou a intervir. Sem opção, o presidente da Casa, vereador Ronaldo Moura, acatou a sugestão da Oposição e colocou em votação a realização de uma audiência pública. Encurralada, a bancada de apoio ao prefeito, com exceção dos vereadores Marcos Cavalcante e Nadinho, que manifestaram posição contrária ao projeto, foi obrigada a votar, toda ela, a favor da realização do evento, além dos votos da bancada de Oposição que já eram garantidos. Não deu outra, deu o povo.

Uauá: Famílias estão sendo penalizadas pela não conclusão da obra da Barragem de Carro Quebrado

Continua a polêmica sobre a execução do projeto de recuperação da Barragem de Carro Quebrado, zona rural do município de Uauá. De acordo levantamentos, o projeto faz parte de um dos vários pedidos solicitado pelo ex-prefeito Olímpio Cardoso (PDT) e o vereador Rosevaldo Loiola (PDT) ao Governo do Estado, sendo que o valor orçado do convênio é de R$ 455.000,00, e que por sua vez, foi licitado em R$ 437.000,00.

Hoje, aproximadamente 80% da obra já se encontra concluída, sendo que o restante do recurso está depositado na conta da associação, mas impedidos de serem aplicados para que a obra seja concluída. Segundo o vereador Rosevaldo, “a administração da mudança entrou em campo para atrapalhar, pois a mesma não tem medido esforços para evitar a conclusão da tão esperada obra pelos moradores, apresentando denúncias infundadas à justiça, o que caracteriza uma provável perseguição a este vereador por ser de oposição, e ainda ao ex-prefeito como já foi constado em matérias de jornais e sites quando jogou lixo em sua propriedade, e ainda, fazendo acusações insanas e sem fundamentos ao seu governo”, lamentou Rosevaldo.

Ele conclui afirmando que, com a chegada das chuvas, dezenas de famílias estão sendo prejudicadas pela administração da ‘mudança’. “O recurso para concluir a obra está depositado na conta da associação desde agosto, e com as chuvas que caíram no mês de janeiro – e agora em fevereiro -, toda a água está se perdendo pela descarga de fundo da barreira.”

O vereador Rosevaldo Loiola foi presidente de uma CPI que apurou denuncias de irregularidades contra a administração municipal. O relatório foi enviado para o Ministério Público Estadual (MPE), Justiça e Tribunal de Contas, sendo que este último aplicou uma multa no valor de R$ 15 mil ao prefeito Lindomar Dantas (PCdoB), e que ainda, ficou do Ministério Público Estadual apurar todo o processo. No entanto, o relacionamento entre oposição e situação não é nada confortável, prejudicando dezenas de famílias que são próximas politicamente ao vereador. Nesta diferença política, Rosevaldo nunca se manifestou contra qualquer projeto de autoria do executivo que beneficie a população.

Aleluia inclui recursos para revitalizar o Rio São Francisco no projeto da Eletrobras

Parte significativa dos recursos gerados pelas nove usinas hidrelétricas do Rio São Francisco deverá ser destinada à revitalização e desenvolvimento do vale, beneficiando populações da Bahia e mais quatro estados. Essa é proposta que o deputado federal José Carlos Aleluia (DEM-BA) pretende incluir no projeto de lei 9463/18 que prevê a privatização da Eletrobrás.

Indicado para ser o relator do projeto, Aleluia ainda pretende inserir no texto final a criação de uma agência de fomento na região para gerir as verbas. “Essa agência deverá ter autonomia administrativa com blindagem aos cortes no Orçamento e a interesses políticos de momento”, diz o também engenheiro eletricista e ex-presidente da Chesf.

Na avaliação do parlamentar baiano, a proposta é de a agência de fomento ser estritamente técnica, com estrutura enxuta e operação fora de Brasília. “O foco serão projetos de desenvolvimento e revitalização do vale do Rio São Francisco. Os valores assegurados pela geração de energia no rio devem ir para um caixa próprio que ficará independente do orçamento federal e livre de contingenciamentos ou cortes”.

A proposta, segundo Aleluia, embora seja inédita no Brasil, segue exemplos bem-sucedidos no mundo, como a Fundación Chile e a Tennessee Valley Authority, nos Estados Unidos. Segundo ele, órgãos federais voltados ao desenvolvimento da região, como Codevasf e Dnocs, hoje mal recebem recursos para o seu custeio e só sobrevivem através de emendas parlamentares. “Isso cria uma dependência política nas gestões desses órgãos”, observa o deputado.

Aleluia informa que a ideia tem aval técnico dentro do governo federal e ele vem conversando com setores especializados para a concepção final do modelo. De acordo com ele, a proposta está em sintonia com um dos compromissos do Poder Executivo, defendido na nota técnica que acompanha o projeto “O desenvolvimento de programa de revitalização dos recursos hídricos da bacia do Rio São Francisco”.

“O São Francisco não pode mais ser visto sob a ótica exclusiva da geração de energia no país”, afirma o parlamentar, assinalando que o Velho Chico hoje é um córrego sobrecarregado, o qual Brasília explora, focando apenas no potencial energético. “Privatizar a Eletrobras sem se atentar a isso seria um absurdo que levaria a um desastre social e ambiental. Vamos tratar da privatização, mas sem esquecer de buscar uma maneira para o rio voltar a prestar um serviço ao desenvolvimento social e econômico de sua região”.

Messon quer Monumento Natural do Rio São Francisco entre os dez mais visitados do Brasil

O Monumento é uma unidade de conservação brasileira de proteção integral da natureza localizada na divisa entre os estados de Alagoas, da Bahia e do Sergipe, com território distribuído pelos municípios de Canindé de São Francisco, Delmiro Gouveia, Olho d'Água do Casado, Paulo Afonso e Piranhas.

Indicado para o cargo de chefe do Monumento em 18 setembro o ano passado, Emerson Leandro Messon, revelou ao repórter Francisco Sales, que nesse período, estar organizando o conselho consultivo, foram feitas algumas reuniões para identificar possíveis áreas de conflito, e estamos elaborando um mapeamento para identificar quantos turistas, nos visitam, já que até então não havia nenhum indicativo de quantos visitantes o Monumento recebia ao logo no ano. Otimista, Messon revelou que "Um dos nossos objetivos é colocar o momento entre os dez mais visitados do Brasil"

O Monumento foi criado através de Decreto, emitido pela Presidência da República em 5 de junho de 2009, com uma área de aproximadamente 26 715,09 ha. Sua administração é de responsabilidade do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade.

Obra de Temer desmorona após ser inaugurada em Cabrobó

Uma estrutura das placas de concreto de uma das estações de bombeamento da Transposição do Rio São Francisco sofreu um rompimento em Cabrobó, no Sertão Pernambucano. O obra foi inaugurada nesta sexta-feira (2) pelo presidente Michel Temer.

De acordo com moradores do local, o rompimento aconteceu logo depois que o presidente entregou a estação de bombeamento 2, do eixo Norte do Projeto de Transposição do Rio São Francisco.

Em nota, a Assessoria de Comunicação do Ministério da Integração informou que uma equipe de engenharia responsável pela obra já está fazendo os reparos, mas não deu prazo para o conserto. A nota informou ainda que a movimentação das placas de concreto dos canais é uma ação que pode ocorrer durante os acionamentos das bombas, devido a força com que água é liberada.

 

Fonte: Ascom Engie/Resenha Local/Ação Popular/BNews/Municipios Baianos

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