08/03/2018

Umburanas: Aerogeradores começam a ser montados

 

Um novo cenário está se formando no alto da serra, no município de Umburanas. Quem chega à cidade já consegue visualizar as primeiras Torres Eólicas do Complexo Campo Largo ganhando forma. O primeiro segmento de torre, equipamento de sustentação do aerogerador, foi erguido no dia 29 de janeiro e deu início a uma nova fase do empreendimento, a montagem. Atualmente as equipes trabalham em 18 torres, em diferentes estágios de instalação.

“A montagem eletromecânica representa uma etapa significativa da segunda metade da obra, pois engloba todos os componentes principais, como: torre, nacelle, hub e pás. Ela complementa a fase anterior, ou seja, os guindastes utilizam as plataformas e as torres de aço são encaixadas nas fundações de concreto nas quais trabalhamos durante todo o ano de 2017”, destacou o gerente da obra, Murilo Boselli.

As torres dos aerogeradores estão sendo fabricadas na cidade de Jacobina. Feitas de aço, são divididas em quatro segmentos, que juntos somam 89 metros de altura.

Segundo Boselli, a previsão é de que esta etapa seja finalizada no mês de outubro de 2017. “Quando a montagem dos componentes principais de algumas torres estiver finalizada, iniciaremos o comissionamento dos aerogeradores, fase na qual eles serão testados e logo após, a energia começará a ser gerada”, afirmou o gerente.

Em sua primeira fase, o Complexo Eólico Campo Largo contará com 121 aerogeradores, com capacidade total instalada de 326,7 MW ;ele deve começar a operar comercialmente em janeiro de 2019.

Sobre a ENGIE

A ENGIE está comprometida com um crescimento sustentável a fim de enfrentar os grandes desafios da transição energética na direção de um mundo mais descarbonizado, descentralizado e digitalizado. O Grupo tem por objetivo tornar-se o líder desse novo mundo da energia ao focar em três atividades-chave para o futuro: baixa produção de carbono, especialmente a partir do gás natural e energias renováveis, infraestruturas energéticas e soluções eficientes adaptadas para as necessidades de todos os seus clientes (pessoas, empresase regiões). A satisfação dos clientes, a inovação e as soluções digitais são os princípios orientadores do desenvolvimento da ENGIE.

Presente em cerca de 70 países, a ENGIE conta com 150.000 colaboradores em todo o mundo e obteve receitas de € 66,6 bilhões em 2016. Cotado nas bolsas de Paris e Bruxelas (ENGI), o Grupo está representado nos principais índices financeiros (CAC 40, BEL 20, DJ Euro Stoxx 50, Euronext 100, FTSE Eurotop 100, MSCI Europe) e não financeiros (DJSI World, DJSI Europe e EuronextVigeoEiris - World120, Eurozone 120, Europe 120, France 20, CAC 40 Governance).

Sobre a ENGIE Brasil

No Brasil, a ENGIE é a maior produtora privada de energia elétrica no País, operando uma capacidade instalada de 10.898,8 MW em 31 usinas em todo o Brasil, o que representa cerca de 6% da capacidade do País. O Grupo possui 90%de sua capacidade instalada no Brasil proveniente de fontes limpas, renováveis e com baixas emissões de gases de efeito estufa, posição que tem sido reforçada pela construção de novas eólicas no Nordeste e por uma das maiores hidrelétricas do País, Jirau (3.750 MW), localizada no rio Madeira, da qual a ENGIE detém participação de 40%.

O Grupo também atua na área geração solar distribuída e oferece serviços relacionados à energia, engenharia e integração de sistemas, atuando no desenvolvimento de sistemas de telecomunicação e segurança, iluminação pública e mobilidade urbana para cidades inteligentes, infraestruturas e a indústria de óleo e gás. Contando com 2.100 colaboradores, a ENGIE teve no Brasil em 2017 um faturamento de R$ 7 bilhões.

Cemafauna realiza 2ª sessão do First Friday sobre Febre maculosa em animais silvestres. Por Jaquelyne Costa

Na última sexta-feira, 02, o Centro de Conservação e Manejo de Fauna da Caatinga (Cemafauna Caatinga) realizou a segunda sessão do projeto científico-cultural ‘First Friday’ para um público composto de docentes, discentes e profissionais das áreas de Ciências Biológicas, Zootecnia e Medicina Veterinária. Com o tema ‘Participação de Animais Selvagens na Febre Maculosa Brasileira’, a conferência foi ministrada pelo professor permanente dos Cursos de Pós-graduação em Ciência Animal; e em Ciências Veterinárias no Semiárido (Univasf) e Professor colaborador do Curso de Pós-graduação em Ciência Animal Tropical (UFRPE), Maurício Claudio Horta.

O professor Horta comentou sobre a importância de encontros como esses que, segundo ele, são fundamentais para trazer o conhecimento com relação a algumas doenças ainda hoje negligenciadas no Brasil. “A febre maculosa é uma delas, bem conhecida em áreas endêmicas, mas em áreas onde ela ocorre com uma frequência menor como a região Nordeste onde há registros de poucos casos registrados, pouco se conhece.” Ele ainda falou que considera muito importante trazer a comunidade acadêmica, docentes, discentes e profissionais para poder “discutir e conhecer a epidemiologia dessa doença e inclusive para poder prevenir novos casos que venham a acontecer em determinadas áreas”, afirmou.

A próxima sessão será dia 06 de abril, às 16h, no auditório do Museu de Fauna da Caatinga, Campus de Ciências Agrárias da Univasf, zona rural de Petrolina. Em breve serão divulgados tema e palestrante.

Sobre a doença

A Febre Maculosa é conhecida no Brasil e no mundo há mais de um século. Trata-se de uma enfermidade causada pela bactéria Rickettsia spp. e transmitida aos seres humanos por carrapatos, pulgas, piolhos e ácaros vetores. Ocorre em todas as regiões do Brasil e em algumas regiões apresenta altos índices de letalidade. No estado de São Paulo, por exemplo, entre os anos 1998 e 2013, foram notificados 521 casos da doença e em 2016 foram confirmadas três mortes por febre maculosa até setembro. A participação de alguns animais selvagens como capivaras e gambás assume grande importância na manutenção do agente na natureza. De acordo com o Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), no Brasil, entre os anos de 2000 a 2017, foram notificados 1.747 casos da doença.

First Friday

Uma vez por mês, o Museu de Fauna fica aberto até 18 horas para uma discussão científica emocionante seguida de happy hour e um passeio pelo Museu, onde a pessoa conhecerá o acervo de cerca de 40 peças de animais silvestres taxidermizados, todos do bioma Caatinga. Esse é um programa para um público de todas as idades interessado em discutir de forma dinâmica CIÊNCIA. Com início previsto para as 16 horas, as palestras têm duração mínima de 1 hora. A entrada é limitada em 100 participantes que devem realizar sua inscrição (informando seu nome completo, CPF, telefone e e-mail) no valor de R$ 15,00 até a quinta-feira que antecede o evento na recepção do CETAS Cemafauna. A coordenação comunica ainda que para receber o certificado é preciso participar do primeiro ciclo das cinco sessões que acontecerão ao longo desse primeiro semestre. Aos participantes também será concedido o transporte para deslocamento do Cemafauna até a Univasf Campus Centro após o encerramento da sessão.

Governo anuncia mais de R$ 900 mil para agricultura familiar da região de Juazeiro

Um aporte de R$ 902,4 mil será aplicado na agricultura familiar da região do Sertão do São Francisco, que engloba cidades como Juazeiro, Canudos, Uauá, entre outros.

O anúncio foi feito nesta terça-feira (6) pelo governo do estado, através da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), empresa pública vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR).

Na mesma ocasião, foram assinados dois convênios do projeto Pró-Semiárido com a Associação Cultural e Artística de Radiofusão Comunitária Sertaneja e a Associação de Mulheres Produtoras de Doces e Massas de Laginha.

Ainda segundo o governo, o setor já havia sido beneficiado, com o lançamento no final de fevereiro passado, com dois editais do Programa Bahia Produtiva, que somam R$ 80 milhões em apoio à agricultura familiar – o Edital Alianças Produtivas Territoriais, que vai investir R$ 60 milhões em 30 projetos, e o Edital Qualificação de Agroindústrias da Agricultura Familiar, que beneficiará 40 projetos e contará com um aporte de R$ 20 milhões.

As inscrições para os editais já podem ser feitas pelo site da Secretaria de Desenvolvimento Rural do Estado (www.srd.ba.gov.br). Para o diretor presidente da CAR, Wilson Dias, os investimentos reforçam o compromisso em investir no rural da Bahia.

“Enquanto outros estados e a União têm encontrado dificuldades e, ao mesmo tempo, diminuído os investimentos no rural, a SDR, por intermédio da CAR, reforça o compromisso do Governo do Estado em dar visibilidade às associações e cooperativas da agricultura familiar, promovendo assistência técnica, investimentos na produção e na agroindustrialização”.

Central da Caatinga inaugura armazém de produtos da agricultura familiar em Juazeiro

Queijos de leite de cabra, derivados de frutas da caatinga como umbu, maracujá do mato, licuri, mel de abelha, castanhas, achocolatado, cervejas artesanais, licores e cachaças são alguns dos produtos que podem ser encontrados no Armazém da Central da Caatinga. O novo espaço de comercialização da agricultura familiar, inaugurado nesta terça-feira (6), na Praça do Jacaré, no Centro do município de Juazeiro, Território de Identidade Sertão do São Francisco.

O Armazém, que contará com a gestão da Central da Caatinga, tem o apoio do Governo da Bahia, por meio do Pró-Semiárido, projeto executado pela Companhia de Desenvolvimento e ação Regional (CAR), empresa pública vincula à Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR).

O diretor-presidente da CAR, Wilson Dias, afirmou que acredita nessa estratégia: “Quando você compra por R$10 uma geleia de umbu, R$8 de cada pote daquele vão pra comunidade rural, na mão do produtor que produziu aquela geleia, vai pra mão da mulher que catou o umbu, vai pra mão das pessoas que beneficiou. E os outros 20%, 30% vão também para as pessoas que trabalham ali para a Central da Caatinga, o dinheiro fica todo aqui e o dinheiro vai remunerar a pessoa que catou o umbu, ela vai gastar o dinheiro lá na roça dela, contratando mão de obra pra ajudar a consertar cerca, pra comprar um cavalo da mão de outro, ou seja, os recursos vão circular aqui na nossa região. Então, isso aqui é uma estratégia, por isso nós acreditamos muito nela. É uma estratégia para a agricultura familiar se fortalecer”.

A Central da Caatinga existe formalmente desde 2016 e reúne cooperativas e grupos informais que trabalham com a comercialização e/ou beneficiamento de produtos de origem vegetal e animal, a partir do extrativismo sustentável da caatinga ou da produção apropriada, uma proposta de convivência com o semiárido.

Adilson Ribeiro, presidente da Central da Caatinga, destacou que o principal objetivo da entidade é facilitar a comercialização de toda produção das cooperativas e grupos, fortalecendo assim a presença da agricultura familiar nos diversos mercados e garantindo renda para as famílias envolvidas.

“Produtos de outras regiões também poderão ser encontrados no armazém, o que se efetivará a partir de parcerias, a exemplo da que já foi firmada com a Central do Cerrado, oferecendo oportunidade ao consumidor de ter acesso a produtos da agricultura familiar típicos de outras regiões e com a mesma proposta de sustentabilidade ambiental e social”, ressaltou Ribeiro.

Oportunidade de vendas

A Rede Mulher, que congrega diversos grupos produtivos do Sertão do São Francisco, demonstrou a expectativa com o novo espaço. Jaciara Ladislau, que integra a Rede, disse que essa será mais uma oportunidade que os empreendimentos estão tendo e que vai reanimá-los. Ela destaca que é um novo mercado, pois alguns grupos costumavam vender em maior quantidade para mercados institucionais, porém, com o corte no orçamento de Programas como o PAA (Programa de Aquisição de Alimentos) e PNAE (Programa Nacional de Alimentação Escolar), a economia solidária tem sido impactada.

O novo espaço será um local fixo e de fácil acesso para a população, mais uma porta aberta para garantir o escoamento da produção, conforme expressa Raimundo Arcanjo, da comunidade de Curral Novo, em Massaroca, interior de Juazeiro. A comunidade possui uma minifábrica de beneficiamento e tem comercializado derivados do umbu, maracujá da caatinga e tamarindo.

O armazém conta ainda com a parceria do Instituto Regional da Pequena Agropecuária Apropriada (Irpaa), Projeto EcoForte/Fundação Banco do Brasil, Projeto Bem Diverso/Embrapa/PNUD.

Juazeiro: Laudo aponta que vacas mortas foram envenenadas

m laudo apontou que as nove vacas leiteiras mortas de forma misteriosa em uma fazenda localizada na zona rural de Juazeiro, cidade no norte da Bahia, em dezembro de 2017, foram envenenadas. O caso é investigado pela Polícia Civil, que ainda não informou se algum suspeito foi identificado.

O resultado do laudo foi divulgado após amostras de sangue e das vísceras dos animais serem colhidas por um fiscal e um veterinário da Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab) e encaminhadas para laboratórios de Salvador e Belo Horizonte.

Conforme o órgão, três tipos diferentes de venenos foram encontrados nas vacas mortas na fazenda, que fica no bairro Dom José Rodrigues. "Foram encontradas iscas usadas no combate de roedores, de ratos, e substâncias usadas tanto para o controle de ectoparasitas em animais quanto em plantações. Foram encontrados também mercúrio e chumbo", disse o fiscal da Adab, José Arnaldo Silva.

A pecuarista Pércida Silva, proprietária dos animais mortos, diz que ainda não se recuperou do prejuízo. Ela criava 19 vacas leiteiras e, dessas, nove foram encontradas agonizando no dia 25 de dezembro. "O que me chocou mesmo, depois de tudo, de ver a dor e o sofrimento dos animais, foi ver o resultado essa semana que me fez deparar com essa atrocidade", conta.

 

Fonte: Por Luciana Bispo - Assessora de Imprensa da Engie/Ascpm Cemafauna/Irpaa/G1/Municipios Baianos

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