09/03/2018

Coreto Hype reúne música, gastronomia, moda e arte em Stella Maris

 

Feira Coreto Hype, que reúne arte, moda, gastronomia, música, dentre outras atividades, encerra a temporada de verão entre o sábado (10) e o domingo (11), em Salvador. Esta edição será realizada em frente ao Gran Hotel Sttela Maris e ocorre das 10h às 22h, nos dois dias. Entre as atrações musicais estão as bandas reggae Mosiah e Diamba. [Confira a programação completa no final da matéria].

A feira vai contar, ainda com shows de Retr80, Forró no Kilo e Mondaze, além de brincadeiras e oficinas voltadas para o público infantil. A entrada é gratuita.

Entre as atividades estão a oficina de Mini Chefinhos (sábado e Domingo, 16h30), Jogos de Tabuleiro (Sábado e Domingo, o dia todo), Contação de Histórias (Sábado, 16h) e Oficina de Defumação e Incenso Natural (Domingo, 15h), além de DJs, Feira para Adoção de Animais, brincadeiras e a presença do Mágico Dragon (Domingo, 17h).

  • SERVIÇO

Feira Coreto Hype

Stella Maris – em frente ao Grand Hotel Stella Maris

Dias 10 e 11 de março

A partir das 10h

Entrada Franca

PROGRAMAÇÃO INFANTIL E OFICINAS

Sábado

Filó e Sofia (Contação de histórias) – 16h

Oficina de Mini Chefinhos – 16h30 e 17h

Jogo de Tabuleiro – Dia todo

DJ Nathy Brandão – 14h

Mondaze – 17h

Restgate Blues – 18h

Suinga – 19h

Diamba – 20h

Domingo

Oficina de Compostagem – 10h

Eureka Ideias Brincantes – 11h

Oficina de Mini Chefinhos – 16h30

Mágico Dragon – 17h

Jogo de Tabuleiro – Dia todo

Feira para Adoção de Animais – 11h

Oficina de Defumação e Incenso Natural – 15h

Cadeira de Brin – 12h

DJ Lu Muhana – 14h

Retr80 – 17h

Forró no Kilo – 18h

Mosiah – 19h

Espetáculo performático 'Loucas do Riacho' faz curta temporada em Salvador

O espetáculo performático "Loucas do Riacho" terá curta temporada em Salvador, no Espaço Cronópios, localizado na Rua Direita do Santo Antônio Além do Carmo, nos dias 24 e 25 de março. A performance faz parte do Projeto Ofélia, inspirado na personagem mítica de William Shakespeare.

Neste ritual, Ofélia paira sem nome e mergulha nos corpos de sete performers para flexionar os sentidos de loucura, morte, corpo feminino e simbologia da água, e para reelaborar modos de relacionar-se com o tempo.

O espetáculo transcorre numa dramaturgia do encontro, por meio de acordo de disposição que se constitui na abertura para a relação com o outro. As influências para essa construção dramatúrgica partem principalmente do campo da performance.

“Não há um material preparado de modo fechado que o público assiste e, a partir daí, pode ou não fruir a depender de sua afinidade e repertório. O que há é um arranjo de chaves através das quais artistas e público podem ir – ou não - se engajando, numa performance de aproximação e numa reformulação do tempo”, explica Raiça Bomfim, responsável pela direção e concepção do espetáculo.

"Loucas do Riacho" tem início às 17:30h, horário do pôr do sol, e não tem duração definida. Os ingressos custam R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia), mas quem leva uma planta paga meia.

  • Serviço

Loucas do Riacho – Projeto Ofélia

Onde: Espaço Cronópios [R. Direita do Santo Antônio, 179 - Santo Antônio]

Quando: 24 e 25 de março, às 17h30

Indicação etária: 18 anos

Ingresso: R$30 e R$15 (Leve uma planta e pague meia)

Críticas sobre corrupção e racismo compõem nova exposição do MAB

Uma mistura de crítica à corrupção e ao racismo, que brinca tanto com as belezas negligenciadas quanto com os absurdos ignorados no país. Assim, nasce a nova explosão de sentidos da arte gráfica de Renatinho da Silveira, doutor em Antropologia.

O Museu de Arte da Bahia, localizado no Corredor da Vitória, traz, a partir de hoje (8), às 19h, os imponentes painéis do artista no projeto Máscaras Afro-Brasileiras e também as produções digitais que satirizam políticos e lideranças do Brasil, as quais Silveira denomina de: A Peleja da Galera Omô Lodjô contra o Condado Brasiliense, frase que dá nome à mostra. “Não tínhamos Condado Portucalense? Pois temos o do nosso país. Eles formulam essa casta privilegiada que gera maiores problemas e exclusões”, explica o artista, que reúne fotografias e outras artes na exposição.

O designer gráfico deixa claro, porém, que o projeto não se trata de uma mostra dividida em duas partes:

  • “Não são duas áreas divididas, porque os dois temas se interligam. É uma coisa só. As questões políticas amplificaram o racismo e a força do povo é a mudança requerida. Mas, para isso, é preciso que vejamos as belezas uns dos outros. Assim ficamos maiores”.

Com entrada gratuita, a mostra, que fica disponível até 8 de abril, é composta por 50 painéis e plotagens dos trabalhos de Renatinho, além de conter vídeos sobre o processo de produção gráfica das obras e trilha musical. A produção foi exposta em São Paulo e no Japão e é apresentada pela primeira vez na Bahia, como uma atividade do 13º Fórum Mundial Social 2018, que acontece em Salvador de 13 a 17 de março.

  • Confira galeria:

Satirização

Com rostos de políticos transformados em imagens monstruosas e também de piratas, as críticas são feitas em metáforas que, para Renato, na satirização, não são uma ofensa. “É humor. Humor também pode ser utilizado para falar sério, criticar e refletir. É disso que se trata. O caso é tão grave que chega a ser piada. E o humor é a arma dos fracos. Eu fui exilado político e, naquela época, era rindo que a gente poderia sobreviver, mas por trás tem toda a dor. A intenção da mostra não é ferir, mas brincar para visualizar os ferido", explica.

Respeito para colorir

As imagens mais coloridas, no entanto, ficam para os rostos negros com pinturas que formam felinos, misturas culturais e outras noções. “A população continua discriminada. Quando você discrimina uma parte, está afetando negativamente o todo, principalmente por não perceber a força que aquela porcentagem ignorada tem”, conta o artista, deixando claro a diferença entre os dois tipos de máscaras da exposição: no primeiro caso, é sobre a máscara que caiu e, nesse segundo, sobre a beleza por trás de toda a dor.

Com o desejo de passar para o mundo as dores e flores de Salvador, o designer acaba trazendo linhas poéticas que retratam fatos de todo o Brasil. Pitadas de surrealismo com imagens literais fazem Renato da Silveira deixar claro que a pretensão é utilizar as raízes afro-brasileiras para falar do agora:

  • “Por mais que esteja seguindo uma linha mais digital atualmente, o que faço ainda é pintura e essa pintura sempre será sobre a liberdade nascer do respeito. Não tem outra forma de ser realmente livre”.

MAM-BA recebe exposição do pintor Alfredo Vopi

O Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA), no Comércio, em Salvador, será palco da exposição de Alfredo Vopi, um dos mais importantes pintores brasileiros. Intitulada Volpi, a obra irá reunir 33 obras que datam as várias fases de sua produção.

Na mostra, Volpi traça o amplo panorama da sua carreira autodidata, levando suas composições, que vão desde as paisagens rurais e urbanas dos anos 1940 até trabalhos das décadas de 1950, 60 e 70, nos quais predominam composições geométricas coloridas. Entre os destaques, a têmpera sobre tela Casas (1950), obra que integra a coleção do museu.

A exposição estará aberta à visitação do público a partir do dia 16 de março, com início às 19h, no MAM-BA. A entrada é gratuita.

Sobre Alfredo Volpi

Alfredo Volpi nasceu em 1896 na cidade de Lucca, na Itália, e mudou-se ainda criança para o Brasil. Na juventude, ele foi marceneiro e entalhador, até começar a atuar como pintor decorativo de casas da alta burguesia paulistana.

Volpi realizou a primeira exposição individual aos 47 anos de idade, no Salão de Maio e na 1ª Exposição da Família Artística Paulista, no ano de 1938 na cidade de São Paulo. Na década de 1950 evoluiu para o abstracionismo geométrico e, em 1953, recebeu o prêmio de melhor pintor nacional na segunda Bienal de São Paulo.

Salvador recebe musical em homenagem a Zeca Pagodinho

Jessé Gomes da Silva Filho terá sua história contada no palco do Teatro Castro Alves, em Salvador. Para quem não sabe, este é o nome de batismo de um dos principais nomes do samba brasileiro, o Zeca Pagodinho, que será homenageado com um musical no Circuito SulAmérica de Música e Movimento, no próximo dia 17 de março, a partir das 21h.

O musical apresenta a vida do sambista desde a infância no subúrbio de Xerém até o auge da fama, com músicas conhecidas pelo Brasil todo. O show, dividido em dois atos, conta com quatro músicos e um regente que se unem aos 13 atores, sob direção do protagonista Gustavo Gasparini.

Na primeira parte, o ator Peter Brandão é quem interpreta Jessé na sua fase inicial, quando se apaixonou pelo samba ainda jovem. O ator e diretor Gustavo Gasparini é quem faz o cantor na segunda parte do show, mostrando Zeca em sua fase madura, quando atinge a popularidade.

SERVIÇO

Data: 17 de março de 2018

Horário: 21h

Local: Teatro Castro Alves Salvador (Praça Dois de Julho, s/n° - Campo Grande, Salvador/BA).

Os valores dos ingressos variam entre R$25 e R$75 reais.

 

Fonte: G1/A Tarde/BNews/Municipios Baianos

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