13/03/2018

Conquista: Expoconquista começa nesta terça – feira (13)

 

Começa nesta terça-feira (13) a 52ª edição da Exposição Nacional Agropecuária de Vitória da Conquista. O evento vai até domingo, dia 18 de março.

A programação do evento inclui cursos, palestras e capacitações, além da feira de  e leilões de animais e da presença de bancos, concessionárias, construtoras e imobiliárias. Tem também a feira de artesanato, feira da Economia Solidária, Rota da Cachaça, provas equestres, projeto ADAB na escola, e parque de diversões. Haverá expositores de pelo menos 12 estados do país.

Todas as noites haverá shows com artistas locais e na sexta (16) e sábado (17) shows com artistas de renome nacional. Os ingressos custam R$ 6 inteira e R$ 3 mais, para os dias 13,14,15 e 18. Na sexta-feira o ingresso de pista custa R$ 25 e de camarote open bar R$ 80. No sábado a entrada da pista custa R$ 40 e do camarote R$ 100.

Segundo Jaumilton Gusmão Filho, presidente da Cooperativa Mista Agropecuária Conquistense (Coopmac), a expectativa é que 120 mil pessoas passem pelo parque de exposições nos seis dias de evento.

  • Programação da ExpoShow Conquista

16 DE MARÇO | SEXTA – FEIRA

VINGADORA + RANEYCHAS + BOTECO DAS AMIGAS e participação LARISSA GOMES

PISTA R$ 25,00 – CAMAROTE R$ 80,00 (Oper Bar: Cerveja + refri + água)

17 DE MARÇO | SÁBADO

CALCINHA PRETA + SAIA RODADA + MAGNIFICOS

PISTA R$ 40,00 – CAMAROTE R$ 100,00 (Oper Bar: Cerveja + refri + água)

Governo Federal reconhece situação de emergência na região de Vitória da Conquista

O Governo Federal, através do Ministério da Integração Nacional, reconheceu a situação de emergência do município de Vitória da Conquista e de outras 19 cidade brasileiras, devido a falta de chuva.

Esse reconhecimento foi publicado no Diário Oficial da União, através da Portaria nº 60, no último dia 6 de março de 2018, e permite a continuidade do trabalho dos caminhões-pipas, que levam água potável a 256 localidades da região.

De acordo com o coordenador da Defesa Civil, Ubaldino Figueira, essa portaria irá facilitar a captação de recursos necessários para a cidade. “Isso proporciona ao município condições de solicitar recursos dos governos Estadual e Federal, como a contratação de prestadores, carros ou outros meios que possam amenizar a seca”.

A portaria é válida até junho de 2018. Caso a estiagem permaneça, uma nova solicitação será feita pelo Município no mês de julho.

Com alta complexidade, Brumado se torna referência nacional no tratamento de diálise

Acompanhado por um grupo de profissionais médicos, o diretor do Instituto de Nefrologia do Brasil (Ineb), a Clínica de Hemodiálise de Brumado, Roberto Novais, compareceu à sessão da Câmara de Vereadores, na manhã da última sexta-feira (9), quando usou a tribuna livre para falar sobre as atividades desenvolvidas durante o Dia Mundial do Rim. O grupo promoveu uma feira se saúde na Praça Coronel Zeca Leite, onde foram disponibilizados vários exames e esclarecimentos preventivos sobre diabetes, pressão e o tratamento de hemodiálise.

Em entrevista ao site Achei Sudoeste, o diretor relatou que, nos últimos três anos, os atendimentos saltaram de 90 para 204 após a clínica ofertar o tratamento de alta complexidade, o que tem atraído o público de 22 municípios da região, uma cobertura de quase meio milhão de pessoas. De acordo com o diretor, os trabalhos educativos dos profissionais junto às unidade básicas de saúde do município têm sido fator preponderante para o diagnóstico precoce da doença renal crônica. Com 40 máquinas disponibilizadas, a clínica de hemodiálise tem capacidade para atender até 280 pessoas por dia. Com todos os programas de gestão em plena operacionalidade, a clínica se tornou uma referência nacional no tratamento de alta complexidade e já se planeja a ampliação dos serviços.

Instalações de clínica de oncologia podem ser iniciadas no segundo semestre em Brumado

Os projetos para instalação de uma clínica de oncologia no município de Brumado estão sendo amadurecidos. A oncologia é a especialidade médica que estuda os cancros (tumores malignos) e a forma como essas doenças se desenvolvem no organismo.

A proposta para instalação de uma clínica especializada em Brumado surgiu desde o ano de 2015, pelo grupo Nephron, que gerencia o Instituto de Nefrologia do Brasil, a Clínica de Hemodiálise.

O grupo apresentou o projeto ao então prefeito Aguiberto Lima Dias (PDT) buscando parcerias para a concretização do mesmo. Em entrevista ao Achei Sudoeste, o diretor do grupo Nephron, Roberto Novais, confirmou que tem mantido contato com a atual gestão municipal no intuito de dinamizar o processo para implantação da clínica, o que estabeleceria o município como uma das referências de saúde do estado.

Ainda segundo o diretor, há uma grande mobilização do setor político para que Brumado seja contemplado com a instalação da clínica, que exigirá também uma contrapartida do Município tendo em vista do alto custo das instalações. O diretor preferiu ser cauteloso sobre o andamento dos esforços para a concretização do projeto, pois declarou que a euforia pode atrapalhar.

A reportagem apurou que três áreas públicas estão em estudo para serem viabilizadas a fim de receber as instalações da clínica. Boa parte dos trâmites e documentações burocráticas estão bem encaminhados, gerando uma atmosfera otimista entre as partes envolvidas. A expectativa é de que as obras para construção do espaço físico da clínica de oncologia sejam iniciadas a partir do segundo semestre de 2018.

China vai mesmo retaliar americanos com bloqueio das importações de soja

Como foi previsto em O Expresso, o comércio de produtos agrícolas deverá ser o primeiro objeto de retaliação da China com as exportações norte-americanas, depois do anúncio de medidas protetivas, por parte dos EUA, contra o aço e o alumínio.

  • O portal Notícias Agrícolas confirma a hipótese:

Autoridades chinesas afirmaram que a soja norte-americana deverá ser o principal alvo de retaliação do país após as tarifas impostas pelo presidente Donald Trump na última semana sobre o aço e o alumínio, segundo informou à Reuters Internacional, a Associação Americana de Soja.

O temor de associações e demais instituições americanas ligadas ao comércio da oleaginosa já vêm de algum tempo, desde que começaram a circular os boatos de uma guerra comercial entre os dois países. A China é responsável, afinal, por mais de um terço das exportações dos EUA e uma retaliação efetiva poderia comprometer severamente essa relação, trazendo ainda mais ajuste ao setor agrícola norte-americano.

Ainda segundo informações apuradas pela Reuters, desde o final do ano passado, grupos americanos vinham sinalizando preocupações com este cenário. “Ouvimos diretamente dos chineses que a soja seria um dos primeiros alvos de retaliação. A ideia de que somos o único jogador nesse jogo e de que eles não têm muitas outras escolhas está completamente equivocada”, diz um anúncio da associação.

De ambos os lados, as declarações não têm ido muito mais longe. Nem mesmo a embaixada da China em Washington respondeu aos pedidos de um comentário feito pela Reuters. No entanto, os grupos agrícolas norte-americanos criticaram veementemente a decisão da Casa Branca, mais uma vez alertando sobre os impactos na questão da soja, grãos e demais oleaginosas.

“A agricultura vai pagar o preço desse protecionismo sobre o aço e o alumínio”, disse em entrevista ao portal ChinaDaily o porta-voz da instituição americana Farmers for Free Trade (Produtores pelo Livre Comércio, na tradução), Herb Karst.

O Brasil deverá ter uma super safra de soja, acima de 125 milhões de toneladas. Com a frustração da safra argentina, que deverá perder 10 milhões de toneladas, os exportadores brasileiros ficam a cavaleiro da situação, podendo até descolar seu preço dos indicadores de Chicago, que deverão cair abissalmente com a tarifação ou bloqueio das importações chinesas.

Perdemos exportações do aço (30% da produção brasileira) e do alumínio, mas ganhamos força no campo, que está crescendo a taxas astronômicas de 13% ao ano, como aconteceu em 2017.

Junto com a soja e o milho deverão aumentar ainda as exportações de carne de frango e suínos para a China.

Bahia cria grupo de trabalho para combater a ferrugem asiática

A incidência da ferrugem asiática na Bahia tem preocupado os produtores. Além de perder produtividade, os custos para controlar a doença estão pesando bastante nesta temporada. Com isso a Aprosoja Bahia criou uma iniciativa para combater o fungo causador da doença.

O tempo chuvoso, na região oeste da Bahia, tem gerado uma a expectativa de boa produção entre os produtores. Mas, a umidade também forma o ambiente ideal para o surgimento da ferrugem asiática. Na propriedade de Paulo Schimdt, no município de Luís Eduardo Magalhães (BA) já foi encontrada a doença e ele prevê aumento no custo de produção.

“O custo de produção já estava alto, porque já tínhamos cuidados contra a ferrugem. Esse custo pode aumentar de cinco a sete sacas, dependendo a época de plantio e tudo mais “, comenta Schimdt.

Até o fim de fevereiro, 22 casos de ferrugem asiática foram detectados no estado. Para tentar diminuir os casos, a Aprosoja estadual, a Fundação Bahia, a Associação dos Irrigantes do Oeste da Bahia e Sindicatos Rurais de municípios da região criaram programa “De Olho na Ferrugem”. E, já definiu pelo menos quatro ações de combate à doença.

Uma delas é a reorganização dos calendários agrícolas: o vazio sanitário irá durar quase cem dias (de 30 de junho a 7 de outubro) e o período de plantio vai ser reduzido (de 8 de outubro a 15 de janeiro).

“Temos que evitar esses plantios mais tardios. O grande problema da soja na safrinha é que a ferrugem entra mais cedo, com uma pressão de inóculo muito maior. Uma severidade maior e o número de aplicações de inseticidas consequentemente tem que ser maior, em intervalos mais curtos. Quanto mais fungicida eu aplico, mas selecionamos indivíduos resistentes”, diz o engenheiro agrônomo, Luís Henrique Carregal.

Outra medida que tem sido indicada é a rotação de defensivos, para diminuir a resistência do fungo. Prática que a pesquisadora Mônica Martins defende, em conjunto com a aplicação de fungicidas multissítios (moléculas que agem em diversos pontos do metabolismo do fungo).

“Nós temos que proteger as moléculas que temos, esses multissítios vieram para agregar. O ideal seria que o produtor usasse os protetores em todas as aplicações, para que a gente protegesse essas moléculas, mesmo porque a eficiência desses produtos tem caído”, garante Mônica.

O presidente da Aprosoja Bahia, Alan Julieni, destaca a importância do combate às plantas guaxas ou tigueras, que são aquelas que resistem fora do ciclo de plantio e servem de hospedeiras para doenças. Quando aparecem na beira das estradas, então, o controle é mais restrito.

Fizemos um trabalho voluntário em que cada um cuidou da rodovia às margens de suas propriedades. Mas ainda tem muitas beiras de asfalto que não tem propriedade em frente. Isso é um problema grave. Só que a gente tem que contar com a ajuda dos nossos políticos, porque é um custo alto. Sem falar em probleminhas legais para poder fazer isso. Se ficar para o produtor, então deixa ele usar os produtos que sejam necessários”, defende Julieni.

 

Fonte: Agência Sertão/BlogdaResemhaGeral/Achei Sudoeste/O Expresso/Municipios Baianos

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