21/03/2018

Salvador recebe o "BAILE DO CHICO" em 07 e 08 de abril

 

Os fãs de CHICO BUARQUE de SALVADOR, terão doze dupla nos próximos meses, para celebrar a obra de um dos mais importantes artistas da MPB.

"CARAVANAS' TURNÊ do artista passará por Salvador no mês de Maio, mas a boa notícia não para por ai. Dias (07 e 08/04), a Turnê do show “NU’ZS apresenta 'BAILE DO CHICO” desembarca também na cidade.

Formada pelo compositor e instrumentista Max Silva (ex-integrante do grupo "O TERÇO") e por Marcê Porena, artista com vasta experiência na cena musical e teatral brasileira, NUZ’S iniciou a turnê do show em homenagem à Chico Buarque em abril de 2017. Desde então, já passou por cidades como Porto Alegre, Recife, João Pessoa, Natal, Rio de Janeiro,  Belo Horizonte, Joinville, Piracicaba, Juiz de Fora entre outras. Agora, chega a Salvador com a promessa de surpreender os fãs do gênio da MPB.

Em uma revisita inusitada à obra de Chico Buarque, NUZ’S mescla a música sintética com a orgânica, a tradição e a contemporaneidade e faz dessa mistura de criatividade e musicalidade um show dançante que desconstrói a obra de Buarque sem perder a sofisticação.

No espetáculo, as poesias e melodias de clássicos como “Geni e o Zepelim”, “João e Maria”, “Cotidiano”, entre outras, se juntam a sintetizadores, batidas eletrônicas e guitarras mostrando o quanto a obra e a genialidade de Chico são atemporais.

  • Serviço:

Ingressos Online Sympla:  https://www.sympla.com.br/nuzs-apresenta-baile-do-chico__252451

VALORES: DE 25,00 a 35,00

Local: VARANDA DO SESI RIO VERMELHO

DIAS 07 e 08 de ABRIL (SÁBADO e DOMINGO)

Rua Borges dos Reis, 9, Rio Vermelho

Horário: 17 h

Show homenageia Álvaro Assmar, que faria 60 anos nesta terça

O músico Álvaro Assmar, que completaria 60 anos nesta terça-feira, 20, será homenageado com um show no fim de semana. O evento "Álvaro Assmar 60 Anos - Uma Homenagem" acontece nesta sexta, 23, e sábado, 24, às 20h30, no Café-Teatro Rubi, no Wish Hotel da Bahia (antigo Sheraton). Os ingressos custam R$ 60 e estão à venda no local e no site Compre Ingressos.

Com produção e direção artística do cantor, compositor e guitarrista Eric Assmar, filho de Álvaro, o evento reúne familiares e amigos para celebrar o legado do artista, que morreu em dezembro do ano passado.

No palco, Eric será acompanhado pela Mojo Blues Band, que acompanhava Álvaro em sua carreira, e receberá convidados especiais, entre eles o gaitista e cantor carioca Flávio Guimarães, uma das maiores referências da gaita blues na América Latina, e Adelmo Assmar, baixista e cantor, irmão de Álvaro e antigo parceiro no grupo de rock progressivo Cabo de Guerra.

O repertório conta com canções que marcaram a carreira de Assmar, além de clássicos do blues.

Além de músico, Álvaro teve forte atuação como produtor musical, cultural e radialista. O artista criou o projeto ´Wednesday Blues´ e apresentou o programa Educadora Blues, pela rádio Educadora FM, por quase 15 anos.

  • PROGRAME-SE

Álvaro Assmar 60 Anos – Uma Homenagem

Quando: 23 e 24/3/18 (sexta e sábado)

Horário: 20h30

Onde: Café-Teatro Rubi

Ingressos: R$ 60

Vendas: Bilheteria do Café-Teatro Rubi (segunda a sábado, das 14h às 19h), site www.compreingressos.com e call center: (71) 2626-0032

Mestras sambadeiras da Bahia participam de roda de conversa e show no Pelourinho

Depois de apresentações pelo interior, o Projeto Circulando com Mulheres do Samba de Roda reúne em Salvador as mestras de maior referência desse genuíno estilo de samba baiano. No encontro, que será no próximo domingo, às 10h, no Largo Tereza Batista, acontece uma roda de conversa mediada pela cantora, dançarina, professora e pesquisadora baiana Clécia Queiroz, seguida de uma roda de samba. O evento também comemora o Mês da Mulher.

O projeto, que circulou por cidades do recôncavo baiano – Maragojipe, Muritiba, Conceição do Almeida e Saubara – teve o apoio do Fundo de Cultura do Estado da Bahia e chega a Salvador em parceria com o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Cultura (Secult) e do Instituto do Patrimônio Histórico e Cultural (Ipac). O evento é parte de uma extensão do projeto anterior para a publicação do documentário e do livro ‘Mulheres do Samba de Roda’, que realiza um mapeamento etnomusicológico em torno de 16 mestras de 15 localidades do estado, as detentoras do saber tradicional do samba de roda.

Serão recebidas 13 mestras do samba de roda, que representam diversos municípios baianos: Dona Ana (Cachoeira); Dona Fiita (Teodoro Sampaio, Dona Lora (Irará); Dona Fátima (Conceição do Almeida); Dona Aurinda (Vera Cruz); Dona Bernadete (Simões Filho); Dona Nicinha (Santo Amaro); Dona Santinha (Acupe); Dona Rita da Barquinha (Bom Jesus); Dona Cadú (Maragojipe); Dona Berenice (São Fracisco do Conde); Dona Bete (Camaçari); Dona Chica (Feira de Santana).

A programação conta com uma roda de conversa mediada por Clécia Queiroz, que junto com as sambadeiras evidenciam seus potencias artísticos, suas histórias de vida, o universo da mariscagem, da agricultura, do artesanato ceramista e retrata seus saberes e protagonismo no enfrentamento de toda forma de violência contra a mulher, além da conquista do direito de se expressar, de ter renda própria, saúde, educação. A conversa acontece com música e dança, além de uma tradicional roda de samba envolvendo a platéia.

"O samba de roda não tem sentido sem as sambadeiras", afirma Clécia Queiroz, que atualmente faz Doutorado na Universidade Federal da Bahia (Ufba), cujo tema é nada mais que o próprio o samba de roda. “Música e dança são partes complementares dessa manifestação. E isso pode ser confirmado pelas próprias vozes dos sambadores, que dizem que há um diálogo musico - corporal com as sambadeiras e que o estímulo da música se faz através do corpo delas. Além disso, as mulheres se envolvem na organização, várias delas também tocam instrumentos de percussão e algumas assumem o papel de liderança em suas comunidades a partir do seu próprio trabalho. Colocar isso à disposição dos públicos, revelarem o contexto em que vivem essas mulheres (assim como os próprios homens), é trazer a história de nossos antepassados e criar uma possibilidade real de identificação para as pessoas que as ouvem falar e se expressar. E isso tem sido feito através do Circulando com as Mulheres do Samba de Roda.” finaliza Clécia.

Grupo Botequim faz circulação nacional com apoio do Fundo de Cultura

A celebração que o Grupo Botequim faz ao samba tradicional da Bahia vai encantar ouvidos e mostrar sua força em outras cidades do país a partir dessa sexta-feira (23), quando o grupo entra em circulação nacional com passagens por São Paulo, Rio de Janeiro e Recife. Em todas as noites, o mestre Walmir Lima estará presente como convidado especial da excursão artística, que se tornou possível por meio do Edital Mobilidade Artística e Cultural 2017, apoio financeiro do Governo do Estado, através do Fundo de Cultura, das secretaria da Fazenda (Sefaz) e de Cultura (Secult).

Intitulada “Circulação Nacional Grupo Botequim e o Samba Tradicional da Bahia: Participação Especial do Mestre Walmir Lima”, a turnê marca o lançamento nessas cidades do álbum Festa no Botequim, comemorativo ao aniversário de 10 anos do grupo, lançado em Salvador em 2016, que traz participações de grandes nomes do samba baiano, como Gal do Beco, Seu Regi de Itapuã, Grupo Barlavento, As Ganhadeiras de Itapuã e Walmir Lima.

O repertório das apresentações é um passeio pelas 13 faixas autorais do CD e pela obra de um dos grandes nomes do samba tradicional baiano, Walmir Lima, que irá mostrar algumas dos grandes sucessos dos seus 47 anos de carreira. “Também não vamos deixar de homenagear outros sambistas baianos, como Riachão”, acrescenta Roberto Ribeiro, cavaquinista e um dos fundadores do grupo.

Assim como o álbum Festa no Botequim, o show preparado para o projeto de circulação traz no seu conceito a abordagem a diferentes vertentes do samba, do samba de roda ao partido alto, passando pelo samba canção, samba de breque, samba enredo e até chorinho.

Em São Paulo, o grupo toca em Mogi das Cruzes, no Casarão da Mariquinha, dia 24 de março, e no dia seguinte (25) na capital paulista, como parte do projeto musical Samba do Sol. No Rio de Janeiro serão duas apresentações, uma no Teatro Rival Petrobras e outra no Solar Wilson Moreira, nos dias de 28 e 31 de março respectivamente. Já em Recife, o show do grupo integra-se ao projeto Andando com o Samba de Raiz, no Paris Lounge Bar, dia 7 de abril.

Grupo Botequim

A sete meses de completar 12 anos de trajetória musical, o Grupo Botequim é hoje reconhecido nacionalmente pelo trabalho de pesquisa sobre o samba tradicional de todas as regiões do país. Em Salvador, onde nasceu, é responsável por ampliar a vivência acerca do gênero musical, sendo o provocador de uma renovação da cena de entretenimento em torno da roda de samba.

Formado por Roberto Ribeiro (cavaco e voz), Pedrão (violão e voz), Tito Fukunaga (flauta e percussão), Natan Maurício (surdo), Washington Rodrigues (Violão 7 cordas) e Everton Marco (percussão e voz), o grupo já se apresentou por cidades do Brasil e realizou turnês no exterior, passando por Portugal, Alemanha e França.

Além das canções que resultam de um trabalho autoral marcante, uma vez que todos os seus integrantes são compositores, o Botequim traz para o seu repertório grandes nomes do samba tradicional da Bahia, como Batatinha, Roque Ferreira, Edil Pacheco, Riachão, Nelson Rufino, Walmir Lima, além de outros notáveis sambistas brasileiros, como Cartola, Nelson Cavaquinho, Paulinho da Viola, Clementina de Jesus, Noel Rosa, Dona Ivone Lara, Adoniran Barbosa, entre outros.

“A roda de samba é lugar essencial de onde emerge essa tradição tão viva do samba em qualquer canto desse país. Dessa forma, o Grupo Botequim vem espalhando celebração, competência musical e, sobretudo, respeito ao samba”, comenta o mestre Walmir Lima, que apadrinha o grupo e, não à toa, é o convidado escolhido para este projeto de circulação.

Walmir Lima

Walmir Lima é um artista que se confunde com a música de raiz produzida e vivenciada na Bahia, principalmente na sua vertente mais popular, o samba. Seu repertório mistura o samba enredo, samba de roda e de terreiro, sambas canções românticos, impregnados de uma poesia lírica única.

Oriundo de uma geração de grandes mestres sambistas baianos, como Batatinha, Panela, Tião Motorista, Walmir Lima tem uma obra marcada de grandes êxitos e sucessivas conquistas como um excelente compositor. Por meio de suas canções, ele conquistou o Brasil. Entre seus grandes sucessos estão “Ilha de Maré”, imortalizada pela voz de Alcione; “Dindinha Lua”, gravada por Beth Carvalho, além de outras grandes canções nas vozes de Jair Rodrigues, Fundo de Quintal, Nosso Samba, Exporta Samba dentre outros. Na trajetória do mestre, estão cinco álbuns, entre os quais dois produzidos por ele, Bahia de Todos os Sambas e Sambas de Roda de Salvador.

 

Fonte: Cultura Comunicação Música/A Tarde/SecultBa/Municipios Baianos

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