28/03/2018

Orquestra Juvenil da Bahia estreia a série NEOJIBA no TCA 2018

 

A Orquestra Juvenil da Bahia, os Coros Juvenil e Infantil e a Orquestra Castro Alves chegam renovados para o concerto de estreia da série NEOJIBA no TCA deste ano, domingo (1º de abril), às 17h, no Teatro Castro Alves. A grande maioria dos músicos e cantores foi preparada pelo modelo pedagógico aplicado no NEOJIBA, no qual a experiência de ensino e aprendizagem acontece entre os próprios pares a partir da ideia de multiplicação. Os ingressos para a apresentação custam R$ 4 (inteira) e R$ 2 (meia).

O NEOJIBA é um programa do Governo da Bahia vinculado à Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SJDHDS) e seu diretor fundador é o maestro e pianista Ricardo Castro. A série NEOJIBA no TCA, em 2018, conta com o patrocínio do Laboratório Sabin, através da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

Esta temporada traz para o público um repertório com obras importantes de grandes compositores, que preparam a nova geração de músicos do NEOJIBA para grandes desafios. Sob a regência de Ricardo Castro, a Juvenil da Bahia toca na estreia composições de Brahms, Wagner, Tchaikovsky e Gershwin. Abertura Festival Acadêmico, Abertura-fantasia Romeu e Julieta e Abertura 1812 são os destaques do repertório.

“É a nova geração do NEOJIBA nos palcos do TCA. Essa nova Orquestra Juvenil da Bahia é resultado do Aprende Quem Ensina, que é o nosso lema. Nos nossos primeiros 10 anos, não abrimos mão do modelo de músicos multiplicadores, que vão para sala de aula ensinar aos mais novos. Agora temos uma orquestra principal com 125 músicos formada em grande parte por jovens que vieram dos nossos Núcleos de Prática Musical, da Orquestra Castro Alves (OCA) – que é a nossa orquestra intermediária – e dos projetos parceiros no interior do Estado”, afirma Ricardo Castro.

A apresentação conta com a participação do Coro Juvenil e do Coro Infantil do NEOJIBA, que cantam junto a Juvenil da Bahia a Abertura 1812, de Tchaikovsky. O Coro estará presente em toda a série. “Este ano ampliamos as vagas para o Coro e estamos propondo desafios maiores para os jovens coralistas”, conta Eduardo Torres, diretor musical do NEOJIBA. O concerto ainda traz o naipe de metais de uma OCA também renovada e a estreia no Teatro Castro Alves de um quarteto de cordas formado por músicos egressos da OCA e admitidos recentemente na Orquestra Juvenil da Bahia.

Programa NEOJIBA

Criado em 2007 como um dos programas prioritários do Governo do Estado da Bahia, o NEOJIBA (Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia) tem por objetivo promover na Bahia o desenvolvimento e a integração social, prioritariamente de crianças, adolescentes e jovens em situações de vulnerabilidade, por meio do ensino e da prática musical coletivos. O NEOJIBA beneficia cerca de 4.600 crianças, adolescentes e jovens em todo o estado da Bahia. É uma ação da Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SJDHDS) e seu diretor fundador é o maestro e pianista Ricardo Castro.

  • SERVIÇO

NEOJIBA no TCA

Orquestra Juvenil da Bahia

Coro Juvenil do NEOJIBA

Coro Infantil do NEOJIBA

Naipe de metais da Orquestra Castro Alves

Regência: Ricardo Castro

Teatro Castro Alves

1º de abril (domingo), às 17h

R$ 4 (inteira) e R$ 2 (meia)

Programa

Brahms – Abertura Festival Academico, op.80

Wagner – Os Mestres Cantores de Nurembergue, Abertura

Tchaikovsky – Romeu e Julieta, Abertura Fantasia

Gershwin – Abertura Cubana

Tchaikovsky – Abertura 1812

Grupo Ilê FunFun lança CD dedicado aos cânticos da Nação Ketu

No sábado (31), o grupo musical Ilê FunFun, fundado no Terreiro da Casa Branca, lança o CD “Okan Mi Mo Orixá – Meu coração é do Orixá”, composto por cânticos de candomblé da Nação Ketu e pela canção homônima ao álbum, de autoria do grupo. A obra chega ao mercado fonográfico cumprindo a função de preservar e difundir do arcabouço cultural que é a música dos Orixás, com apoio financeiro do Governo do Estado, por meio do Fundo de Cultura.

O lançamento acontece no Ilê Axé Yá Omim Lonan – terreiro ao qual o grupo hoje pertence – em Cajazeiras, às 15h, com apresentação do Ilê FunFun, que mostrará canções do álbum. Para facilitar a participação no evento, que tem entrada franca, um ônibus sairá do Terreiro Casa Branca (Av. Vasco da Gama, 463), às 14h30. O CD, que a partir de então servirá como fonte de pesquisas e estudos, será distribuído gratuitamente para os presentes.

“Registrar, salvaguardar e propagar valores culturais ancestrais faz-se necessário para qualquer cultura que pretenda ser cuidadosa, inclusiva e abrangente, respeitando as hierarquias de sua história”, realça o alabê Edvaldo Araujo, fundador do Ilê FunFun e, há mais de uma década, mentor de projeto de preservação da cultura musical e personagens do candomblé por meio de cursos, oficinas, palestras, apresentações e registros musicais.

O alabê realça que o CD valoriza simultaneamente três grandes ramificações da tradição afrobrasileira. “A número um é a própria entidade viva que é o terreiro da Casa Branca, primeiro do Brasil. A segunda é a música tradicional de matriz africana, cultuada não apenas por esse terreiro, mas também por toda a nação Ketu e por aqueles que entendem a importância dessa música como precursora da identidade da música baiana e brasileira. E finalmente o Grupo Ilê FunFun, nascido na Casa Branca em 2001 e hoje com uma trajetória de participação em diversos eventos e shows em Salvador”.

O músico Alex Pochat, que assina a direção executiva do álbum, realça que uma obra com essas características apresenta uma importância que transcende o aspecto musical. “Pela riqueza musical, o álbum já seria suficiente em si mesmo. Além disso, ele salvaguarda identidades ao mesmo tempo que suscita reflexões sobre a construção de novas, em termos não apenas culturais, mas também sociais. Música, candomblé, Salvador, África, ontem e hoje, tudo em um só retrato musical”.

  • SERVIÇO

Lançamento do CD Okan Mi Mo Orixá – Meu coração é do Orixá

Dia: 31/3 (sábado)

Horário: 15h

Local : Ilê Axé Yá Omim Lonan – R. Geraldo Brasil, Chácara 5, Cajazeira XI,

Entrada Franca

- Um ônibus sairá do terreiro Casa Branca (Av. Vasco da Gama, 463), às 14h30, para facilitar o transporte dos interessados em participar

FICHA TÉCNICA

Edvaldo De Araujo Santos - Coordenador

Alex Diniz De Pochat - Produtor Executivo

Tadeu Cardoso Mascarenhas - Produtor Musical

Joshu Santos - Design Gráfico

Assessoria de Imprensa – Tatiane Freitas I Viva Comunicação Interativa

Estudantes visitam coleção de instrumentos musicais no Solar Ferrão

O Centro Cultural Solar Ferrão (Rua Gregório de Mattos, nº45), no Pelourinho, recebeu na semana passada a visita de 99 estudantes, entre 10 e 11 anos, do Ensino Fundamental do Colégio Sartre. Apesar de instalado no bairro do Itaigara, o colégio sempre visita o Pelourinho e os equipamentos da Diretoria de Museus (DIMUS), vinculada à Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA), como o Ferrão.

“Sempre fazemos tour educativo e artístico-cultural com os alunos no Centro Histórico de Salvador (CHS). Da outra vez, fomos ao Tempostal, mas hoje escolhemos o Ferrão e a Coleção de Instrumentos Musicais Tradicionais de Emília Biancardi”, explica Maria de Fátima Nery, coordenadora do Sartre.

O Ferrão dispõe de um museu de arte sacra, o Abelardo Rodrigues, e mais quatro coleções, dentre as quais a de Emília Biancardi que é composta por instrumentos de sopro, corda e percussão de países dos cinco continentes. “Este espaço, bem como os demais da DIMUS, está sempre à disposição para receber grupos de estudantes. Estas visitas fazem parte do projeto socioeducativo realizado pelos museus”, explica a responsável pela DIMUS, Fátima Santos.

São 227 peças reunidas e doadas ao Estado pela etnomusicóloga Emília Biancardi. “Temos hoje 20 funcionários do Sartre para acompanhar os alunos”, ressalta Maria Nery, relatando da responsabilidade de cuidar e guiar tantas crianças. A visitação à coleção foi dividida em grupos de 20 alunos. “Primeiro, os levamos à primeira sala, onde explicamos o conteúdo geral e as normas de segurança, depois seguimos por mais duas amplas salas apresentando as peças e tirando dúvidas”, diz Ana Maria Tiburtino, uma das monitoras do Solar Ferrão/DIMUS. Outros monitores, João Batista e Gabriel Roma, apoiaram a ação. “Foi necessário chamarmos mais monitores já que tínhamos que atender cerca de 100 crianças em um curto espaço de tempo”, completa Batista.

MONITORES/DIMUS

Criada em 1972, a Diretoria de Museus (DIMUS) foi vinculada à Fundação Cultural (Funceb), mas desde 2003 está no IPAC. Sua missão é formular, promover e garantir a implementação de políticas públicas para o setor museológico, visando contribuir com a criação, a organização, o desenvolvimento e o fortalecimento das instituições museológicas vinculadas a esta Diretoria e de seus acervos, colocando-os a serviço da sociedade e do seu desenvolvimento.

O Solar Ferrão está em uma das ruas mais visitadas do Pelourinho, a Gregório de Mattos, onde também está a sede do bloco afro Olodum, o que faz com que seja grande também o número de turistas que visitam as coleções da DIMUS. “A mostra ‘União entre os povos’ que fica aberta até quinta-feira (29) na Galeria Ferrão, já foi vista por turistas vindos de mais de 15 países e 20 estados brasileiros”, comenta Fátima Santos.

O público aumenta principalmente em dias de grandes eventos ou na chegada de navios no Porto de Salvador. O solar é originário do século XVII, está instalado no declive entre o Pelourinho e a Baixa dos Sapateiros, e é tombado desde 1938 como Patrimônio Nacional pelo IPHAN/MinC.

Visitação no Ferrão acontece de terça-feira a sábado, das 13h às 17h. Informações telefone (71) 3116- 6743. Confira mais detalhes aqui: www.ipac.ba.gov.br/museus. Acesse: https://dimusbahia.wordpress.com. Facebook: Museus da Bahia.

 

Fonte: SecultBa/Municipios Baianos

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