04/04/2018

Laboratório Musical do Lalá encerra programação em abril

 

O Lálá Multiespaço encerra o projeto LáláB – Pague Minha Pauta com programação diversificada no mês de abril. Serão oito shows e três oficinas musicais, além de conversas com os artistas participantes. No próximo fim de semana, se apresentam o rapper Hiran (6 de abril, 21h e 23h) e a cantora Aiace (7 de abril, 21h e 23h). Os ingressos custam R$10 (inteira) e R$5 (meia) e serão vendidos no local.

O rapper Hiran apresenta seu disco recém-lançado “Tem Mana No Rap” em duas apresentações na sexta-feira (6), às 21h e 23h. O jovem de Alagoinhas bebe de influências que variam entre o Grime de Londres e a Música Popular Brasileira, buscando dar uma nova cara ao RAP, tratando de temáticas que envolvem o preconceito e a aceitação pessoal enquanto artista e ser humano no contexto atual.

Já no sábado (7), às 21h e 23h, os shows são de Aiace. A cantora se apresenta ao lado do multi-instrumentista chileno Jorge Solovera, em um formato intimista, que amplia as experimentações nos caminhos interpretativos e na própria construção das canções. Os dois se revezam entre instrumentos de corda, percussão e voz, com climas e texturas únicas, construindo novas roupagens para as músicas de "Dentro ali", primeiro disco solo de Aiace lançado em novembro de 2017. Filipe Lorenzo e Bruna Barreto fazem participações.

Aiace e Hiran também reservam um tempo para uma conversa com o público sobre seus trabalhos, com entrada gratuita. O rapper participa do bate-papo na sexta, às 20h, enquanto a cantora conversa com o público entre os shows, no sábado, às 22h.

Além de Hiran e Aiace, também fazem shows dentro da programação do LáláB – Pague Minha Pauta a cantora Mariella Santiago, nos dias 13 e 14 de abril, às 21h; Mãeana (Ana Claudia Lomelino), 20 e 21 de abril, às 21h; e a banda Metá Metá, 26 e 27 de abril, às 21h. Serão realizadas também oficinas gratuitas do Coletivo Invisível (14 de abril), Coletivo Jabuticaba (21) e EdBrass Brasil (28), finalizadas com jam sessions abertas ao público.

O projeto

Duas linhas de ações compõem o projeto: a realização de 40 shows de artistas locais e nacionais entre janeiro e abril e a realização de quatro atividades formativas para músicos. Passaram pelo palco do Lálá, desde janeiro, artistas como Rebeca Matta, Manuela Rodrigues, Africania, Luiza Lian, Livia Nery, Alessandra Leão, Giovani Cidreira, entre outros. Além de realizar duas apresentações, os artistas também participam de um bate-papo com o público sobre seu trabalho e estratégias de produção e circulação.

Com o apoio financeiro do Fundo de Cultura do Estado da Bahia, mecanismo de fomento das secretarias da Fazenda e de Cultura do Estado da Bahia, por meio do Edital de Dinamização de Espaços Culturais, executado pela Diretoria de Espaços Culturais (DEC), as ações têm realização do Lálá com produção da Maré Produções Culturais. “O projeto é uma busca de apoio para esta cena musical, através do incentivo à promoção, circulação, divulgação e fruição dos trabalhos de músicos independentes, mas também uma maneira de garantir a dinamização, manutenção e sustentabilidade da nossa casa, uma coisa alimentando a outra”, explica Luiz Ricardo Dantas, idealizador e gestor do espaço.

Lálá Multiespaço

Um ponto de convergência. Um espaço de sonho. Uma porta para o lúdico. Este é o Lálá Multiespaço, casa dedicada às artes integradas e que movimenta a cena criativa independente de Salvador, abrigando diversas linguagens, como música, artes visuais, gastronomia, teatro, moda e outras. Inaugurado oficialmente em julho de 2014, o Lálá Multiespaço já apresentou mais de 400 artistas e grupos de diversas linguagens. Com capacidade para abrigar um total de 300 pessoas, a casa localizada no Rio Vermelho se configura como um dos espaços de Salvador de maior circulação de artistas da cena independente do Brasil e foi indicado pelo The New York Times como um dos lugares para se visitar na capital baiana.

  • SERVIÇO

LÁLÁB – PAGUE MINHA PAUTA

SHOWS

06/04 - HIRAN – 21h e 23h – R$10 e R$5 (meia)

07/04 - AIACE – 21h e 23h – R$10 e R$5 (meia)

13 e 14/04 – MARIELLA SANTIAGO – 21h – R$10 e R$5 (meia)

20 e 21/04 – MÃE ANA – 21h – R$10 e R$5 (meia)

26 e 27/04  – METÁ METÁ – 21h – R$10 e R$5 (meia)

Onde: Lálá Multiespaço

Endereço: Rua da Paciência, 329, Rio Vermelho.

Informações: 71 99974-4248

I Festival de Contação de histórias homenageia Betty Coelho

O contador de histórias abre as portas para o mundo da imaginação. Para dialogar com a comunidade sobre o papel e a importância da contação na formação intelectual do individuo, ocorre na Biblioteca Central do Estado da Bahia (BCEB/Barris) o I Festival de contação de Histórias, nesta quarta-feira (4), a partir das 9h. O evento vai contar com a presença de escritores, arte-educadores e pedagogos. O Festival faz parte do Projeto Abril do Livro Infantil, que ocorre em todas as bibliotecas coordenadas pela Fundação Pedro Calmon/SecultBA.

A abertura do Festival será feita com uma mesa redonda composta pelo diretor da FPC, Zulu Araújo, pela diretora do Sistema de Bibliotecas do Estado da Bahia, Carmen Azevedo, pelas professoras Maria José Goodwin e Lícia Beltrão, além da homenageada do evento, Betth Coelho.

“Contar histórias é muito importante principalmente para as crianças, pois é um estimulo para o desenvolvimento da criatividade, além de levar elementos ricos para eles. Esses fatores impactarão positivamente no futuro desses jovens”, destaca a escritora e contadora de histórias Daniela Rodrigues.

Após a mesa haverá palestras sobre a importância da narrativa no processo de contação de histórias, que será ministrada pelo escritor de literatura infanto-juvenil e especialista em Literatura pela PUC/SP, Eraldo Miranda. E “Como contar histórias” que será realizada pelos contadores Tom Alves e Selma Guilera.

O setor infantil terá uma programação especial, recheada de contações de histórias. “Essa é uma forma de valorizar a literatura baiana e criar um vinculo das crianças com o escritor”, ressalta Daniela Rodrigues, que levará para as crianças a obra autoral Escola para vampiros.

A estudante de psicologia e especialização em libras, Karine Santos, contará em Libras a história da Cinderela Surda. “Essa é uma forma de inclusão. A história escolhida é um clássico dos contos de fada, só que os personagens, nessa versão, são surdos”, destaca Karine.

A homenageada

A escritora Betty Coelho é uma das pioneiras na arte de contar histórias na Bahia. O livro “Contar história - uma arte sem idade” é um dos destaques de suas produções, no qual a educadora conta suas experiências e dá dicas para todos que queiram aprender.

  • Confira a programação:

9h – Mesa de abertura

10h - Pré-formação sobre a importância da narrativa no processo de contação de histórias. Escritor Eraldo Miranda

11h - Pré-formação sobre como contar histórias. Tom Alves e Selma Guilera

14 às 16h – Mini-oficina de técnicas utilizadas na confecção de fantoches para utilização em contações de histórias. Aline Pinheiro

Contação de Histórias

10h - Mistério no Sítio do vovô Bira, autoria de Ester Leonor Ferreira.

Facilitadora: Ester Leonor Ferreira.

10h15 - O pontinho desapontado, autoria de Palmira Heine.

Facilitador: Grupo Calib e Cardume.

10h30 - Contação de histórias em libras: Cinderela surda, autoria de Lodenir Becker Karnopp, Caroline Hessel e Fabiano Rosa. Facilitadora: Karine Soares

10h45 - Escola para Vampiros, autoria de Daniela Rodrigues.

Facilitadora: Daniela Rodrigues.

11h - O macaco e a onça, autoria de Deborah Engelender Abreu e Laerthe de Moraes Abreu Junior. Facilitadora: Carla Chastinet.

14h - Contação de histórias: causos de Dona Xandu, baseado nas obras de Graciliano Ramos. Facilitador: Alexandre Geisler.

14h30 - Contação de histórias em libras: Cinderela surda, autoria Lodenir Becker Karnopp, Caroline Hessel e Fabiano Rosa. Facilitadora: Karine Soares.

14h45 - Meu vovô encantado, autoria de Terezinha Passos.

Facilitadora: Terezinha Passos.

15h - Bia a nuvem que não queria chover, autoria de Iray Galrão.

Facilitadora: Iray Galrão.

15h15 - O príncipe serpente, autoria de Elizabeth Hoyt.

Facilitadora Zezé Matos.

15h30 - O roubo das galinhas, autoria de Rai Santana.

Facilitador: Raí Santana.

15h45 - O sanduíche de Dona Maricota, autoria de Avelino Guedes.

Facilitadoras: Marcilene Dias.

16h - Chapeuzinho Vermelho e A história da mala mágica.

Facilitadores: Sérgio Mício e Thim Vieira.

Serviço

I Festival de Contação de Histórias

Quando: 04 de abril

Onde: Biblioteca Central do Estado da Bahia, localizada no bairro dos Barris

MAM realiza "Recital Bo Bardi, Villa e Volpi"

Integrando as atividades ligadas à Exposição Volpi, o Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA) promove nesta quarta-feira (04), às 20h, o Recital Bo Bardi, Villa e Volpi’, uma apresentação do violonista Mário Ulloa com repertório de obras de Villa Lobos.

A Bahia e Volpi flertam desde a década de quarenta. Em 1949, com a participação do 1º Salão Baiano de Belas Artes, posteriormente em 1954, com a exposição individual, e depois em 1966, em sala especial na 1ª Bienal da Bahia. Tudo pontuado pelo crítico de arte Theon Spanudis.

A exposição de Alfredo Volpi marca um momento importante para o MAM. Além das reformas já iniciadas, o museu tem trabalhado com o propósito de reforçar sua posição como lugar de difusão e incentivo à produção das artes visuais da Bahia. O MAM busca articular um programa de intercâmbio com artistas, curadores e museus, nacionais e internacionais, fortalecendo o circuito das artes visuais.

O MAM realiza a exposição em parceria com as galerias Almeida & Dale, Paulo Paulo Darzé Galeria, aos colecionadores, a Ladi Biezus e ao Instituto Volpi.

SERVIÇO

‘RECITAL Bo Bardi, Villa e Volpi’

Quando: 04 de Abril

Onde: MAM

Horário: 20h

Entrada gratuita

 

Fonte: SecultBa/Municipios Baianos

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