10/04/2018

Inscrições para projeto 'Terreiros Criativos' iniciam em Cachoeira

 

Desta terça a sexta-feira (1º a 13) serão realizadas as inscrições para o projeto ‘Terreiros Criativos’ que beneficia 10 terreiros de candomblé de Cachoeira e São Félix, no Recôncavo baiano, além de condutores, guias de turismo e profissionais que trabalham com cultura na região. São gratuitas e podem ser feitas das 8 às 12, e das 14 às 17h, na sede da Fundação Hansen Bahia, na Rua Treze de Maio, n°197-373, em Cachoeira.

A iniciativa conta com patrocínio da Secretaria de Turismo do Estado (Setur) e apoio da Secretaria de Cultura (Secult, por meio do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (Ipac). O projeto integra o Programa de Fomento e Valorização dos Terreiros Patrimonializados e trabalha com três eixos - educação (capacitação), turismo (sinalização) e comunicação (informação e impressos). A concepção e desenvolvimento têm foco na Economia Criativa voltada à cultura.

As 40 vagas oferecidas são distribuídas para integrantes dos 10 terreiros de candomblé registrados como Patrimônios Culturais (20) e da Associação dos Guias e Condutores de Turismo do Vale do Paraguaçu (10), e as demais para promotores de turismo e cultura da região. “O projeto é inédito e inovador na Bahia, já que ainda não se tinha implantado programa de política pública continuada para beneficiar terreiros tombados ou registrados pelo Estado”, afirma o diretor do Ipac, João Carlos de Oliveira.

Segundo ele, os terreiros serão capacitados para ações de receptividade, aprimoramento de conhecimentos das culturas de matriz africana, educação e preservação patrimonial. O Ipac foi responsável pela pesquisa e parecer que tornaram os terreiros bens culturais da Bahia. Mais informações estão disponíveis pelos telefones da Actup (75) 98245.1045 e (71) 99154-5965.

Módulos

O curso terá duração de 80 horas distribuídas em três módulos por período de três meses - ‘Histórias do Brasil e da África’, 'Turismo e Patrimônio Cultural’ e ‘Vivência e Roteirização’, respectivamente, como informa o presidente da Actup, que coordenada o projeto, Alexssandro Simão (SandroGuia).

Os 10 terreiros participantes são o ‘Aganjú Didê’ (conhecido como ‘Ici Mimó’), ‘Viva Deus’, ‘Lobanekum’, ‘Lobanekum Filha’, ‘Ogodó Dey’, ‘Ilê Axé Itayle’, ‘Humpame Ayono Huntóloji’ e ‘Dendezeiro Incossi Mukumbi’, em Cachoeira, além de ‘Raiz de Ayrá’ e ‘Ile Axé Ogunjá’ em São Félix. Módulos sobre os monumentos históricos, história do Recôncavo, conceitos sobre arquitetura colonial e roteirização turística, complementam a programação.

A Actup prospecta sempre parcerias com organismos como Setur, Secult e Ipac, além de agências de turismo, prefeituras e empresas privadas. “Buscamos desenvolver a cultura e o turismo na região, visando a geração de empregos e renda para a população local e qualificar a recepção dos turistas que visitam a nossa terra", diz Simão. Na última etapa do trabalho, os terreiros ganham sinalização com identificação da historicidade, arquitetura e ‘nação’ a que pertencem, todos em três idiomas (português, inglês e espanhol). O sistema de sinalização obedecerá regras de padrões internacionais.

Grupo de Trabalho será criado para discutir demandas fundiárias envolvendo povos de terreiros

Um grupo de trabalho para estudar as normativas existentes e adaptar um capítulo específico que atenda demandas referentes a questões fundiárias envolvendo os povos de terreiros será criado pelo Ministério Público estadual e demais órgãos públicos envolvidos com a temática. A criação do GT é um dos resultados dos diálogos construtivos MP e Terreiros, que vem acontecendo desde 2017. Os encontros visam fortalecer as relações das comunidades religiosas de matrizes africanas com os órgãos públicos a fim de atender demandas específicas desse seguimento. Na última sexta-feira, o quarto encontro aconteceu no terreiro Ilè Maròialàji Alàkètu, no bairro de Luís Anselmo, em Salvador, e teve como tema principal a regularização fundiária. “Esse é um dos problemas mais complexos que temos relacionados a terreiros”, disse a coordenadora do Grupo de Atuação Especial de Proteção dos Direitos Humanos e Combate à Discriminação (Gehdis), promotora de Justiça Lívia San'Anna Vaz.

A promotora de Justiça explicou que há uma politica de regularização fundiária no Município e legislações pertinentes, porém existe uma dificuldade dessas normativas atenderem a realidade dessas comunidades religiosas. “Temos como exemplo a questão das podas das árvores centenárias, que é um dos problemas enfrentados aqui no Alakètu. As legislações dizem que, por ser uma atividade privada, não caberia ao Município dispensar recursos com essas podas. No entanto, se um terreiro é tratado não somente como propriedade privada, mas sim como uma comunidade, um povo tradicional, as normativas devem ser adaptadas para atender os direitos dessa população”, ressaltou. Lívia Vaz registrou também que as discussões estão sendo pertinentes neste momento, em que discute-se o Estatuto de Igualdade Racial, na Câmara de Vereadores. No encontro desta sexta-feira, a representante do terreiro Ilè Maròialàji Alàkètu, Jocenilda Bispo, após fazer um resgate histórico sobre a compra do terreno, em 1850, salientou que o “diálogo ajudará a resolver a questão da reestruturação do espaço e replantio de uma árvore centenária que caiu em 2016, gerando conflitos com a vizinhança”.

O evento reuniu representantes de outros terreiros baianos, que aproveitaram a oportunidade para troca de experiência. A iniciativa visa ainda tirar dúvidas sobre assuntos como educação e ensino religioso; imunidade tributária, entre outros. O “MP e Terreiros em Diálogos Construtivos” envolve também o Núcleo de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico e Cultural (Nudephac) do MP; Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan); Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (Ipac); Ministério Público Federal; Defensoria Pública; Secretaria de Segurança Pública (SSP); Comissão de Combate à Intolerância Religiosa da OAB; Fundação Gregório de Matos; Secretaria de Cultura da Bahia; Secretaria de Manutenção da Cidade (Seman); Superintendência de Conservação e Obras Públicas do Salvador (Sucop); Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi); Secretaria Municipal da Reparação; Secretaria Municipal de Ordem Pública (Semop), entre outros.

VIVADANÇA Festival Internacional completa 12 anos ampliando parcerias com a Europa, Israel e América Latina

De 19 a 29 de abril, o VIVADANÇA se espalha por diversos teatros, espaços alternativos e ocupa as ruas de Salvador. Em 2018, o festival celebra a abertura da sua 12ª edição com uma das companhias oficiais mais antigas e prestigiadas do Brasil: o Balé Teatro Guaíra, às 20h, no Teatro Castro Alves. O grupo apresenta o espetáculo “Carmen”, coreografia criada pelo paulista Luiz Fernando Bongiovanni, a partir das composições de Georges Bizet e Rodion Shchedrin. Um drama clássico de amor e ódio ambientado na Sevilha do século 19, em que a protagonista, uma cigana, usa seus talentos de dança e canto para enfeitiçar e seduzir vários homens. A programação completa está disponível no site www.festivalvivadanca.com.br

Com o apoio financeiro do Governo do Estado, através do Fundo de Cultura, Secretaria da Fazenda e Secretaria de Cultura da Bahia, o VIVADANÇA Festival Internacional continua expandindo seus canais de articulação pelo Brasil e pelo mundo, a exemplo do apoio do Fundo Iberescena/Funarte, Embaixada da França, do Instituto Francês no Brasil, CCBB, em parceria com o MID - Movimento Internacional de Dança (DF); da parceria com Embaixada de Israel, com o Idartes/Governo de Bogotá - Colômbia, com o Adam Mickiewicz Institute /Polônia, Aliança Francesa, Goethe-Institut Salvador e o Internationales Solo Tanz-Theater Festival (Alemanha). Todas essas pontes e redes nacionais e internacionais, que se conectam para criar um espaço de diversidade, formação, mercado, intercâmbio, diálogo e produção artística, também destina gratuitamente 40% de toda a sua plateia para escolas, entidades, instituições e projetos sociais. Este ano com destaque para a parceria com a Fundação Cultural do Estado da Bahia, através da qual dois agentes culturais de cada macrorregião do estado acompanharão toda a programação.

“A 12ª edição do VIVADANÇA é marcada mais uma vez pela diversidade e parceria. No momento atual do país, e do mundo, torna-se fundamental promover encontros através da arte. Unir, nesses encontros pessoas de outras culturas, amplia ainda mais nossa visão sobre questões comuns. O festival segue firme sendo ponto de energização para futuros desdobramentos e espaço de liberdade para as ricas diferenças da contemporaneidade”, reafirma a diretora, curadora e coreógrafa Cristina Castro.

MOSTRA LATINA – Inédita na programação, a Mostra Latina estreia com apresentações de espetáculos da Espanha, Costa Rica, Argentina e Colômbia, tanto na Bahia quanto em Brasília, em mais uma parceria com o MID - Movimento Internacional de Dança (DF), que tem apoio do edital do “Fundo de ajuda para as Artes Cênicas Ibero-americanas (IBERESCENA/FUNARTE)” e Idartes/Governo de Bogotá; O objetivo é estreitar os laços com os países vizinhos, diminuir distâncias, intensificar a troca e criar possibilidades de circulação. Para Cristina Castro, a ação é muito mais do que uma mostra de espetáculos, mas uma parceria de diálogo que permite aos profissionais da dança conhecer festivais, intérpretes, coreógrafos iberoamericanos, além de promover oficinas pensando a formação e o intercâmbio criativo entre artistas, rodada de negócios, workshops e encontros com programadores de festivais da Colômbia, Equador e do México. Uma das ações vinculadas à Mostra Latina contempla uma residência com o coreógrafo colombiano Jorge Bernal para o Balé Jovem de Salvador, com realização de uma mostra no Espaço Xisto, dia 20/04, às 18h.

FRANÇA – em parceria com o MID - Movimento Internacional de Dança (DF) e com apoio da Embaixada França, do Instituto Francês no Brasil e do CCBB, o VIVADANÇA realiza uma residência artística com o dançarino e coreógrafo franco-holandês Herman Diephuis, que selecionou através de workshop 27 artistas do teatro, dança e de múltiplas linguagens para montagem de um espetáculo que estreia na programação do festival, no Teatro Vila, dia 26/04, às 20h. No mesmo local e dia, o artista dança a coreografia “Tremor and more”.  Essa parceria de difusão e formação para as artes e o público inclui ainda oficinas e apresentações dos espetáculos franceses “PARTITUUUR”, da coreógrafa Ivana Müller, para crianças a partir de 7 anos; “Black Belt”, com coreografia e direção de Frank Micheletti e interpretação do dançarino moçambicano Idio Chichava (Kubilai Khan Investigations); e “BOOMERANG”, direção de Bouba Landrille Tchouda (MALKA Compangnie).

ISRAEL – Com o apoio da Embaixada de Israel, a programação do festival leva ao Teatro Molière da Aliança Francesa, dia 26/04, às 19h, o espetáculo “Red Belt”, do dançarino e coreógrafo Nadar Rossano, que se caracteriza pelo desejo de reconhecer e sentir os momentos vivos e mortos que constituem a experiência humana. Ele também orientará oficinas para a UFBA, FUNCEB e o Balé Jovem de Salvador.

POLÔNIA – a dançarina e coreógrafa polonesa Katarzyna Sitarz – que participa da programação do VIVADANÇA pela terceira vez, este ano com o apoio do Adam Mickiewicz Institute, apresenta o espetáculo “Per-sona”, dia 28/04, no Goethe-Institut Salvador, 18h. “Uma performance em que tudo começa com, mas não se limita ao corpo. A performer constrói um espaço acústico entre ela e os espectadores, fazendo sua voz transitar entre os espectadores”. Além disso, orienta um workshop no Teatro Vila Velha.

5 ANOS DE MOSTRA BAIANA DE DANÇA CONTEMPORÂNEA – A Mostra Baiana de Dança Contemporânea (MBDC) completa cinco anos na programação do VIVADANÇA em 2018 e contempla este ano quatro criações de artistas e grupos baianos, três deles selecionados por meio de uma comissão técnica e um convidado: “Salão” (do coletivo Casa 4), “Missa do Sétimo Dia” (de Guego Anunciação), “Janelas Para Navegar Mundos” (Trippé Coletivo de Dança) e nessa edição convida Neemias Santana/Nii | Colaboratório com o espetáculo “Estio” para estreia dentro do festival, com o objetivo de estimular a criação e garantir espaço para novas ideias. Na MBDC, curadores, diretores e programadores de festivais e plataformas nacionais e internacionais se reúnem para assistir aos trabalhos coreográficos, com a perspectiva de levar essas montagens para outras regiões do Brasil e do mundo. Dias 20 e 21/04, no Teatro ICBA Goethe-Institut Salvador e no Teatro Vila Velha. Sessões às 19h e às 20h.

MOSTRA CASA ABERTA – NO VIVADANÇA HÁ MAIS DE UMA DÉCADA – Na programação do VIVADANÇA há 11 anos, a Mostra Casa Aberta celebra a diversidade da dança na Bahia, em diferentes formatos - solos, duos e grupos - com o objetivo de promover uma grande confraternização de variados estilos, despertar o sentimento de classe, a consciência de mercado, formação, aprimoramento profissional e estabelecer um espaço democrático; agregando grupos, academias, companhias, coletivos e artistas independentes da Dança. Para essa edição, 34 obras foram selecionadas, com trabalhos que vão do ballet à dança contemporânea, da performance à dança de rua, dança de salão, afro, folclórica, entre muitas outras. Dias 24 e 25/04, 20h, no Espaço Xisto.

BATALHA DE BREAK VIVADANÇA – PONTE ÁEREA BAHIA – AMAZONAS – A Batalha de Break VIVADANÇA reúne 32 duplas de B. boys e B. girls de todas as regiões do Brasil para celebrar a cultura Hip Hop, dia 29/04 (Dia Internacional da Dança), na sala principal do Teatro Vila Velha. Representantes do Amazonas, Bahia, Brasília, Mato Grosso, Minas Gerais, Paraíba, Pará, Pernambuco, Rio Grande do Sul, São Paulo e Sergipe que formam um grande painel nacional dos artistas da dança de rua, num espaço de intercâmbio de técnicas, ideias e propostas artísticas muito ricas. A Batalha de Break VIVADANÇA premia três duplas (em 1º, 2º e 3º lugares) com incentivo de R$ 2.000,00 R$ 1.500,00 e R$ 1.000,00, respectivamente. Pelo terceiro ano consecutivo, a dupla campeã é automaticamente convidada a participar do MOVA-SE 2018, em Manaus, com todas as despesas pagas.

A comissão de jurados é formada por B. Girl Mini Japa (PA), da Amazon crew, coreógrafa e professora de dança Urbanas-Breaking e arte educadora no Instituto Luamim na Universidade Federal Do Pará; B. Boy Rato Evolution, Crew Evolution Kingz, vencedor de diversas batalhas nacionais; e B. Boy Insano da crew Diademaica (BA). No comando das pick-ups o DJ e produtor musical DjGug Pinheiro (BA) e DJ BATATA'KILLA (SP), da Diademaica Crew e Made in Favela. A batalha conta ainda com os pocket shows do grupo Nova Era e do MC Feijão. Em 11 anos de existência, a batalha já reuniu mais de 110 comunidades, de 38 cidades e 12 estados do Brasil, tendo recebido importantes jurados da cena nacional e internacional. Dia 29/04, 14h, no Teatro Vila Velha.

SOLOS STUTTGART – 8 ANOS DE PARCERIA COM O VIVADANÇA – Sediado na Alemanha há 22 anos, o Internationales Solo Tanz-Theater Festival - ou apenas Solos Stuttgart, como se tornou conhecido por aqui – é presença marcante no VIVADANÇA há 8 anos. Criado e coordenado pelo diretor artístico fluminense Marcelo Santos, o projeto premia, anualmente, bailarinos e coreógrafos contemporâneos de todos os continentes, para estímulo à criação e experimentação de jovens artistas e difusão de seus trabalhos pelo mundo.

Na programação 2018: “Work on Julius Caesar” (coreografia e intérprete: Marina Migueléz-Lucena/Espanha); "Kifwebe” (coreografia e intérprete: Miguel Mavatiko/Congo); "Mutiko ala Neska" (coreografia e intérprete: Benoit Couchot/França); "? I aM" (coreografia: Erika Silgoner, intérprete: Gloria Ferrari/Itália); e "Separation Among Us" (coreografia: Emrecan Tanis/Turquia. intérprete: Jernej Bizjak/Eslovênia). Dia 27/04, 20h, no Teatro Vila Velha.

RODADA DE NEGÓCIOS VIVADANÇA – Desde a sua criação e concepção pela diretora, curadora e coreógrafa Cristina Castro, o VIVADANÇA Festival Internacional sempre teve a formação, o intercâmbio e o mercado para os artistas da Dança como parte estruturante de sua programação, - promovendo um espaço de negócios com a participação de curadores, diretores e programadores de festivais e plataformas nacionais e internacionais, em que criadores e produtores têm a oportunidade de fazer contatos e apresentar seus projetos. Nessa quinta edição da Rodada participam Jaciel Neri, diretor do Moving Borders, CAMP_iN – Encuentro Escénico e responsável pela área de Artes Escénicas do Centro de las Artes de San Luis Potosí (México); Gabriela Garcia - coordenadora do Encuentro Internacional Manta por la Danza/programadora do Centro de Artes La Trinchera (Equador); João Fernandes - Diretor do MOVA-SE Festival de Dança (AM); Luis Alonso - Diretor do FILTE – Festival Latino Americano de Teatro da Bahia; Joanna Lesnierowska - Criadora e diretora do Centro de Desenvolvimento Coreográfico no Art Stations Foundation, Poznan (Polônia); Olga Cruz - Pesquisadora de Dança da Corporación Universitaria CENDA (Colômbia); Marcus Lobo - diretor do Festival Estudantil de Artes Cênicas – Festac (BA). Dia 22/04, 15h às 17h, no Pátio do ICBA. O VIVADANÇA Festival Internacional tem apoio financeiro do Governo do Estado, através do edital de Eventos Calendarizados, do Fundo de Cultura, Secretaria da Fazenda e Secretaria de Cultura da Bahia. É uma realização da Baobá Produções Artísticas. Programação completa em www.festivalvivadanca.com.br

 

Fonte: Ascom Ipac/Cecom MP/SecultBa/Municipios Baianos

Comentários:

Comentar | Comentários (0)

Nenhum comentário para esta notícia, seja o primeiro a postar!!