12/04/2018

Clínica Insemina inscreve casais inférteis para consulta gratuita

 

Para muitas mulheres que não conseguem ter filhos naturalmente, o segundo domingo de maio - Dia das Mães - reforça sentimentos de frustração, tristeza e culpa. Os especialistas, no entanto, esclarecem que a maior parte dos casos de infertilidade pode ser prevenida ou revertida com medidas simples. Nem todos os casais que enfrentam problemas de fertilidade necessitam recorrer a uma técnica mais complexa de reprodução assistida. Especializada em medicina reprodutiva, a Insemina disponibilizará, no próximo dia 10 de maio, consulta gratuita para pessoas que sofrem de infertilidade. O objetivo é orientar casais sobre medidas para aumentar as chances de gravidez. As consultas devem ser agendadas previamente por meio do telefone (71) 3012-3010.

Para orientar casais inférteis sobre possíveis problemas que estão dificultando a gravidez e indicar alternativas para aumentar as chances de uma gestação natural, a Insemina Centro de Reprodução Humana promove, no próximo dia 10 de maio, atendimento gratuito (consulta e aconselhamento reprodutivo) mediante agendamento prévio e dentro do limite de vagas. Serão atendidos 60 casais e o atendimento será realizado das 8h às 12h e das 13h às 17h, na sede da clínica, no Comércio (Rua Miguel Calmon, nº 40, Edifício Conde dos Arcos, salas 102 e 103), em Salvador. O agendamento deve ser realizado, previamente, pelo telefone (71) 3012-3010.

A recomendação é que os pacientes levem seus exames mais atuais e compareçam acompanhados de seus parceiros. “Homens e mulheres dividem a responsabilidade pela infertilidade. Sabemos que cerca de 40% dos casos de infertilidade de um casal são atribuídos à mulher, 40 % aos homens e em 20% dos casos as causas são indefinidas ou o problema está presente nos dois", esclarece o ginecologista Joaquim Lopes, especialista em Reprodução Humana e um dos diretores da Insemina. Os pacientes do sexo masculino que forem atendidos poderão agendar, gratuitamente, o exame de espermograma, caso haja a indicação médica. O exame de análise laboratorial do sêmen é a principal maneira de avaliar a capacidade reprodutiva do homem.

Infertilidade

A infertilidade conjugal é caracterizada pela ausência de gravidez em um casal com vida sexual ativa e que não usa medidas anticonceptivas por um período de um ou mais anos. Cerca de 15 % da população brasileira em idade reprodutiva é afetada pela infertilidade. Segundo Joaquim Lopes, "a maior parte dos casos de infertilidade pode ser prevenida ou revertida com medidas simples". Nem todos os casais que enfrentam problemas de fertilidade necessitam recorrer a uma técnica mais complexa de reprodução assistida. Estima-se que apenas um terço dos casais com problemas para ter filhos precisa de técnicas mais complexas para realizar o sonho de ter um bebê.

Alguns fatores comportamentais estão associados à infertilidade ou podem retardar a gravidez em indivíduos férteis. “Há algumas medidas que aumentam a chance de gravidez natural”, afirma o médico. “Manter relações sexuais com frequência regular de duas a três vezes por semana e saber o período fértil são comportamentos que contribuem para uma gestação natural”, acrescenta. Ele lembra também da importância do sexo seguro para evitar infecções que podem causar infertilidade.

Várias são as causas mais comuns que podem levar à infertilidade feminina, dentre elas as Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST's), os distúrbios hormonais, obstrução nas trompas, problemas de malformação ou tumores no útero, endometriose, miomas e ovários policísticos. A varicocele é um dos principais fatores de infertilidade masculina. A baixa produção de espermatozoides pelo testículo, causada por alterações hormonais, a mobilidade dos espermatozoides e a qualidade do sêmen são alguns dos fatores que influenciam na fertilidade do homem. Há também causas genéticas em pacientes que não têm espermatozoides (azoospermia) ou que apresentam uma concentração inferior a cinco milhões de espermatozoides por mililitro de sêmen (oligozoospermia severa).

Fatores como o estresse, obesidade, as Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST’s), o tabagismo, o consumo de álcool e de drogas, a poluição, uso de alguns medicamentos, problemas da tireoide e a própria ansiedade também podem comprometer a fertilidade.          

Sobre a Insemina

Fundada em 2015, a Insemina Centro de Reprodução Humana é uma clínica especializada em Reprodução Assistida, que disponibiliza atendimento mais acessível e adequado à realidade da região. A clínica conta com uma equipe médica experiente e altamente qualificada. Além dos tratamentos especializados de reprodução assistida, várias técnicas, exames e procedimentos como histeroscopia, diagnóstico pré-implantacional (PGD), preservação da fertilidade (congelamento), realização de exames de espermograma, dosagem de hormônio antiMulleriano e outros são realizados, graças à parceria da Insemina com clínicas de referência na Bahia e no Brasil.

Em Salvador, a clínica atua em parceria com o Cenafert (Centro de Medicina Reprodutiva), onde os procedimentos de Reprodução Assistida, como Fertilização In Vitro (FIV) e Inseminação Intrauterina, são realizados contando com as técnicas mais atuais e seguras e equipamentos de última geração. Localizada no Comércio, a Insemina conta com consultórios e sala de ultrassom e funciona na Rua Miguel Calmon, nº 40, Edifício Conde dos Arcos, salas 102 e 103. Telefone (71) 3012-3010.

Novo programa de prevenção do Planserv inicia mapeamento da saúde de beneficiários

Mapear o quadro clínico de seus beneficiários, monitorar riscos, promover educação em saúde e entender os cuidados efetivos necessários para a geração de qualidade de vida e bem estar. Estes foram os objetivos das mais de 4.300 ligações aos beneficiários do Planserv realizadas em março pela equipe do seu mais novo grande programa de prevenção, o “Sou + Saúde”, lançado há um mês.

Do total de atendimentos telefônicos, quase 1.400 foram concluídos com êxito, ou seja, a aplicação dos questionários e as dicas de saúde foram efetivas.  Contatos com usuários que não estavam em casa ou não tinham disponibilidade de tempo para responder no momento da primeira ligação serão retomados este mês.

Com o mesmo propósito, três encontros presenciais com beneficiários foram promovidos pelo Planserv nos últimos 30 dias. Outra forma que o plano encontrou para reunir informações de base para o programa foi por meio do seu novo aplicativo, que traz como destaque um teste de avaliação de hábitos de vida e estado de saúde. Após fornecer dados sobre hábitos alimentares, atividade física, peso, altura, tabagismo, pressão arterial, e doenças crônicas, o beneficiário recebe como retorno uma avaliação geral que indica se ele está bem ou como pode melhorar seu autocuidado. O app pode ser baixado na loja virtual Google Play, para telefones com sistema Android, e App Store, para quem utiliza iPhones.

Satisfação

Para a beneficiária titular do Planserv, Zilene Oliveira de Macedo, as dicas de saúde recebidas já na primeira ligação telefônica foram valiosas. “Eu não sabia que tomar sol na região da barriga para absorver melhor a Vitamina D poderia ajudar no tratamento da minha osteopenia e da osteoporose do meu marido. Achei ótimo receber a ligação do Planserv”, avalia.

De acordo com a Coordenadora Geral da Assistência, Cristina Cardoso, além de promover educação em saúde, o Planserv está em busca de entender detalhadamente o que seus beneficiários realmente precisam. “Sabemos de antemão que o melhor a fazer é cuidar para que as pessoas não adoeçam, adoeçam menos ou adoeçam mais tarde. Priorizar a medicina preventiva tanto melhora a vida de quem se cuida quanto garante a sustentabilidade dos sistemas de saúde”, destaca a gestora.

Mais saúde

Além de otimizar o gerenciamento dos casos mais graves, facilitar o acompanhamento dos casos moderados e evitar o surgimento de doenças crônicas nos casos em que não há morbidade relacionada, o “Sou + Saúde” atua na perspectiva da saúde de forma ampliada e não simplesmente como ausência de doença. “O programa é voltado para todos os beneficiários do Planserv. Porém, adota abordagens diferenciadas de acordo com cada nível de intervenção. Os que possuem algum risco de saúde associado serão abordados mais vezes ao longo do ano”, detalha a Coordenadora de Gestão de Projetos de Saúde do Planserv, Beatriz Fauaze.

Segundo ela, além do telemonitoramento, o “Sou + Saúde” contempla ações coletivas como a execução de estações de cuidado. Nelas, uma equipe multidisciplinar, composta por enfermeiros, técnicos de enfermagem, educadores físicos, fisioterapeutas, psicólogos e assistentes sociais, oferecem serviços de medição de pressão arterial, peso, altura, circunferência abdominal e cálculo do índice de massa corporal (IMC) para averiguação de obesidade e sobrepeso, aplicação de testes, rodas de conversa, aulas de alongamento e degustação de alimentos saudáveis, entre outras. O Planserv vai divulgar em breve o novo calendário de encontros para os beneficiários.

 “A finalidade de todas essas ações é promover a autoconsciência dos hábitos de vida dos participantes,  incentivar a mudança de hábitos não saudáveis e divulgar o programa”, afirma Beatriz. Os resultados do “Sou Mais Saúde” serão avaliados por meio de indicadores bem definidos, tais como controle de pressão arterial, colesterol e obesidade; redução do tabagismo e do sedentarismo; realização de mamografia; adesão ao médico de referência; redução de internações e satisfação do cliente.

Boletim da Sesab registra 17 casos de influenza este ano

Somente este ano foram registrados 228 casos de influenza em todo o País, sendo 17 na Bahia. Entre eles, 15 casos pelo subtipo A H1N1, com dois deles indo a óbito, e dois por A H3 sazonal, com um óbito. As informações são do último boletim epidemiológico da Secretaria da Saúde do Estado (Sesab).

Segundo a Sesab, até março foram notificados 78 casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) na Bahia, com oito óbitos, entre eles 16 casos foram confirmados para influenza.

No mesmo período do ano passado, foram notificados 72 casos da doença, com seis óbitos. As medidas de prevenção para o H3N2 são as mesmas que os outros tipos de influenza.

A transmissão dos vírus influenza se dá por meio do contato com secreções das vias respiratórias eliminadas pela pessoa contaminada ao falar, tossir ou espirrar.

Também ocorre por meio das mãos e objetos contaminados, quando entram em contato com boca, olhos e nariz.

Pessoas com o vírus podem sentir calafrios, mal-estar, dor de cabeça, ter febre, tosse ou dor na garganta, dor muscular e nas articulações. Falta de ar, febre por mais de três dias e dor muscular intensa podem ser sinais do agravamento do quadro.

O Ministério da Saúde orienta a população a adotar cuidados simples para evitar a doença, como lavar as mãos várias vezes ao dia, cobrir o nariz e a boca ao tossir e espirrar, evitar aglomerações e ambientes fechados, evitar tocar o rosto e não compartilhar objetos de uso pessoal.

Algumas pessoas, como idosos, crianças e gestantes, possuem um risco maior de desenvolver complicações. A vacinação é considerada a intervenção mais importante na redução do impacto da influenza. A campanha nacional destinada aos mais vulneráveis deve começar na segunda quinzena deste mês.

Imunização

A vacina da gripe disponível no Brasil nesta temporada também protege contra o H3N2. Alguns estados brasileiros já registraram os primeiros casos de infecção pelo vírus, que só nos Estados Unidos atingiu mais de 47 mil pessoas.

De acordo com o boletim divulgado pela Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, 13 estados brasileiros registraram 57 casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) causado pelo influenza.

 

 

 Fonte: Por Carol Campos - Assessoria de Imprensa/Ascom Planserv/A Tarde/Municipios Baianos

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