17/04/2018

Quatro deputados federais da Bahia estão entre os piores do Brasil

 

Quatro deputados federais da Bahia figuram entre os 30 piores do Brasil, de acordo com nova atualização do Ranking dos Políticos, ferramenta que analisa e classifica a atuação e histórico de processos dos 513 parlamentares. Último no ranking do estado, Luiz Caetano (PT) ocupa na 505ª posição nacional. Em levantamentos anteriores da plataforma, o petista já tinham o pior resultado entre os baianos. Depois dele vem Afonso Florence (PT), que está no 490º lugar. Waldenor Pereira (PT), na 489ª colocação, e Daniel Almeida (PCdoB), na 487ª, completam a lista. No Ranking dos 30 piores, a Bahia só perde para São Paulo em número de deputados - são cinco paulistas.

Além dos piores a Bahia tem 13 deputados federais em posição negativa

Entre todos os deputados federais da Bahia, 13 deles estão com pontuação negativa no Ranking dos Políticos. O pior é Luiz Caetano (PT) na 505º posição. Do pior para o “menos pior”, a ordem segue com Afonso Florence (PT), em 490º; Waldenor Pereira (PT), em 489º; Daniel Almeida (PCdoB), em 487º; Valmir Assunção (PT), em 481º, Jorge Solla (PT), em 471º; Bacelar (Pode), em 468º; Alice Portugal, em 454º; Davidson Magalhães (PCdoB), em 438º; Félix Mendonça  Júnior (PDT), em 410º; Bebeto (PSB), em 409º; Irmão Lázaro (PSC), em 406º; e Nelson Pelegrino (PT), em 404º.

Critérios

Para elaborar o ranking, os idealizadores levam em conta seis critérios: assiduidade nas sessões,  gastos com cota parlamentar, quantidade de processos judiciais a que responde, atividade legislativa, formação universitária e filiação partidária – quanto mais filiações, menos ponto terá o deputado.

Na outra ponta

O deputado federal João Gualberto (PSDB) é o melhor baiano no Ranking dos Políticos e ocupa a 29ª posição nacional. José Rocha (PR) é o segundo do estado e está no 75º lugar nacional. Jutahy Junior (PSDB), Paulo Azi (DEM) e Benito Gama (PTB) integram a lista dos cinco melhores da Bahia, de acordo com a ferramenta. Gualberto, que é pré-candidato ao governo do estado, e Rocha já figuravam na liderança entre os baianos no ano passado.

Senadores

Entre os três senadores da Bahia, Otto Alencar (PSD) é o melhor posicionado no ranking. O presidente do PSD baiano aparece no 21ª lugar entre os 83 integrantes da Casa Alta. Roberto Muniz (PP) vem em seguida, na 50ª posição geral, enquanto Lídice da Mata (PSB) está em terceiro na Bahia e em 74º no nacional.

Os melhores

No ranking geral, dois gaúchos aparecem na liderança entre deputados e senadores. Na Câmara, o melhor ranqueado é Luiz Carlos Heinze (PP), enquanto no Senado a líder é Ana Amélia (PP).

Políticos baianos repudiam lista em que aparecem como os piores parlamentares do Congresso

s políticos baianos que aparecem em lista que elegeu os piores parlamentares do Congresso Nacional emitiram, na manhã desta segunda-feira (16), uma nota de repúdio conjunta, afirmando que o levantamento “não representa o povo brasileiro”.

“O Ranking dos Políticos, amplamente divulgado no domingo (15), é tendencioso e não representa o povo brasileiro, uma vez que mede o desempenho de deputados e senadores a partir de princípios afinados com as políticas neoliberais”, diz o texto, assinado pela senadora Lídice da Mata (PSB) e pelos deputados federais Daniel Almeida (PCdoB), Afonso Florence (PT), Luiz Caetano (PT), Nelson Pelegrino (PT), Valmir Assunção (PT) e Waldenor Pereira (PT).

  • Leia a nota na íntegra:

"O Ranking dos Políticos, amplamente divulgado ontem (15), é tendencioso e não representa o povo brasileiro, uma vez que mede o desempenho de deputados e senadores a partir de princípios afinados com as políticas neoliberais. Por esse motivo, esse "ranking" tem o nosso repúdio, até porque premia o trabalho daqueles que apoiaram o golpe e continuam atacando os direitos da classe trabalhadora.

Trata-se de uma manipulação grosseira contra o trabalho de parlamentares que lutam por um Brasil melhor e mais justo. A população brasileira, em especial a baiana, sabe reconhecer o nosso trabalho.

O Ranking não avalia o desempenho dos deputados de forma isenta, ao contrário, o site pontua positivamente as votações a favor do impeachment da presidenta Dilma, contra as investigação de Temer e a favor da reforma trabalhista, da terceirização e outras projetos que atacam os direitos trabalhistas e sociais.

Nós, parlamentares do campo progressista nos orgulhamos de termos votado contra o impeachment, pelas investigações contra Temer, reforma trabalhista, o congelamento dos investimentos públicos e todas as matérias que prejudicam os trabalhadores brasileiros.

O povo baiano tem apoiado nosso trabalho, este é o melhor termômetro e vamos seguir representando aqueles que mais precisam e não empresários como o dono deste site e que apoiam o governo ilegítimo de Temer”.

Com Refis, Gualberto tem 95% de desconto em dívidas com União

A flexibilização da Medida Provisória (MP) de refinanciamento de dívidas (Refis) com a União, aprovada pelo Congresso Nacional a contragosto do Planalto, beneficiou empresas de seis parlamentares baianos, segundo levantamento do jornal Valor Econômico a partir dos dados da Procuradoria-geral da Fazenda Nacional, órgão responsável pela cobrança das dívidas.

No topo da lista nacional, com maior porcentual de desconto, está o deputado e pré-candidato ao governo baiano nas eleições de outubro, João Gualberto (PSDB), com 95%. O tucano devia R$ 5,2 milhões e agora só vai desembolsar R$ 259 mil.

Na Câmara e no Senado, ao todo, as companhias em nome de 73 deputados federais e senadores deviam R$ 207 milhões em impostos e, a partir da aprovação do dispositivo, podem quitar as pendências com R$ 108 milhões. Mas os benefícios podem ser ainda maiores porque a MP também permite parcelar dívidas com a Receita Federal que ficam sob sigilo.

  • Outros cinco baianos também estão na lista divulgada pela publicação e, além dos descontos, poderão parcelar as pendências:

Arthur Maia (DEM) devia R$ 22,28 e vai pagar R$ 14,08

Benito Gama (PTB) devia R$ 98,80 e vai pagar R$ 56,49

Cacá Leão (PP) devia R$ 87,68 e vai pagar R$ 23,17

Félix Mendonça Júnior (PDT) devia R$ 1.114,44 e vai pagar R$ 710,58

Paulo Magalhães (PSD) devia R$ 422,27 e vai pagar 174,41

Nome de Wagner é tratado como ‘expectativa’ pelo Planalto

Uma análise do Palácio do Planalto à última pesquisa Datafolha classificou os candidatos em grupos, a exemplo do ex-secretário de Desenvolvimento da Bahia, Jaques Wagner (PT), que teve o nome considerado como “na expectativa”, após marcar 1% no levantamento de intenções de votos.

No mesmo bloco também está o petista Fernando Hadad, que apareceu com 2%, e, ao lado de Wagner, é considerado plano “B” para a possível ausência do ex-presidente Lula no pleito, segundo a coluna do Estadão.

Ainda de acordo com o estudo da Presidência, no páreo, Marina Silva e Joaquim Barbosa são “dois grandes nomes”, Jair Bolsonaro e Geraldo Alckmin, “dois pequenos nomes”, Ciro Gomes e Álvaro Dias seriam “nomes regionais.

Rodrigo Maia e Henrique Meirelles seriam “dois nomes descartados” e Michel Temer, “um nome que pode surpreender”.

Se perderem foro privilegiado, mais de 80 parlamentares ‘dançam’

São 23 senadores enrolados na Lava Jato, que respondem a processo e são investigados pela Polícia Federal. Assim como os deputados eles não precisam deixar os cargos no Congresso para disputar a reeleição. Mas se não forem reeleitos, perderão de vez o foro privilegiado e seus processos vão para a primeira instância da Justiça, nas mãos de Sérgio Moro. Entre os deputados são mais de 60 os enrolados na Lava Jato.Caso emblemático, o senador Renan Calheiros (MDB-AL) é alvo de 18 inquéritos no STF. Sem reeleição, vai à primeira instância.

Os senadores petistas Gleisi (PR) e Lindbergh (RJ) podem acabar nas mãos de Sérgio Moro, caso não se reelejam.

O senador Aécio Neves (PSDB-MG) também precisa se reeleger este ano. É outro que, sem mandato, o caso vai à mesa de Sérgio Moro.

Rui Costa não vê enfraquecimento de Lula em nova pesquisa

O governador Rui Costa (PT) avaliou que as intenções de votos para o ex-presidente Lula, na pesquisa Datafolha divulgada neste domingo (15), não diminuíram de fato em relação à aferição anterior, quando ele pontuou 36% - cinco pontos a mais que o percentual registrado após a prisão do petista. Segundo ele, estalecer um comparativo seria difícil porque a nova pesquisa traz um número maior de possíveis candidatos.

"Acho que ele não caiu. O jornal diz que não é possível comparar essa pesquisa com a outra, porque ele colocou mais candidatos. Então não dá para comparar as duas pesquisas. O que fica claro é a força, não do presidente Lula, mas do Brasil que quer construir um país mais justo, que  deu oportunidades a todos", disse Rui, durante a assinatura do termo de compromisso do programa Partiu Estágio.

Questionado sobre as conversas para a definição da chapa majoritária, o governador reiterou que se reúne nesta segunda-feira (16) com o PP.  "Hoje só com o PP. Não tem pressa, a decisão não vai ser açodada. Espero que possamos, ao longo da semana, ir dando passos para a definição. Não só da majoritária, como das chapas proporcionais", declarou, acrescentando que respeitará a decisão do vice-governador João Leão. O pepista ainda não anunciou se permanece no posto ou se disputará o Senado:

"Vou repetir, prioritariamente, será feito o que for do desejo de João Leão. Acho que conta até mais que o desejo do PP e o meu. É meritório que ele tenha prioridade na definição", acrescentou.

Se a eleição presidencial fosse hoje, 21% dos brasileiros votariam em branco

A pesquisa do Datafolha divulgada neste domingo (15) revela que mais de 1/5 dos brasileiros pretendem votar em branco nas próximas eleições, o que revela o grau de descrença dos nossos eleitores que os políticos colocados à sua disposição.

É esse quadro de descrença com a política que pode nos legar um “aventureiro” como Jair Bolsonaro (PSL), filme a que já assistimos em 1989 quando o candidato eleito foi o “caçador de marajás” Fernando Collor de Mello (PTC).

Segundo Mauro Paulino e Alessandro Janoni, diretores do Datafolha, a prisão do ex-presidente Lula (PT) reduziu em quatro pontos porcentuais as menções espontâneas ao petista (quando não é mostrado aos entrevistados os nomes dos candidatos) em relação à pesquisa de janeiro.

No entanto, o que mais chamou a atenção deles foi o elevado índice de votos brancos e nulos (21%) a apenas seis meses da data do pleito.

Sem Lula na disputa, os brancos e nulos são mais citados que Jair Bolsonaro (PSL) e Marina Silva (Rede), dizem os dois diretores.

 

Fonte: Correio/BNews/Bahia.ba/Metro 1/Ação Ppular/oMunicipios Baianos

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