17/04/2018

Chave de 2018 está na cadeia, indica Datafolha

 

A nova pesquisa do Datafolha sinaliza que a definição do primeiro turno da sucessão de 2018 passará pela cadeia. Os dados indicam que, se abandonar suas crendices e começar a falar sério, o PT ainda pode influir no jogo. Quase metade do eleitorado (46%) revela alguma propensão para votar num nome indicado por Lula —30% afirmam que farão isso com certeza. Outros 16% declaram que talvez sigam o caminho apontado pelo pajé petista.

Para ter o que comemorar em meio à desgraça, o PT precisaria virar o seu discurso do avesso. De saída, teria de aposentar a mistificação segundo a qual a Justiça brasileira é feita de tribunais de exceção, pois a maioria dos eleitores (54%) acha que o encarceramento de Lula foi justo. De resto, o petismo teria de desembarcar o quanto antes do trem-fantasma em que se converteu a candidatura Lula, pois 62% do eleitorado já se deu conta de que a fantasia descarrilou.

Enquanto o petismo nega a realidade, o eleitorado de Lula começa a migrar por conta própria. Num cenário em que aparece como Plano B do PT, Fernando Haddad herda apenas 3% das intenções de voto atribuídas a Lula. É coisa mixuruca se comparada com as fatias herdadas por Marina Silva (20%) e Ciro Gomes (15%). Até Jair Bolsonaro, Geraldo Alckmin e Joaquim Barbosa beliscam mais votos do legado de Lula (5% cada um) do que o petista Haddad.

Outro dado notável é que um pedaço expressivo do eleitorado do preso mais ilustre da Lava Jato (32%) decidiu fazer um pit-stop. Sem rumo, esse um terço informa que, se tivesse de comparecer às urnas hoje, anularia o voto ou votaria em branco. É gente que parece aguardar por uma sinalização qualquer de Lula.

O Datafolha apresenta o universo total do eleitorado como um bololô dividido em três grandes fatias. A fatia anti-Lula (31% dos brasileiros com direito a voto) continua detestando o PT e ruminando sua aversão a Lula. Nesse nicho, 32% votam na direita paleolítica representada por Jair Bolsonaro.

O pedaço do eleitorado pró-Lula, 100% feito de devotos, não se aborreceria se a divindidade presa em Curitiba pedisse votos para um poste. Como Lula ainda não pediu, pedaços da procissão começam a seguir outros andores, especialmente os de Marina e Ciro. Mas a maioria continua fazendo suas preces diante de um altar vazio.

De resto, existe a fatia da geleia geral (37% do eleitorado), que balança na direção de várias candidaturas. Destacam-se nesse grupo, por ora, os partidários de Bolsonaro e Marina. Mas ambos têm menos votos do que o bloco dos brancos e nulos. Ninguém se anima a votar numa hipotética candidatura de Lula no primeiro turno. Mas muitos não descartariam a hipótese de votar nele num eventual segundo round.

Para efeito de sondagem, o Datafolha incluiu o ficha-suja Lula em alguns cenários pesquisados. No principal, o candidato inelegível do PT amealhou 31% dos votos, seis pontos percentuais a menos do ele colecionava em janeiro. Sem Lula, Marina (entre 15% e 16%) encostou em Bolsonaro (17%). A dupla está tecnicamente empatada. Segue-se um amontado de concorrentes.

Desde 1994, quando Copa e eleições passaram a ocorrer no mesmo ano, os candidatos sabem que, enquanto não for decidido o torneio de futebol, a campanha política é um pesadelo que atrapalha o sonho de erguer a taça. Mas a prisão de Lula obriga o PT a adiantar o relógio.

Numa disputa com muitos candidatos, em que um cesto com menos de 20% dos votos pode levar para o segundo turno um pretendente ao trono, parece claro como água de bica que a herança eleitoral de Lula pode influir nos rumos da disputa. Resta saber se o petismo deseja jogar o jogo ou se vai continuar tentando cavar faltas.

Lula, o eleitor, pode botar esquerda no segundo turno. Por Helena Chagas

Mesmo encarcerado, o sujeito ainda tem 30% das intenções de voto, diz o DataFolha da madrugada. Dois de cada três de seus eleitores se dizem dispostos a votar num nome apoiado por ele. Se a candidatura do ex-presidente Lula vai virar miragem, por força das circunstâncias, a influência do eleitor Lula tende a ser decisiva: no retrato de hoje, colocaria alguém no segundo turno, desde que o apontasse como seu candidato. Quem?

Para começo de conversa, este é o principal recado do DataFolha pós-cadeia: há um bom espaço para candidatos do campo da esquerda e da centro esquerda crescerem – Ciro Gomes, Joaquim Barbosa e até os petistas ainda minúsculos, quando se tornarem conhecidos. Sem Lula no cenário, quem obtiver seu apoio tem grande chance de chegar lá. Marina Silva seria hoje, segundo o Data, a primeira grande beneficiária da ausência de Lula na cédula, mas iria sozinha: sua migração para o centro em 2014 dificulta a recomposição com os petistas.

Outro recado importante da pesquisa é que o centro, ou centro-direita, continua com sérias dificuldades para crescer. Geraldo Alckmin, o candidato mais viável desse grupo, está empacado no mesmo lugar (entre 6% e 8%), ilhado por adversários do mesmo campo, como Álvaro Dias, que divide seus votos no sul, e por Jair Bolsonaro, que lhe tomou votos em São Paulo e tem a dianteira na região sudeste. Como o nordeste é vermelho, estreita-se o caminho para Alckmin.

Joaquim Barbosa, por sua vez, chega bem ao cenário, tirando votos tanto à direita quanto à esquerda. Sem fazer campanha, dizer que é candidato ou sequer aparecer na mídia, alcança os mesmos 8% do ex-governador, mas com óbvio viés de alta. Vai ficar difícil ao PSB lhe negar legenda a esta altura.

Os outros candidatos da centro-direita simplesmente não existem, pelo menos por enquanto. O DataFolha aconselha Rodrigo Maia a retomar sua candidatura a deputado e investir na estratégia promissora de se reeleger presidente da Câmara. Michel Temer, presidente mais impopular da história, consegue ter mais votos do que seu adversário interno no MDB, Henrique Meirelles: 2% contra 1% nessa guerra de titãs.

Desde a redemocratização, o quadro nunca esteve tão incerto a seis meses da eleição. Bolsonaro estagnado, tecnicamente empatado com Marina num cenário sem Lula, pode não ter aquela vaga tão garantida assim no segundo turno, sem o petista para polarizar e depois da pancadaria que certamente levará na campanha.

À esquerda, a garantia de presença no segundo turno passa pelo apoio de Lula – embora  seja o caso de se perguntar quanto sobrará dos 20% que o seguiriam cegamente hoje – e pela capacidade de articulação dessas forças, ou de parte delas, numa só chapa. Por exemplo, Ciro, ou Joaquim, tendo um petista como vice, teriam lugar praticamente garantido no segundo turno. Sozinhos, pode não ser bem assim.

Os petistas estão vendo isso, mas apontam dificuldades para essa articulação hoje. Vão estressar ao máximo com a candidatura Lula, levando-a enquanto puderem, de olho nas pesquisas. Mais à frente, na hora de substituí-lo, pesar os riscos. E não descartam nada,  nem mesmo a opção pelo relator do Mensalão, que botou algums dos seus na cadeia. Estão certos: política não se faz com o fígado, como dizia Ulysses Guimarães.

Para Alckmin, decisão do eleitor virá a partir de agosto

Com base nos resultados da mais recente pesquisa Datafolha sobre a corrida presidencial deste ano, divulgados na madrugada deste domingo, 15, o ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) informou ao Broadcast Político que está otimista com o desempenho inicial de sua pré-campanha, mas considera os cenários ainda incipientes. Na sua opinião, o eleitor começará a definir seu voto apenas a partir de agosto.

“A campanha de Geraldo Alckmin está otimista com a receptividade encontrada nesse início de pré-campanha e com as alianças já encaminhadas”, afirmou em nota. Entretanto, o comunicado ressaltou que a pesquisa precisa ser vista com cautela “neste quadro em que candidaturas seguras misturam-se a meras possibilidades, criando cenários e números de relevância questionável”.

O ex-governador também questionou a distinção entre os cenários apresentados nesta e na última pesquisa do Datafolha, realizada no final de janeiro. Desta forma, ele acredita que os números apurados no levantamento mais recente “não permitem inferir qualquer tipo de evolução”. “Pesquisas são retratos do momento e o momento é de completa indefinição”, acrescentou.

Na pesquisa atual, com um cenário que mantém o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) candidato, Lula lidera com 31% dos votos, seguido por Jair Bolsonaro (PSL) 15%, Marina Silva (Rede) com 10%, Joaquim Barbosa (PSB) com 8% e Alckmin com 6%. Na ausência do ex-presidente e com Fernando Haddad (PT) em seu lugar, Jair Bolsonaro fica com 17%, Marina Silva com 15%, Ciro Gomes e Barbosa empatam nos 9% e Alckmin atinge 7% das intenções de voto.

Especificamente no eleitorado paulista, Alckmin aparece com 16%, tecnicamente empatado com Jair Bolsonaro (16%) e Marina Silva (13%). O Datafolha destacou uma avaliação da gestão do tucano que mostra aprovação plena entre 36% dos entrevistados. Outros 40% a classificam como regular e 22% ruim ou péssima.

Flávio Rocha aposta em eleitores indecisos para chegar ao 2º turno

O empresário e pré-candidato à Presidência pelo PRB, Flávio Rocha, acredita que o alto patamar de eleitores que declararam o voto em branco ou nulo na pesquisa Datafolha, divulgada nesta madrugada, abre uma lacuna para a expansão de seu projeto de campanha. Em entrevista ao Broadcast Político, ele afirmou que a conquista deste eleitorado ainda indeciso o levará até o segundo turno.

De acordo com a pesquisa, nos cenários em que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é mantido como candidato, o índice de Brancos e nulos gira em torno de 13% a 14%. Ao excluir o petista da disputa presidencial, este porcentual salta para 23%. “Isso nos deixa muito confiantes. Este grande porcentual de eleitores que não sabem onde votar significa que eles estão a procura de um projeto que, para eles, ainda não existe. Mas nós temos esse projeto e faremos com que ele seja conhecido através de um vasto esforço de comunicação”, diz Rocha.

Até o momento, o desempenho obtido por Rocha na apuração mais recente do Datafolha foi considerado positivo, pois houve pontuação tanto nos cenários com Lula quanto nos que descartam a pré-candidatura do petista. Nas duas situações o empresário aparece com 1% das intenções de voto, tecnicamente empatado com Manuela d’Ávila (PCdoB) com 2%, Rodrigo Maia (DEM) com 1%, Henrique Meirelles (MDB) com 1% ou Michel Temer pelo MDB, com 1%.

Com 1%, Meirelles diz que Datafolha veio dentro do esperado

Virtual candidato do MDB à Presidência da República, o ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles afirmou que a pesquisa Datafolha divulgada neste domingo (15) veio "dentro do esperado". Na avaliação dele, que continuou com 1% das intenções de votos no melhor dos cenários, somente pré-candidatos que enfrentam acusações e outros problemas tendem a oscilar nas pesquisas durante a pré-campanha.

"Os resultados estão dentro do esperado. Nesta fase da pré-campanha, os números tendem a não sofrer grandes alterações, com exceção daqueles que estão enfrentando acusações e problemas", disse Meirelles. "No meu caso, o mais importante agora são as pesquisas qualitativas que mostram que eleitores que têm acesso ao meu histórico reagem positivamente em sua grande maioria", acrescentou o ex-ministro.

O Datafolha divulgado neste domingo foi o primeiro após o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ter sido preso. O levantamento mostra que o ex-presidente lidera corrida à Presidência da República com 31% das intenções de votos no melhor cenário, mas viu a diferença diminuir em relação aos seus principais adversários após ser preso pela Operação Lava Jato. No fim de janeiro, no levamento anterior, o petista tinha até 37%.

A pesquisa também mostrou que os pré-candidatos Ciro Gomes (PDT) e Marina Silva (Rede) herdam dois de cada três apoiadores do ex-presidente. Nos cenários sem Lula, o deputado Jair Bolsonaro (PSL) aparece com 17% das intenções de voto, empatado tecnicamente com Marina Silva (Rede), entre 15% e 16%. A pesquisa foi realizada entre quarta-feira (11) e sexta-feira (13).

Marina Silva diz estar preocupada com ‘risco de extrema polarização’

Em nota divulgada na tarde deste domingo, 15, para comentar a mais recente pesquisa Datafolha, Marina Silva (Rede) disse estar comprometida com debate e não com embate, numa referência clara a Jair Bolsonaro, pré-candidato pelo PSL à Presidência. Marina, pré-candidata pela Rede, aparece na pesquisa Datafolha com 15% e 16% das intenções de voto, em cenários que não consideram Lula como candidato, um porcentual equivalente ao de Bolsonaro, que tem 17% das intenções de voto.

No texto de oito linhas, Marina se diz preocupada com “risco de extrema polarização do debate político.” “Lembro que a pesquisa retrata um momento. E que nesse momento e nos próximos meses o eleitor estará fazendo escolhas entre um expressivo número de candidatos”.

Maia não vê surpresa em Datafolha e diz que indefinição aumenta sem Lula

Pré-candidato à Presidência da República pelo DEM, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (RJ), afirmou que a pesquisa Datafolha divulgada neste domingo, 15, não traz nenhuma surpresa para ele. Na avaliação do presidenciável, o levantamento só comprova o que o meio político já esperava: que a indefinição sobre a disputa presidencial aumenta com a ausência do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no pleito.

“Nenhuma surpresa. Sem Lula, a indefinição aumenta”, afirmou Maia ao Broadcast Político. Para ele, nem mesmo o desempenho entre 8% e 10% do ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa, recém filiado ao PSB, surpreendeu. “A expectativa de muitos era Joaquim Barbosa com 15%, 20%. Eu não esperava. Achava que ele viria entre 8% e 10% mesmo”, disse o parlamentar fluminense.

Na pesquisa Datafolha, o presidenciável do DEM se manteve com 1% das intenções de voto, no melhor dos cenários, com ou sem Lula na disputa. Ele afirmou que não esperava melhorar seu desempenho. “Não esperava. A agenda das últimas três ou quatro semanas foi Lula e seu entorno. E o prazo de filiações (que acabou em 7 de abril) parou tudo”, justificou o presidente da Câmara.

Barbosa teve desempenho aquém do potencial, diz Presidente do PSB sobre pesquisa

A pesquisa Datafolha divulgada neste domingo mostrou, 15, um desempenho abaixo do potencial que o PSB espera do ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa na disputa presidencial. A avaliação é do presidente nacional do partido, Carlos Siqueira.

"Acho que o resultado foi aquém do que o potencial que de fato ele (Barbosa) tem. O que acontece com o ministro Joaquim é que muitas pessoas não lembram o nome. Quando você mostra a fotografia, a pessoa lembra", afirmou Siqueira ao Broadcast Político.

O dirigente ponderou, contudo, que o resultado foi "excelente", quando se leva em conta que o ex-ministro sequer anunciou oficialmente a candidatura. "Veja que ele ultrapassou alguns que estão há meses e há anos. Ficamos satisfeitos, embora o resultado ainda não reflita o potencial", disse.

Barbosa foi incluído na pesquisa em todos os cenários testados. Ele oscilou entre 8% e 10% das intenções de voto, desempenho melhor do que outros presidenciáveis, como ex-governador paulista Geraldo Alckmin (PSDB), que aparece com 6% e até 8%, no melhor dos cenários.

Para o líder do PSB na Câmara, deputado Julio Delgado (MG), a pesquisa mostra que o lançamento da candidatura de Barbosa é irreversível. "Com estes número, com uma semana de filiação, não tem mais volta", afirmou o parlamentar mineiro.

Delgado e Siqueira devem se reunir nos "próximos dias" com Barbosa para acertar detalhes do lançamento da pré-candidatura. "Ele deu o primeiro passo, agora vamos tratar do tema do lançamento, mas sem açodamento. Vai acontecer no momento oportuno", disse o presidente da legenda.

Manuela D'Ávila comemora resultado Datafolha e convoca militantes

O texto enviado anteriormente continha uma incorreção no terceiro parágrafo. A pré-candidata Manuela D'Ávila aparece com 2% das intenções de voto e não 3% no cenário com a presença do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segue nota corrigida. Ela pontua 3% em um dos cenários em que Lula não é candidato do PT, mas sim Fernando Haddad.

Pré-candidata à Presidência da República pelo PCdoB e deputada estadual do Rio Grande do Sul, Manuela D'Ávila usou sua conta no Facebook para comemorar o resultado da pesquisa Datafolha, divulgada na madrugada deste domingo, e reforçou o pedido de ajuda aos internautas que militam em prol da sua candidatura para avançar na campanha através das redes sociais.

"Chegar em abril com 3% de intenção de voto, com uma pré campanha sem estrutura, com a comunicação via internet no estilo Glauber Rocha (um celular na mão e um monte de ideias para o Brasil na cabeça) é um motivo de muita alegria", afirmou há pouco na publicação. Segundo ela, o resultado representa crescimento e já era esperado. A pré-candidata aparece com 3% em um dos cenários do Datafolha, no qual o ex-presidente Lula não é candidato e em seu lugar entra o prefeito Fernando Haddad.

No cenário para o primeiro turno, que considera o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como candidato, Manuela aparece com 2% das intenções de voto, atrás de Lula (PT), Jair Bolsonaro (PSL), Marina Silva (Rede), Joaquim Barbosa (PSB), Geraldo Alckmin (PSDB), Ciro Gomes (PDT) e Alvaro Dias (Podemos). De acordo com a pesquisa, a deputada estaria à frente de Fernando Collor de Mello (PTC), Rodrigo Maia (DEM), Henrique Meirelles (MDB) e Flávio Rocha (PRB). Neste cenário, Brancos e nulos somam 13% e não sabem, 3%.

Na postagem, Manuela ressalta a militância de seu partido e o fato de que o PCdoB não lançava um candidato presidencial desde 1946. Além disso, ela afirma que "ainda tem muito chão pela frente" e destaca um vídeo gravado em fevereiro que mostra um tutorial sobre como o internauta pode colaborar com sua candidatura. "Vamos juntos nos rebelar pela liberdade do Brasil, das brasileiras e brasileiros", finaliza.

 

Fonte: BlogdoJosias/Os Divergentes/Agencia Estado/Municipios Baianos

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