12/05/2018

Bahia: Confira a balneabilidade das praias do litoral baiano

 

Baixe o aplicativo “Vai Dar Praia”, disponível para dispositivos móveis com sistema operacional Android, e confira a qualquer momento as informações sobre a qualidade das praias.

A Rede Amostral de Monitoramento da balneabilidade no estado atualmente é composta por 133 pontos, distribuídos em toda a costa baiana. As amostras de água para analises da balneabilidade são coletadas sistematicamente semanalmente, no período da manhã em locais com maior concentração de banhista.

De acordo com a resolução Conama a praia é considerada imprópria quando mais de 20% das amostras coletadas em cinco semanas consecutivas, apresentar resultado superior a 1.000 coliformes fecais ou 800 Escherichia coli, ou quando, na última coleta, o resultado for superior a 2500 coliformes termotolerantes ou 2000 Escherichia coli ou 400 enterococos por 100 mL de água.

No período em que o tempo estiver chuvoso, as praias podem ser contaminadas por arraste de detritos diversos, carregados das ruas através das galerias pluviais, podendo causar doenças. Além disso, é desaconselhável, ainda em dias de sol, o banho próximo à saída de esgotos, desembocadura dos rios urbanos, córregos e canais de drenagem.

  • Confira os resultados emitidos em 11/05/2018
  • Salvador

Praias impróprias: São Tomé de Paripe (Em frente à casa Vila Maria, ao lado da rampa de acesso à praia), Tubarão (Em frente ao conjunto habitacional, próximo à antiga fábrica de cimento), Periperi (Na saída de acesso à praia após travessia da via férrea), Penha (Situada em frente à barraca do Valença), Bogari (em frente ao Colégio da PM), Bonfim (Ao lado da quadra de esportes, em frente a rampa de acesso a praia), Pedra Furada (Atrás do Hospital Sagrada Familia, em frente a ladeira que dá acesso a praia), Roma (Rua Prof. Roberto Correia, junto à descida de acesso a praia, fundo do Hospital São Jorge), Canta Galo (Atrás das antigas instalações da FIB, Rua Agrário Menezes), Marina Contorno (Entre a Marina e o Restaurante do Amado da Av.Contorno), Santa Maria (Em frente ao Mar Azul hotel, limítrofe ao Hospital Espanhol, em frente a escada de acesso à praia), Ondina (Próximo a escada de acesso à praia, em frente ao posto BR e Hotel Bahia Sol), Ondina (Situada próximo ao Morro da Sereia em frente ao Ed. Maria José), Rio Vermelho (Em frente a Rua Bartolomeu de Gusmão. Próximo a escada de acesso à praia, ao lado da Rua Morro da Paciência), Rio Vermelho (Próximo a escada de acesso à praia, em frente à igreja Nossa Senhora de Santana), Pituba (em frente a escada de acesso à praia, em frente a Portinox, na Rua Paraíba), Armação (Em frente ao Hotel Alah Mar e a Rua João Mendes da Costa), Boca do Rio (Em frente ao posto Salva Vidas), Corsário (Em frente ao Posto Salva Vidas), Patamares (Em frente ao posto Salva Vidas Patamares, próximo ao Coliseu do Forró e ao Caranguejo de Sergipe), Piatã (Em frente ao Posto Salva Vidas, próximo ao Clube Costa Verde), Placafor (Em frente ao posto Salva Vidas).

  • Baía de Todos os Santos

Praias impróprias: Cabuçu (Em frente as barracas), Itapema (No meio da praia), Pedras Altas (Em frente às barracas de praia), Aratuba (Acesso pela Rua principal do povoado) e Mar Grande (Em frente à Praça Principal, ao lado do Banco do Brasil).

  • Costa dos Coqueiros

Praias impróprias: Ipitanga (Em frente ao Restaurante Beach Stop, na Rua A), Ipitanga (Rua Vereador José Barbosa, em frente à rotatória), Vilas do Atlântico (Trecho situado entre a Praia de Paquetá e Leblon), Buraquinho (A cerca de 200 m da foz do rio Joanes), Busca Vida (Em frente a guarita de segurança nº 42 – Lote 42ª) e Imbassaí (em frente as barracas de praias da localidade próximo a foz/canal do rio Imbassaí).

  • Costa do Dendê

Praias impróprias: Não há irregularidades nas praias.

  • Costa do Cacau

Praias impróprias: Marciano (Próximo ao Bar Litrão), Malhado (Próximo à escultura da sereia) e Cristo (Próximo a Barraca Point Conde Badaró).

  • Costa do Descobrimento

Praias impróprias: Não há irregularidades nas praias.

  • Costa das Baleias

Praias impróprias: O Boletim Nº19 da COSTA DA BALEIA não foi emitido devido a inconsistência dos resultados das análises obtidas nesta campanha.

  • Previsão do tempo para o final de semana

Previsão para sábado 12/05/2018

A umidade vinda do Oceano manterá o céu parcialmente nublado com chances de chuvas fracas e de curta duração em toda a faixa litorânea do Estado, sendo estas mais frequentes no Sul baiano. No restante da Bahia, a previsão é de céu com pouca nebulosidade e sem chuvas.

Tendência para domingo dia 13/05/2018

Possibilidade de chuvas fracas em toda faixa litorânea do Estado, principalmente no Recôncavo baiano. Na faixa central da Bahia, a previsão é de sol entre nuvens e poucas chances de ocorrer chuvas. Para a faixa oeste, espera-se que a maior parte do período seja de céu ensolarado.

Sema realiza III Encontro Estadual do Programa Água Doce

A Secretaria do Meio Ambiente (Sema) realiza, nos dias 17 e 18 de maio, o III Encontro Estadual do Programa Água Doce (PAD), no auditório da Unidade Regional da Companhia de Engenharia e Recursos Hídricos da Bahia (Cerb), em Feira de Santana, na Rua Senador Quintino, n° 3.200, 35 BI). O evento discutirá a capacitação dos operadores dos sistemas de dessalinização e a institucionalização desses sistemas como equipamento social, os cuidados com a água dessalinizada e com o meio ambiente, bem como a gestão compartilhada dos sistemas de dessalinização por meio de acordos de gestão.

No encontro, também será apresentado o aplicativo do Programa Água Doce, lançado pelo Ministério do Meio Ambiente em março deste ano. Por meio da ferramenta, comunidades e técnicos dos estados atendidos pelo programa poderão cadastrar informações, reportar dificuldades ou dúvidas, além de compartilhar fotos para o banco nacional de imagens do Água Doce.

Na oportunidade, estarão presentes os representantes nacionais e estaduais do PAD, prefeitos e gestores municipais e representantes das comunidades beneficiadas pelo programa.

O Programa Água Doce (PAD) é uma ação do Governo Federal, coordenada pelo Ministério do Meio Ambiente em parceria com diversas instituições federais, estaduais, municipais e sociedade civil, que visa a estabelecer uma política pública permanente de acesso à água de qualidade para o consumo humano por meio do aproveitamento sustentável de águas subterrâneas, incorporando cuidados técnicos, ambientais e sociais na implantação, recuperação e gestão de sistemas de dessalinização.

Gestão compartilhada

Na Bahia, com a gestão compartilhada, a coordenação, implantação e gestão dos sistemas ficam a cargo da Secretaria do Meio Ambiente (Sema), Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), Companhia de Engenharia Hídrica e Saneamento da Bahia (Cerb), prefeituras e sociedade civil. O objetivo do Programa é a implantação de 385 sistemas de dessalinização, beneficiando cerca de 200 mil pessoas, em 67 municípios, com o investimento de R$ 61,8 milhões.

A 2ª Etapa do Água Doce tem o objetivo de implantação, recuperação e gestão de 150 sistemas de dessalinização, beneficiando 48 municípios. Com o investimento de R$ 27,3 milhões, o propósito é reduzir as vulnerabilidades ao acesso à água no semiárido baiano. As iniciativas do Programa promovem o uso sustentável da água, contribuem para o enfrentamento dos efeitos das mudanças climáticas, bem como a disseminação de boas práticas de uso da água para manter os sistemas funcionando de maneira sustentável e produzindo água com qualidade.

  • SERVIÇO

O quê: III Encontro Estadual do Programa Água Doce

Quando: 17 e 18 de maio de 2018

Onde: Auditório da Unidade Regional da Cerb – Feira de Santana. Rua Senador Quintino, n° 3.200, 35 BI.

Feira da Agricultura Familiar de Valente mostra a força produtiva da agricultura

Agricultores familiares do semiárido baiano estão reunidos durante a 9ª edição da Feira da Agricultura Familiar, Economia Solidária e Reforma Agrária do Território do Sisal (Feirafes), que teve início nesta sexta-feira (11), na Praça da Jazida, no município de Valente, e segue até este sábado (12). O evento é realizado pela Fundação de Apoio à Agricultura Familiar do Semiárido da Bahia (Fatres), em parceria com a Prefeitura Municipal de Valente e o apoio dos Sindicatos dos Trabalhadores Rurais e Agricultores Familiares do Território do Sisal, Organizações Sociais do Território e Governo do Estado, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR).

A abertura da feira contou com a presença de dirigentes da SDR, da gestora da Superintendência Baiana de Assistência técnica e extensão Rural (Bahiater/SDR), Celia Watanabe, do diretor-presidente da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), Wilson Dias, e do superintendente da Agricultura Familiar (Suaf), Marcelo Matos.

Dias, que representou o secretário da SDR, Jerônimo Rodrigues, participou de todas as edições anteriores. Ele destacou que “o crescimento da feira, a cada edição é muito importante, mostra vigor e a capacidade da agricultura familiar em se organizar aqui no território. Esses empreendimentos a cada ano têm demonstrado esse fortalecimento, agregando valor à produção, gerando aqui uma oportunidade de negócio, e isso é muito bom, ganha a produção rural, o município e quem visita”, disse o diretor-presidente da CAR.

Capacitação, negócio e cultura

A programação conta com seminários, palestras, oficinas, comercialização de produtos da agricultura familiar, exposição e leilão de animais, além de shows culturais no turno da noite. “A Feirafes é um espaço de visibilidade para que a sociedade veja e reconheça a importância da agricultura familiar. Ao visitar a feira é possível ver a qualidade e o cuidado que a nossos agricultores e agricultoras têm com a sua produção. Esse evento tem uma importância e um caráter educativo e pedagógico, pois promove o compartilhamento de experiências e conhecimentos”, afirmou Célia Watanabe, gestora da Bahiater.

Urbano Carvalho, coordenador geral da Fatres, destacou que o evento cresceu ao longo dos noves anos e se consolidou como um espaço de troca de saberes entre os agricultores familiares: “A Feirafes se tornou uma feira interterritorial com participação não só do Sisal, mas da Bacia do Jacuípe, Portal do Sertão e Semiárido Nordeste II. São mais de 200 empreendimentos envolvidos e a expectativa é de receber 20 mil pessoas, entre visitantes e participantes nas atividades simultâneas que acontecem durante os dois dias”.

Presente a feira pela segunda vez, a agricultora Carmen Vera Dia, do município de São Domingos, falou da expectativa com o evento: “As vendas têm sido boa, todos os produtos são da palha do licuri e que eu fiz”, disse empolgada referindo-se ao trabalho realizado com a palha de licuri.

Marcos Adriano Araújo, prefeito de Valente, ressaltou que este ano a Feirafes se tornou patrimônio cultural do município e entrou oficialmente no calendário festivo da cidade. “A agricultura familiar é importantíssima para fomentar a economia do município e da região, essa feira, apesar de ter se tornado patrimônio cultural com a ajuda da câmara municipal, teve contribuições de outros territórios também. Nosso papel é esse, continuar trabalhando e contribuindo com a Fatres na realização deste grandioso evento”.

Expedição Gastronômica conhece Cacau Cabruca produzido por agricultores familiares do Litoral Sul

Em busca das potencialidades e inúmeras possibilidades de utilização de alimentos produzidos pela agricultura familiar baiana, está sendo realizada a edição do Cacau Cabruca, da Expedição Gastronômica – Da Roça para a Mesa, que tem, entre os objetivos, aproximar os chefs de cozinha dos produtores rurais, proporcionando uma troca de saberes e experiências. O grupo da expedição conheceu, nesta quinta-feira (10), no município de Ibicaraí, variedades de cultivares de cacau em produções de assentados de reforma agrária e de agricultores familiares e visitou a Fábrica Bahia Cacau – A primeira fábrica baiana de chocolate produzido por agricultores familiares.

A ação é realizada pelo Instituto Ori, em parceria com o Bahia Produtiva, projeto executado pela Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), empresa pública vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), e a Aliança dos Cozinheiros Slow Food, uma rede que reúne cozinheiros de todo o mundo e que preza pela comida boa, limpa e justa.

No roteiro, o grupo conheceu a propriedade de um agricultor familiar assentado da reforma agrária, e um pouco das histórias dos assentados da comunidade rural de Vila Izabel, como a de Edvaldo Vieira, de 72 anos. Ele é um dos produtores que passaram a entregar a produção de cacau para a fábrica Bahia Cacau, que está sob a gestão da Cooperativa da Agricultura Familiar e Economia Solidária da Bacia do Rio Salgado e Adjacências (Coopfesba): "Espero que as coisas melhorem ainda mais, porque já passamos por muitas dificuldades no passado, mas com a colheita do cacau e a venda do produto para a fábrica vamos ter uma renda extra".

Para o presidente da Coopfesba, Osaná Crisóstomo, a expedição é uma ação importante: "Esse é o momento que a gente tem oportunidade de apresentar o produto desde a origem e de estar buscando fazer um produto de melhor qualidade, junto aos agricultores".

A Expedição também visitou a comunidade Jacarandá,também no município de Ibicaraí, onde conheceu o processo de quebra do cacau e de produção do mel do cacau.  Os presentes tiveram a oportunidade de degustar o mel que escorria das polpas da cacau, em uma das propriedades da comunidade, que tem a maior parte dos integrantes formada por membros de uma mesma família.

Aliança dos cozinheiros

O chef de cozinha Fabrício Lemos, explicou que as expedições surgiram da iniciativa de um grupo de chefs de cozinha amigos, que queriam dar um passo além, seguindo uma tendência da gastronomia mundial, de valorização das produções de cada local, da agricultura familiar. Com a participação do Slow Food, a ação, que envolve pessoas, cultura e sustentabilidade, passou a ser realizada de uma forma mais organizada, com roteiro pré-determinado, e viabilizada com o apoio do Governo: "Conhecemos a SDR e achei o projeto sensacional, por se tratar de uma secretaria que estava, de fato, preocupada com o agricultor familiar e a gente estava buscando esses produtores. Foi aí que a SDR comprou a nossa ideia, pelo trabalho que já realizávamos, pelas aulas e participações em festivais, com repercussão nacional".

Já a chef Liziane Arouca falou que muitos baianos, por desconhecerem a diversidade dos alimentos produzidos no interior do estado, buscam ingredientes de fora do estado e até do país, por isso essas expedições são tão importantes, por realizar essa busca de novos sabores: "A gente tem encontrado coisas maravilhosas. Essas expedições são sempre muito enriquecedoras, porque além de conhecer os produtos, aprende-se muito com a vida dos produtores".

 

Fonte: Inema/Ascom Sema/Ascom SDR/Municipios Baianos

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