06/06/2018

Barra do Mendes: TRE mantêm no cargo prefeito e vice

 

Por sete votos a zero, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-BA) na manhã desta segunda-feira (04), decidiu pela absolvição do prefeito de Barra do Mendes, Armenio Sodré Nunes, conhecido como Galego e o vice, Erick Gilliard Bastos de Souza no processo de cassação do mandato. O gestor e o vice recorreram da sentença da  176ª Zona Eleitoral, publicada em setembro de 2017, que julgou e o condenou os dois por abuso de poder econômico e abuso de poder político, nas eleições de 2016.

O gestor afirmou que as denúncias apresentadas pelo candidato derrotado Rildo Viera, contra ele e o vice, não continham provas e o recurso contra a decisão da Justiça do (TRE) foi feito de forma transparente, “Foi com essa mesma serenidade e transparência que presenciei a justiça sendo feita. A decisão do Tribunal Eleitoral foi uma vitória dos meus eleitores. O que prevaleceu e o que sempre prevalecerá na minha vida pessoal é a verdade, a transparência e a honestidade”, disse o prefeito. Galego foi reeleito em 2016 com 5.946 dos votos válidos.

Rui entrega recuperação de 18 km e autoriza obras de água e construção de quadra poliesportiva

O governador Rui Costa entregará, nesta quarta-feira (6), em Barro Alto, no centro norte baiano, 18 quilômetros de estrada recuperada da BA-046, entre o município e Canarana. O descerramento da placa de inauguração da obra, que absorveu R$ 3,38 milhões, ocorrerá às 9h30. Logo depois, Rui segue para a Praça Belo Horizonte, na sede da cidade, onde assina autorização para início das obras de construção de Sistema Simplificado de Abastecimento de Água na localidade de Cabaceiras e da quadra poliesportiva no povoado de Mandacaru.

O governador ainda participa, em Barro Alto, das entregas de recuperação das estradas vicinais nos trechos entre Volta Grande, Campo Formoso e Gameleira, no trecho entre Barreiro e o povoado de Sanharol e entre Lagoa Funda e o povoado de Cacelândia.

Rui também participa da entrega de obras municipais, dentre as quais a recuperação da estrada vicinal no trecho de Barreiro à BA-046 e na sede do povoado de Formosa. Além disso, o governador entrega 1.022 certificados Cadastro Ambiental Rural (CAR).

Mundo Novo organiza 31ª festa de São Pedro e promete muito forró

O município de Mundo Novo, na Chapada Diamantina, também se prepara para realizar um grande evento de São Pedro. Serão quatro dias de festejos, de 28 de junho à 1º de julho, onde serão comemorados os 31 anos de tradição do evento junino.

Entre as atrações principais que tocam por lá este ano estão Santanna ‘o Cantador’, o forrozeiro Dorgival Dantas, e a banda ‘Canários do Reino’. Mundo Novo deve receber visitantes de toda a região para mais um São Pedro com tradição e muito forró para aquecer as noites.

Festas juninas de 2018 terão muita música e tradições no município de Tanhaçu

Entre os dias 21 e 24 de junho a cidade de Tanhaçu, na Chapada Diamantina, fará uma festa de São João animada. Além de atrações musicais como a banda Mala 100 Alça, o cantor Marlus, Coração Cigano, Kasaca de Kouro, Real Som, Pegada Luxuosa, Marcos Pezão, Marcas de Batom, Flávio Fernandes, Gustavo e Matheus, e Mel de Açaí, contará com muitas brincadeiras típicas.

Vai ter dança da laranja, corrida com ovos, corrida de saco, quebra pote, maratona maluca e quadrilhas juninas. No dia 22 de junho, às 5h, acontece a Alvorada de Tanhaçu, com trio de sanfoneiros e comidas típicas para os participantes.

São Pedro

Já no distrito de Suçuarana, que pertence Tanhaçu, está sendo organizada uma grande festa de São Pedro. O evento acontece nos dias 29 e 30 de junho com apresentações de Cacau com Leite, Kasaca de Kouro, Coração Cigano, Flávio Fernandes, Dupla Paixão, Marcas de Batom, e Gilvan da Paraíba.

Também acontecem as brincadeiras da dança da laranja, corrida com ovos, corrida de saco, quebra pote, maratona maluca e quadrilhas juninas. Se ainda não tiver roteiro certo para esse São João, confira as oportunidades de Tanhaçu.

Festejo junino em Itaberaba já está com infraestrutura sendo finalizada

A estrutura para o São João de Itaberaba, cidade da Chapada Diamantina, já está quase pronta. Os trabalhos continuam em ritmo acelerado, são cerca de 40 profissionais atuando para dar os retoques finais na cidade cenográfica que está sendo montada no circuito da festa, localizado na Praça Josenildo Miguel de Brito, mais conhecida como Praça do Coqueiro.

 

A festa deste ano acontece de 21 a 24 de junho e contará com diversas atrações especiais, a exemplo de Targino Gondim, Lucy Alves, Bell Marques, Márcia Fellipe, Os Clones do Brasil, Aduílio Mendes e muito mais.

Uma réplica reduzida da Igreja de Nossa Senhora do Rosário está de pé. A tradicional Casa de Farinha, feita de taipa, já está recebendo os últimos retoques e deve ficar pronta nesta terça-feira (5). Além disso, os portais de entrada do circuito estão sendo colocados nos locais determinados.

Segundo o coordenador da festa, Zezinho Locutor, os trabalhos estão dentro do cronograma. “Apesar do ritmo intenso de trabalho que nós estamos vendo aqui, tudo vai ficar pronto dentro do prazo estipulado com as barracas de venda de bebidas e comidas típicas sendo entregues já no próximo domingo (10), as bandeirolas estarão no lugar no dia 14 (quinta-feira) e, no dia 17 (domingo) todo o circuito será entregue para a festa”, disse o coordenador.

Cerca de 130 mil pessoas são esperadas, nos quatro dias de festa. O São João de Itaberaba, a cada ano, vem se consolidando como um dos destinos mais procurados em toda a Bahia.

Parque Nacional da Chapada Diamantina tem o menor número de incêndios da história

O Parque Nacional da Chapada Diamantina (PNCD) registrou, no ano passado, o menor índice de incêndios dos últimos 16 anos e, provavelmente, o da sua história. A área total atingida foi de aproximadamente 113 hectares, o que equivale a apenas 0,07% do seu território. O resultado é considerado um avanço, visto que os incêndios florestais são considerados o maior problema da unidade de conservação (UC). Em 2017, na temporada de incêndios, que é contabilizada de fevereiro a março, foram registrados 19 focos, um número muito pequeno comparado à média histórica. No ano de 2002, por exemplo, quando os incêndios passaram a ser monitorados com maior precisão, foram registrados cerca de 250 focos, um número 13 vezes maior.

Dados coletados pela estação pluviométrica de Lençóis mostram que, apesar do clima cada vez mais seco, foi possível diminuir as áreas queimadas. Em 2015, por exemplo, quando mais de 20% da sua área foi atingida pelo fogo, caíram cerca de 730 mm de chuva, enquanto o ano 2017, apesar de ter recebido 100 mm a menos, teve quase 20 vezes menos o número de incêndios. A realização de ações integradas possibilitou a queda efetiva das queimadas, mesmo com a diminuição das chuvas decorrente das mudanças climáticas. O resultado é fruto de uma política adotada pelo Parque Nacional ao longo das últimas décadas, marcada pela retirada do gado da serra em 2002 e que começa a se consolidar.

A ampliação da equipe de analistas ambientais que atuam na unidade, em 2016, é outro marco que contribuiu consideravelmente para o processo. Foi quando o PNCD passou a ter um gerente do fogo, ou seja, um profissional, perito em incêndios florestais, com dedicação quase que exclusiva ao tema. A partir disso, foi possível realizar uma série de investimentos em áreas estratégicas, como a implantação de um sistema de comunicação, a realização de cursos para qualificação profissional e a aquisição e manutenção de equipamentos. A gestão passou, então, a atuar de forma equilibrada em três pilares fundamentais: monitoramento, combate e investigação.

Esse conjunto de ações foi percebido claramente “no tempo de resposta aos incêndios”, afirma o gerente do fogo, Luiz Coslope. “Eles se tornaram muito mais rápidos. Nossa brigada passou a ser acionada imediatamente após os focos serem detectados, impedindo que se alastrassem”, explica. Somado a isso, foi possível também conter incêndios de grande proporção localizados em áreas vizinhas, como o que ocorreu na região da Chapadinha, no final de 2017. “Apesar de ter atingido mais de 800 hectares, conseguimos proteger o Parque Nacional e impedir que o prejuízo fosse ainda maior”, destaca Coslope.

Rapidez no combate

O monitoramento constante em pontos estratégicos do Parque Nacional, entre os meses de julho a fevereiro, unido à cobertura de sinal de rádio em 40% do território da unidade de conservação é atribuído pela gestão como uma das ações que mais tem contribuído para o sucesso dos combates. A inauguração de uma base para a brigada em Mucugê também foi essencial para a agilidade no deslocamento até os incêndios na região sul. “Além disso, não houve nenhuma limitação de transporte e alimentação nesse período”, destaca Coslope.

Mudança cultural

Outro fator considerado relevante para o bom resultado, é que a população está mais consciente e cooperante em diversos aspectos. “Ela deixou de fazer queimadas e passou a dar apoio no combate e na denúncia aos infratores. Além disso, muitas atividades realizadas dentro do Parque Nacional, que sempre utilizaram o fogo, estão deixando de existir, como o garimpo, a criação de animais e a coleta de sempre-vivas”, afirma o gerente do fogo. Segundo o biólogo Roy Funch, primeiro chefe da unidade de conservação, “a utilização do fogo, para limpar áreas e renovar pastagens, existe desde quando o Parque Nacional foi criado, em 1985. É um aspecto da cultura local, não é por maldade”.

Ele conta que os incêndios eram tão corriqueiros e sem importância que “um único foco era capaz de atravessar a unidade. Nada o impedia. Eu já vi um fogo começar no Vale do Morrão, passar pelo Vale do Pati, e quase chegar a Mucugê”, conta Funch. Por isso, opina o biólogo: “certamente o índice de 2017 é o mais baixo da história”, decorrente também de uma transformação longa na relação do morador com o seu meio.

 

Fonte: Tribuna/Secom Bahia/Jornal da Chapada/Municipios Baianos

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