08/06/2018

Alckmin confirma apoio a José Ronaldo ao governo da Bahia

 

O pré-candidato a presidente da República pelo PSDB, Geraldo Alckmin, em entrevista ao radialista Mário Kertész, na Rádio Metrópole, nesta quinta-feira (7), confirmou que o PSDB vai apoiar o postulante ao governo da Bahia pelo DEM, José Ronaldo.

“Estaremos juntos na aliança com o Democrata”, disse. A declaração reforça que a candidatura do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM), ao Palácio do Planalto, está perto da desistência.

Após declarar apoio a José Ronaldo, Alckmin vai acompanhar democrata no interior

Após declarar publicamente apoio ao pré-candidato ao governo da Bahia pelo DEM, José Ronaldo, nesta quinta-feira (7), durante entrevista ao radialista Mário Kertész, na Rádio Metrópole, o ex-governador de São Paulo e postulante ao Palácio do Planalto pelo PSDB, Geraldo Alckmin, vai se encontrar com o democrata ainda na manhã desta quinta, na cidade de Barra, no oeste baiano, conforme apurado.

Depois, a comitiva tucana segue para Salvador, e Ronaldo viaja para Luís Eduardo Magalhães, onde participa do evento Bahia Farm.

Articulação de José Ronaldo quer definir sua chapa no final de julho ou em agosto

A possibilidade de o governador Rui Costa (PT) anunciar a chapa com que vai disputar a reeleição ainda esta semana não deve alterar o calendário com que a articulação política do pré-candidato do DEM ao governo, José Ronaldo, trabalha.

A ideia do democrata é estender ao máximo o anúncio da formação da sua própria chapa, jogando-o possivelmente para o final de julho ou mesmo agosto, na expectativa de que até lá as candidaturas e o cenário nacionais estejam mais definidos, podendo, inclusive, ajudar nas futuras composições locais.

Atualmente, só um nome está definido na chapa, além do do candidato a governador. É o do deputado federal Jutahy Magalhães Jr. (PSDB), que disputará uma das vagas ao Senado.

PRB vê chance maior de indicar senador com ameaça de candidatura avulsa do PSC

Interessado na segunda vaga ao Senado na chapa do pré-candidato a governador José Ronaldo (DEM), o PRB comemorou a notícia de que o deputado federal Irmão Lázaro, do PSC, partido que disputava o mesmo espaço com ele ao lado do democrata, pode sair como candidato avulso a senador.

O PRB tem como um dos nomes prioritários para indicar ao Senado a vereadora em Salvador Ireuda Silva, embora não descarte outras alternativas. Acha, no entanto, que o PSC blefa ao falar numa candidatura independente de Irmão Lázaro, mas que, com a ameaça, acabou enfraquecendo enormemente a estratégia de indicá-lo para a chapa de José Ronaldo, abrindo espaço para um nome do PRB.

Tia Eron desautoriza Roma e diz que quem lembrou de Ireuda para chapa foi ACM Neto

A deputada federal Tia Eron, presidente estadual do PRB, praticamente desautorizou hoje o colega de partido João Roma, ex-chefe da Casa Civil do governo ACM Neto (DEM), ao afirmar que o primeiro a citar o nome da vereadora em Salvador Ireuda Silva (PRB) para integrar a chapa do pré-candidato democrata ao governo, José Ronaldo, foi o próprio prefeito de Salvador.

“Quem primeiro falou no PRB para compor a chapa foi o prefeito. O PRB não cede nem disputa nada. Agora, tem que ser convidado ou não ser”, afirmou a parlamentar, conhecida pelo estilo “despachado”, sutilmente rebatendo a afirmação de Roma de que o partido não seria empecilho para a formação da chapa.

Para ela, se a ideia nasceu da cabeça de Neto e não no próprio partido, não cabe ao PRB contestá-la. “Foi o prefeito que falou que o nome era o de Ireuda”, frisou, lembrando que estudos mostram que a escolha de uma mulher, com as características de Ireuda para a chapa, só fortaleceria a candidatura de José Ronaldo.

O nome da vereadora é lembrado para uma das vagas ao Senado – a outra já está destinada ao deputado federal Jutahy Magalhães Jr. (PSDB) -, posto disputado também pelo PSC, que gostaria de ocupá-la com a candidatura do deputado federal Irmão Lázaro.

Neto viaja ao exterior e aliados protestam por 'falta de empenho' pró-Zé Ronaldo

O comportamento do prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), tem gerado revolta entre os aliados. Depois de desistir da candidatura ao Palácio de Ondina, que provocou uma ira na base, o democrata soteropolitano agora tem sido alvo de críticas por “falta de empenho” na candidatura do pré-candidato ao governo da Bahia, José Ronaldo (DEM), segundo os correligionários.

Na quinta-feira (31) anterior, durante o feriado de Corpus Christis, o chefe do Palácio Thomé de Souza embarcou para uma viagem ao exterior e só vai retornar no próximo domingo (10).

Logo, vai se ausentar hoje (7) da solenidade de entrega do título de cidadão baiano ao presidenciável Geraldo Alckmin (PSDB). Parte dos aliados minimiza a situação, já que avalia que ACM Neto apoia a candidatura do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM), ao Palácio do Planalto. Para eles, soaria mal nacionalmente a presença do democrata em um evento de tucanos.

O descontentamento da base com Neto, no entanto, é geral. Na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), os deputados reclamam que o prefeito só participou de um encontro com Zé Ronaldo, quando ocorreu a união com o PSDB para a eleição.

Os parlamentares criticam o fato de o presidente nacional do DEM não viajar para interior com o ex-prefeito de Feira de Santana, e ainda ter poucas postagens nas redes sociais para associar os dois nomes. Nesta semana, a fim de minimizar o caso, postou um vídeo em apoio ao correligionário. Pesquisas apontam que o eleitorado baiano não sabe quem o prefeito vai apoiar no pleito.

Segundo os aliados, a única preocupação de ACM Neto é não ter uma derrota avassaladora em Salvador para o governador Rui Costa (PT), já que pensa em fazer o sucessor em 2020. Para tanto, incentivou vários vereadores da capital a serem candidatos e conquistarem votos para Zé Ronaldo. Se ACM Neto tem faltado na campanha, por outro lado, membros do grupo têm elogiado o empenho do vice-prefeito Bruno Reis (DEM) na pré-eleição.

'Falta de consulta' sobre agenda deixa Neto fora de evento com Alckmin em Salvador

A passagem da pré-campanha de Geraldo Alckmin (PSDB) na Bahia não vai contar com a presença do prefeito ACM Neto (DEM).

Em nota de esclarecimento, a assessoria do democrata explicou que ele está em viagem fora do Brasil e só retorna ao país na sexta-feira (8). "Por não ter sido consultado sobre a programação em Salvador do ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e já ter um compromisso agendado, o prefeito ficou impossibilitado de participar da solenidade de entrega do título de cidadão baiano ao pré-candidato a presidente da República pelo PSDB", diz a nota.

O evento será realizado na noite desta quinta (7), na sede da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA).

Como informado na nota, Neto será representado pelo vice-prefeito Bruno Reis (DEM). O pré-candidato ao governo do Estado, José Ronaldo (DEM), e o deputado federal João Gualberto (PSDB) também estarão presentes.

Inclusive, o acordo de união entre os dois partidos na Bahia teve como condição a garantia de palanques tanto para Alckmin, quanto para o deputado Rodrigo Maia, até então pré-candidato do Democratas à Presidência da República

PV retira candidatura ao governo e brigará por vaga na majoritária de José Ronaldo

Após uma reunião com a executiva, o Partido Verde bateu o martelo e decidiu não mais lançar a candidatura própria do advogado-geral da união Waldir Santos ao governo do estado.

No lugar do pleito ao Palácio de Ondina, o partido pretende negociar o apoio a candidatura de José Ronaldo (DEM) por uma vaga na majoritária da oposição. “Vamos passar a disputar essa vaga na chapa do Democratas. Queremos um local para acomodar o PV”, declarou Ivanilson Gomes, presidente estadual da sigla. O partido pode tensionar para indicar um nome para a vice de José Ronaldo, que atualmente tem o nome de Taíssa Gama (PTB) sondado), ou disputar com o PRB de Ireuda e o PSC de Irmão Lázaro, quem disputará ao lado de Jutahy Júnior (PSDB) uma cadeira no Senado.

Na opinião de Ivanilson, “tudo é possível”, mas o PV busca, inicialmente, lugares titulares na majoritária e não na suplência dos nomes que disputarão a Câmara Alta.

“É preciso que toda a chapa tenha uma leveza. O PV pode dar essa leveza. Buscamos titularidade. Se não for possível, onde coubermos. O fundamental é o partido na majoritária”, completou Ivanilson.

Rede nega que fechou com PSDC e reforça candidatura de Célia Sacramento ao governo

A Rede Sustentabilidade negou que tenha decidido partir para uma coligação com o PSDC nas eleições de 2018 na Bahia após o partido falar da aliança.

Ao Bahia Notícias, a presidente da Rede no estado, Iaraci Dias, afirmou que a legenda participa de “conversas primárias” com o grupo que tem Marcos Maurício (PSDC) como candidato ao Palácio de Ondina, mas que uma coligação depende da chancela da direção nacional do partido.

“Com todo o respeito que a gente tem pelo PSDC, construir uma aliança requer uma boa conversação. Temos uma conversa amistosa, mas não temos nada fechado”, comentou Dias.

Um dos pontos delicados que envolvem a junção é que a Rede também tem uma candidatura posta ao governo do estado, a da ex-vice prefeita de Salvador Célia Sacramento.

Com o nome de Sacramento, a Rede pretende montar um palanque para Marina Silva, pré-candidata ao Planalto, na Bahia. “Nos respeitamos a intenção do PSDC em unir os partidos, mas a Rede tem uma direção nacional e estadual que precisa debater a questão”.

Além do PSDC, a legenda de Iaraci está com conversas adiantadas com o Patriota e o PSOL para coligação.

Alckmin defende reforma tributária já no começo de eventual governo

Pré-candidato à Presidência da República pelo PSDB, o ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, garantiu que vai fazer uma reforma tributária ainda no começo do seu governo, caso seja eleito.

“Pretendo logo no comecinho do ano fazer a reforma tributária para simplificar o modelo tributário. Você tem cinco impostos. No mundo inteiro é um só”, ressaltou em entrevista à Rádio Metrópole.

Além da reforma tributária, o tucano prometeu investir na geração de emprego e renda. Alckmin também criticou a deficiência da União no combate ao crime.

“Então, pretendo que o governo federal lidere. São Paulo tinha 13 mil assassinatos por ano em 2001 e reduzimos para 3.503 assassinatos no ano passado”, afirmou.

 

Fonte: BN/Politica Livre/Metro 1/Bahia.ba/Municipios Baianos

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