13/06/2018

Vera Cruz: Forró em prol da construção do Instituto Quilombo Ilha

 

O Forró do Quilombo é um evento beneficente que acontece no dia 16 de junho, a partir das 19 horas, no Espaço Caravelas, Mar Grande, Vera Cruz - BA. Este é um dos maiores eventos de Forró realizado na Ilha de Itaparica.

Faz parte de uma das ações da Campanha Sede Própria, promovida pelo Instituto Quilombo Ilha, para captar recursos para a construção da sede do projeto.

As atrações contam com Riquelme Sanchez-cantor e compositor que vem conquistando espaço e alcançando seu propósito, Bola 7, a grande revelação da Música em Salvador, também cantor e compositor, já passou por bandas que consagram a nossa Bahia no cenário musical mundial, como a Timbalada. Com mais de 40 músicas gravadas, resolve cantar suas próprias composições e levar a frente a carreira solo. Psirico, Os Bambaz,Pagodart, Leo Santana, Saiddy de Bamba... São algumas das bandas que já gravaram suas músicas.

As atrações locais serão RK Ritmos, Forró da Ilha com Manoel do Acordeon, e DJ Érico Reis.

O Instituto busca com todo afinco a construção da Sede do Projeto, que é uma forma de mantê-lo vivo.

Tem contribuído, desde 2006, para a inclusão de mais de 500 jovens, negros, moradores da Ilha e de algumas cidades vizinhas no Ensino Superior.

O projeto conta apenas com o apoio da Prefeitura Municipal de Vera Cruz – BA, através da Secretaria de Educação, e da Igreja Católica Coração de Jesus, que cede um espaço na Casa Paroquial para que as aulas sejam ministradas. 

Os ingressos antecipado para o forró podem ser adquiridos com os estudantes, professores e monitores, ou no próprio espaço onde são aplicadas as aulas, das 9 às 21 horas.  Custando R$ 20,00 (vinte reais), valor unitário, primeiro lote até 10 de junho.

  • SERVIÇOS:

Forró do Quilombo

Data: 16 de junho de 2018

Local: Espaço Caravelas - Estrada da Rodagem, S/N, Mar Grande, Vera Cruz- BA, Ilha de Itaparica, ao lado da Caixa Econômica.

Horário: 19h às 1h

Entrada: 20 reais (valor unitário)

Produção: Instituto Quilombo Ilha

  • Programação:

Riquelme Sanchez

Bola 7, convidado especial

RK Ritmos

Forró da Ilha com Manoel do Acordeon

DJ Érico Reis

Candeias: Petrobras é multada em R$ 5 mi por vazamento de óleo

A Petrobras foi multada em R$ 5 milhões pela Prefeitura de Candeias, na Região Metropolitana de Salvador, pelo vazamento ocorrido no último sábado, 9, em um duto da estatal e que contaminou o manguezal na localidade conhecida como Pitinga, além do Rio São Paulo, no Distrito de Passé. Segundo a Petrobras, a limpeza da região está 90% concluída. Ao todo foram derramados três metros cúbicos de água oleosa no vazamento. A empresa não especificou o tipo do óleo.

"O lançamento do efluente causou danos ambientais que resultou além da contaminação da água no desequilíbrio na fauna local", informou a assessoria da prefeitura de Candeias, observando que uma equipe da Secretaria Municipal do Meio Ambiente e Agricultura (Sema) foi ao local e constatou a "gravidade do acidente" para a região.

Segundo a Petrobras, "após a ocorrência, a companhia interrompeu imediatamente a operação dessa linha e iniciou a limpeza da área. Equipes especializadas em emergências e de monitoramento ambiental da Petrobras continuam trabalhando na região", explicou a companhia em nota, ressaltando que não houve vítimas no acidente - e que os órgãos ambientais foram notificados.

  • Relembre o caso:

Pescadores realizam protesto após vazamento de óleo em Candeias

Mais de 150 pescadores se reúnem em protesto desde o início da manhã desta segunda-feira, 11, em frente ao rio São Paulo, no município de Candeias, na Região Metropolitana de Salvador (RMS). Eles impedem a saída dos caminhões da Petrobras que estão removendo os resíduos do óleo que vazou na última sexta, 8.

À TARDE, a marisqueira Marizélia Lopes, que participa da manifestação, conta que há mais de 40 profissionais da Petrobras realizam o serviço desde a sexta, o que não seria o correto. "A retirada precisa ser feita por uma empresa especializada, e a Petrobras está colocando seus funcionários para realizar o trabalho", protesta ela.

A marisqueira afirma que ainda há grande quantidade do produto na lama e na água do rio, o que preocupa que trabalha e reside na região. O grupo está no local desde 8h30 e até o momento nenhum responsável da Petrobras tentou contato com os manifestantes.

A reportagem do Portal A TARDE tenta contato com a Petrobras para ter uma posição sobre o vazamento e o protesto dos pescadores.

Entenda mais

A poluição ambiental começou na sexta, quando um duto da Petrobras vazou e provocou danos no município da RMS. No mesmo dia, a empresa informou que havia iniciado a limpeza do local e que não houve danos a pessoas.

Já Marizélia afirma que 90% dos quase 10 mil moradores da Ilha de Maré necessitam do pescado para viver e que o vazamento prejudica o trabalho deles e o meio ambiente.

Vazamento causa protesto em Candeias

Moradores de Candeias realizaram um protesto na manhã desta segunda-feira, 11, contra o vazamento de óleo de um duto da Petrobras no Rio São Paulo.

Vazamento de óleo em Candeias já atinge Ilha de Maré e Madre de Deus, diz líder comunitária

O vazamento de óleo da Petrobras em Candeias já está atingindo a Ilha de Maré e Madre de Deus, de acordo com a líder comunitária das Ilhas de Salvador, Eliete Paraguassu.

“O rio se encontra com mais dois e, com isso, o óleo está se espalhando para outros lugares pela corrente. O rio não é uma piscina, vai correndo. Já está atingindo pelo menos esses três lugares”, sustentou Eliete.

Os líderes comunitários da região irão se reunir na tarde desta quarta-feira (13) com representantes da Petrobras.

A maior preocupação para a população, de acordo com Eliete, é a saúde da população. “As pessoas se alimentam desse rio, elas vivem ali. Inalar esse cheiro e comer peixe contaminado pode afetar a saúde das pessoas”, lamentou Eliete, que ressalta que o acontecido é um crime ambiental.

A estimativa da líder comunitária é de que a Petrobras já tenha tirado 10 toneladas de óleo do rio. A confirmação da quantidade será dada pela empresa na reunião de amanhã.

MP-BA abre inquérito para investigar vazamento de óleo da Petrobras em Candeias

O Ministério Público do Estado da Bahia (MP-BA) instaurou um inquérito civil nesta segunda-feira (11) para investigar um vazamento de óleo no duto da Petrobras em Candeias.

A empresa teria espalhado três metros cúbicos de óleo pelo rio São Paulo no último sábado (9). A prefeitura multou a Petrobras em R$ 5 milhões por conta do vazamento, que teria contaminado o rio e o manguezal, segundo técnicas da Secretaria Municipal do Meio Ambiente e Agricultura (Sema) enviados ao local.

O rio e o manguezal são utilizados por pescadores e marisqueiras da região. O vazamento teria origem em uma linha de produção que fazia a transferência de água oleosa entre a Estação de Pedra Branca e o Parque São Paulo em Candeias (BA).

Prefeito e secretário de Saúde de Cachoeira são acionados por improbidade

O prefeito de Cachoeira, Fernando Antônio da Silva Pereira, e o secretário municipal de Saúde, Mamede Dayube Neto, foram acionados pelo Ministério Público estadual por improbidade administrativa, em razão de irregularidades cometidas em um convênio firmado com a Santa Casa de Misericórdia no município. O instrumento previa o repasse e R$ 30 mil do Município para o Hospital João de Deus, mas parte deste valor – R$10 mil – era devolvido em espécie ao secretário de Saúde para contratação de motoristas. De acordo com o promotor de Justiça Sávio Damasceno, autor da ação, o prefeito e o secretário “burlarem as regras constitucionais de contratação de pessoal, bem como de ordenarem irregularmente as despesas públicas”.

Na ação civil pública, Sávio Damasceno demonstra que foi descoberto que os supostos motoristas eram contratados diretamente pelo secretário, que utilizava o dinheiro “desviado do convênio” para pagá-los diretamente em dinheiro. O promotor de Justiça pontua que o dinheiro era devolvido em espécie ao secretário que, “surpreendentemente, emitia recibos” da irregularidade. O promotor de Justiça relata ainda que o novo gestor da Santa Casa, assim que soube da cláusula irregular, tentou suspender a transferência do valor à Prefeitura, que cancelou o convênio acusando a Santa Casa de “descumprimento de contrato”. O caso já foi alvo de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Câmara Municipal de Cachoeira. A ação pede que o prefeito e o secretário sejam condenados a perder os cargos públicos, terem suspensos seus direitos políticos, sejam proibidos de contratar com o poder público ou receber qualquer benefício, direta ou indiretamente, além de pagar multa.

 

 

Fonte: Por Josi Miranda/A Tarde/BN/Cecom MP/Municipios Miranda

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