14/06/2018

Itaetê: Quadrilhas abrem os festejos juninos no fim de semana

 

Os festejos juninos começam nesta semana no município de Itaetê, na Chapada Diamantina. As tradicionais quadrilhas abrem as comemorações do São João. Nesta próxima quarta-feira (13), a quadrilha ‘Vem que tem’ anima o bairro Canabrava. Na quinta (14), é a vez dos moradores do assentamento Florentina apresentarem a ‘Quadrilha dos Caipiras’.

Na sexta (15), a ‘Quadrilha das Coroas’ anima a sede do município com muito forró. No sábado (16), acontece a festa de Santo Antônio de Bananeiras com apresentação de quadrilha. Já no domingo (17), a quadrilha ‘Pé Quente’ leva muita dança para o assentamento Santa Clara, enquanto na sede de Itaetê acontece o ‘Forró Point’ com transmissão do primeiro jogo do Brasil na Copa do Mundo.

Curso de agrofloresta movimenta o município de Ibicoara no mês de julho

Entre os dias 6 e 8 de julho acontece o curso ‘Agrofloresta Aromática e Medicinal’, no Sítio Monte Alegre, no distrito de Mundo Novo, município de Ibicoara, na Chapada Diamantina. Serão abordadas temáticas desde o plantio aos preparados aromáticos.

A identificação botânica das plantas medicinais por recurso sensoriais e fitoterápicos, farmácia viva (jardinagem de primeiros socorros), ecologia e saúde integrada, cerimônia do chá e benefícios e processamento de plantas medicinais também serão explanados.

A instrutora do curso é Nat Muguet, do Sítio Semente. As inscrições podem ser feitas através do e-mail sitiomontealegre@gmail.com.

Pesquisa aponta que 94% dos pacientes aprovam atendimento do Hospital Regional da Chapada

De acordo com pesquisa realizada no mês de abril, pelo Serviço de Atendimento ao Cliente (SAC), o Hospital Regional da Chapada (HRC), instalado no município de Seabra, obteve um percentual de 94,25% de satisfação dos usuários. O SAC realizou a aplicação e compilação da Pesquisa de Satisfação do Cliente com o propósito de mensurar a satisfação dos usuários, identificando e mapeando os fatores positivos e possíveis impactos negativos na prestação dos serviços na unidade.

A responsável do SAC, Jaqueline Barbosa, esclarece que para monitorar o índice de satisfação dos usuários, realiza pesquisas com pacientes, familiares e acompanhantes durante o período de internamento e também nas consultas realizadas no ambulatório. Ela informa que, a população assistida no HRC, registra sua opinião, avaliação e satisfação, por meio dos formulários disponibilizados em todos os setores do hospital e que a maioria dos elogios são relacionados à assistência, ou seja, ao tratamento dos pacientes, recebido pelos profissionais: técnicos, enfermeiros, assistentes sociais, e também pelos colaboradores que trabalham nas recepções da unidade.

“Realizamos nossa pesquisa diariamente, tanto nas enfermarias, quanto no ambulatório, com a finalidade de avaliarmos o grau de satisfação dos usuários, dessa forma conseguimos manter a qualidade do que for bem avaliado e os casos não tão positivos, monitoramos e desenvolvemos ações específicas para corrigir e melhorar”, afirmou Barbosa. A Pesquisa de Satisfação do Cliente Externo é ainda uma ferramenta importante para que a direção, juntamente com os coordenadores possam avaliar como está a qualidade da assistência prestada aos pacientes e promovam ações concretas para as melhorias no processo, garantindo assim, uma maior satisfação dos usuários do SUS.

Decisão judicial barra convênio da prefeitura de Ipirá com a Bahiatursa para gastos no ‘Arraiá do Camisão’

Uma decisão judicial indeferiu um pedido da prefeitura de Ipirá, na Bacia do Jacuípe, que queria receber recursos via convênio com a Bahiatursa [Superintendência de Fomento ao Turismo do Estado da Bahia] com vistas à realização do São João da cidade. A decisão que veda o convênio saiu nesta terça-feira (12) no Diário da Justiça Eletrônico (DJE).

Segundo o desembargador Antônio Cunha Cavalcanti, não se sustentou o argumento usado pela prefeitura. A prefeitura local pleiteava a não exigência de certidões negativas de débito de tributo como forma de conseguir os recursos, mesmo o convênio tendo sido encerrado no dia 5 de junho.

Para o desembargador, a gestão local “apesar da importância dos festejos juninos, deixou de demonstrar elementos suficientes e aptos a comprovar a vinculação do evento às ações pertinentes à assistência social”. Mesmo sem o convênio, a festa em Ipirá, intitulada “Arraiá do Camisão”, já foi divulgada e ocorrerá entre os dias 22 e 24 de junho, na Praça Roberto Cintra.

Prefeitura de Ipirá inicia ornamentação do São João

A Prefeitura de Ipirá iniciou a decoração junina para os sete dias de festejos no São João. Essa semana foi dado início aos preparativos da ornamentação para o Arraiá do Camisão 2018 de Ipirá, que promete mais uma vez agradar a todos os públicos, trazendo uma grade de atrações que valoriza os grandes nomes das festas juninas e locais como Alcimar Monteiro, Aduílio Mendes, França, Cris Mel, Flor Serena, Dan Valente, Beto Botho, Paraíba do Acordeon, Bate Staka e muitos outros que farão a alegria dos forrozeiros.

Serão 7 dias de festa e para isso a Prefeitura de Ipirá já iniciou a ornamentação das principais vias da cidade com bandeirolas temáticas, garantindo um colorido especial ao evento que ajuda a alegrar o período das comidas típicas, fogueiras e quadrilhas. Este ano, a decoração temática é alusiva aos jogos da Copa do Mundo.

O evento será realizado na Praça Roberto Cintra e começará no dia 18 de junho com o tradicional festival de quadrilhas juninas. Equipes da Secretaria de Infraestrutura estão trabalhando na colocação da ornamentação e montagem da Vila Junina Mestre Paraíba do Acordeon onde abrigará o palco Zé Bolacha.

Toda ornamentação deverá ficar pronta nos próximos dias.

Para o prefeito Marcelo Brandão, o objetivo é de que os festejos juninos possibilite um aquecimento na economia local que vem sofrendo devido à crise que afeta todo o País. “Estamos cuidando para que seja um São João que agrade a todos. A cidade ganha com chegada de pessoas de outras localidades da nossa região, aquecendo a economia local”.

Agricultores familiares contabilizam aumento na venda de licores para festas juninas

Umbu, licuri, maracujá da caatinga, jenipapo, ameixa, jabuticaba, cajá, cambuí, carambola, menta, abacaxi. Esses são alguns dos sabores que fazem do licor uma bebida com presença garantida na mesa dos baianos nas festas juninas. De maneira tradicional, gourmet, caseira ou artesanal, os licores produzidos por agricultores familiares baianos agradam o paladar do público e garantem o aumento da renda daqueles que vivem da produção rural.

Atento à demanda do mercado, o agricultor familiar Bartolomeu Santana, da comunidade rural Batatan, no município de Maragogipe, no Recôncavo Baiano, decidiu inovar. Foram 15 anos de tentativas até encontrar o ponto do sabor ideal de licores feitos à base de dois tubérculos: inhame e aipim.

“Licor de frutas todo mundo sabe fazer, [mas] eu procurei fazer uma coisa diferente. São licores de raízes, que cultivo sem agrotóxico. Eu via a divulgação dos licores produzidos pela agricultura familiar e percebi que não tinha de aipim e inhame, que a gente planta aqui. Eles devem ser apreciados bem gelado para sentir a elegância desses licores”, explica Bartolomeu Santana.

Conhecido popularmente como Memeu Cabeça Branca, Bartolomeu conta que mantém a receita guardada “a sete chaves” e está em processo de patenteá-la. A produção e comercialização é feita sob encomenda. Cada litro de licor custa R$ 25. Em 2017, foram comercializados 700 litros e, este ano, a expectativa é comercializar 1 mil litros.

O agricultor familiar também explicou que existem no mercado 21 variedades de Inhame. Ele cultiva a variedade inhame da costa. Para além da produção de licores, o volume de produção é de mais de 19 toneladas durante o ano. “O segredo da colheita está em retirar o tubérculo no tempo certo, que dura aproximadamente nove meses e fazer um corte que não atinja a raiz”, observou.

Outros sabores

Outro licor exótico, que tem sido destaque no mercado das bebidas juninas, é o licor feito com um fruto da caatinga: o licuri. Produzido no município de Capim Grosso, no centro norte da Bahia, o licor de licuri tem sido apreciado não apenas no São João, mas em todas as épocas do ano.

A representante da Coopes, Josenaide Alves, afirmou que a expectativa é que a comercialização do licor neste São João seja maior do que a do ano passado. “Nossa produção teve um grande aumento. A expectativa de venda para este ano é de 200 garrafas (375 ml), enquanto que ano passado foram comercializadas 80 garrafas de licor”. Em Salvador, o licor da Coopes pode ser encontrado na Rede Moinho, nas lojas Viva o Grão (Vitória) e Grão Vivo (Pituba).

Azedo, mas gostoso

Outras frutas da caatinga que também dão sabor a licores são o umbu e o maracujá do mato. O azedo peculiar aos dois frutos tem sido o diferencial na degustação da bebida produzida pela Cooperativa Agropecuária Familiar de Curaçá, Uauá e Canudos (Coopercuc), do município de Uauá, na região norte do estado.

De acordo com a presidente da Coopercuc, Denise Cardoso, nesse período a produção e vendas aumentam significativamente. “No ano passado, durante o ano, vendemos 4 mil garrafas licores (500 ml). Estamos no início do mês de junho, já vendemos mais de 2 mil garrafas e temos mais encomendas. A expectativa é de dobrar as vendas nesse ano”.

Os licores da Coopercuc podem ser encontrados em Salvador no Mercado do Rio Vermelho, Casa do Bolo e Prosa (Vila Laura), Machado Comércio de Especiarias (Pituba); Tarantino Gourmet (Nazaré); DTF Cereais (Brotas) e Rede Moinho (Corredor da Vitória).

 

Fonte: Jornal da Chapada/Ascom Sesab/Jornal da Chapada/Municipios Baianos

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