12/07/2018

Para socialistas franceses, o fracasso é sempre culpa dos outros

 

Há doze anos, François Hollande, então primeiro secretário do Partido Socialista (PS), tirava lições da saída de Lionel Jospin no primeiro turno da eleição presidencial de 2002. E suplicava a todos os elementos situados à esquerda do PS para “não deixarem a social-democracia sozinha consigo mesma”. Caso contrário, ele temia que os “dois rios” da esquerda, o seu e o mais radical, “não se encontrariam mais, incluindo no momento das confluências eleitorais”. Não estava tão enganado… Durante cinco anos, Hollande, eleito presidente da República em 2012 graças à rejeição suscitada por seu predecessor, Nicolas Sarkozy, governou sozinho e dispôs de todas as suas alavancas políticas. Ao final, ele “decepcionou” tanto que, em abril de 2017, Benoît Hamon, o candidato oficial de seu partido, recebeu apenas – com o apoio dos ecologistas – 6,3% dos votos. A maioria dos eleitores de Hollande em 2012 preferiu Emmanuel Macron ou Jean-Luc Mélenchon. Fazia cinquenta anos que a distância entre os “dois rios” não era tão grande.

Quando alguns dos principais agentes do quinquênio que se passou escreveram para fazer a crônica do período – o ex-primeiro-ministro Bernard Cazeneuve – ou para tirar “as lições” – o antigo presidente Hollande –, poderíamos esperar de suas obras algumas autocríticas profundas. Procuramos em vão. Em suas memórias, Cazeneuve não revela nada de seus “150 dias sob tensão em Matignon”, exceto observações sobre os “resultados espetaculares do regime alimentar” de Martin Schulz, então presidente do Parlamento Europeu, ou o detalhe de suas sensações olfativas quando, em uma floresta, sentiu “os perfumes da terra molhada que são como promessas para os jovens brotos da próxima primavera”. Nenhum rastro em seu testemunho de uma esperança (além da botânica), de uma grande ambição, nem, falando francamente, de um projeto qualquer. Cazeneuve governa, é tudo. Ele preside reuniões, inaugura locais, discursa. E quando nada vai bem, o que foi muitas vezes o caso, ele atribui sua impopularidade à divisão de seus “amigos”, a seus “pequenos ódios macerados”, ao “esquerdismo” dos agitadores do PS.

Na época, os socialistas identificavam seu inimigo em outro lugar, não em suas fileiras. À sua esquerda, para sermos mais precisos. Assim, Cazeneuve nos conta que, onze dias antes do primeiro turno das eleições presidenciais de 2017, “François Hollande se mostrava preocupado com o aumento nas pesquisas de Jean-Luc Mélenchon”. “Não tive nenhuma dificuldade em conceber que era preciso combatê-lo”, opinou então seu primeiro-ministro, o qual poderíamos imaginar que deveria ficar mais feliz com a eliminação da extrema direita. Na dupla executiva, a aversão pelo que chamam de “esquerda radical” foi a tônica dominante. Para o ex-presidente, esta “não forja nenhum sistema alternativo, não tem propostas críveis nem aliados. Ela é o adversário sonhado pelo capitalismo”.

Mas opor-se ao capitalismo tem algum sentido quando se é social-democrata? Ler as obras de Hollande e Cazeneuve – ou a de Pierre Moscovici, que, no quinquênio passado, precedeu Macron no Ministério da Economia – dissipa qualquer dúvida, ao menos sobre esse ponto. Os três autores nunca veem em seu resultado eleitoral – ou social – a sanção de sua adesão ao neoliberalismo. Eles mal concedem ter cometido erros de método, ritmo ou um defeito de “pedagogia”. As objeções de fundo à sua “política da oferta” ou à sua submissão às preferências de Angela Merkel são tratadas com desprezo (“discursos”, “encantamentos”, “injúrias”), em vez de serem discutidas. Moscovici revela até implicitamente o encerramento intelectual – a esclerose? – de seus amigos políticos: “Alguns nos recriminavam, mas nós nem sequer tivemos esse debate [sobre a prioridade concedida à redução dos déficits] e optamos sem discutir pela escolha da Europa”. A situação o constrange, mas não pela razão que poderíamos imaginar: “Ninguém nos dá crédito por isso, e é uma injustiça”. Terrível injustiça com certeza, a de não ser “creditado” por uma escolha estratégica efetuada sem debate. E no sentido contrário dos compromissos eleitorais feitos ao país.

Em seu discurso de Bourget (22 jan. 2012), Hollande anunciou: “No plano europeu, se os franceses me derem mandato, minha primeira viagem será para encontrar a chanceler da Alemanha e dizer a ela que devemos juntos mudar a orientação da Europa para o crescimento e o lançamento de grandes obras”. Balanço: nada. Em livro, seu antigo conselheiro Aquilino Morelle, revela a esse respeito que “desde fevereiro de 2012, logo após seu discurso de Bourget, Hollande enviava, no maior segredo, Emmanuel Macron para Berlim, para encontrar-se com Nikolaus Meyer-Landrut, conselheiro de Merkel para os negócios europeus, e tranquilizar a chanceler sobre a realidade de suas intenções”. Ela nunca teve motivos para se preocupar.

A chantagem de Bernard Arnault

Também sobre esse plano, Hollande não se arrepende de nada: “Até então, refugiávamo-nos atrás da ideia de uma ‘outra Europa’ que satisfaria os critérios do socialismo. Mas como construí-la? […] Minha experiência confirmou esta certeza: não se trata mais de sonhar com uma nova Europa. Trata-se de saber se devemos sair ou ficar. Não há mais meio-termo”. Atual comissário europeu dos negócios econômicos, Moscovici apoia essa teorização da impotência: “Correndo o risco de decepcionar, não quero acalentar a ilusão de ninguém […]. A Europa social – outra serpente marinha – continuará sendo uma bela intenção enquanto não se romper com a regra da unanimidade”. Mas, para isso, seria preciso renegociar os tratados, uma opção que ele decididamente descarta…

E esse não é o único empecilho, ou pretexto, autorizando a não se fazer nada. “A dominação dos mercados com a qual tivemos de conviver”, para retomar os termos do ex-presidente, também encontrou ressonância insistente no coração do aparelho do Estado. A descrição gelada que Moscovici apresenta da administração que ele dirigiu permite compreender isso. Detalhando o poder de Bercy (o Ministério da Economia e das Finanças), seus “160 mil funcionários, mais de cinco vezes mais que os efetivos da Comissão Europeia, ou o equivalente a uma cidade como Nîmes”, o ex-ministro revela logo (em um estilo certamente aperfeiçoável): “Esta administração é a mais convencida de que a França tem mais a ganhar com a integração europeia”.

Tal convicção é acompanhada de algumas outras, ao menos tão problemáticas quanto para um eventual governo realmente de esquerda: “A administração das finanças pode parecer arrogante, dura, rígida, até mesmo hostil aos projetos políticos progressistas. Sua inclinação espontânea a leva mais ao conservadorismo. Dessa mesma forma funcionam as arbitragens orçamentárias, que têm a tendência de visar prioritariamente a todas as políticas públicas de finalidade social, ambiental ou educativa, e muitas das notas do Tesouro, que vão sempre, em nome da exigência das reformas estruturais, no sentido do liberalismo econômico e da desregulamentação”.

Um Estado confiado a tais mãos não é inclinado, podemos conceber, a impor as escolhas do sufrágio universal aos grandes industriais estrangeiros. Inclusive, será que ele teria os meios para isso? O relato no qual Hollande se exonera de não ter mantido sua promessa eleitoral de reabrir as siderúrgicas da Lorena fechadas pela ArcelorMittal permite que se tenham dúvidas: “Acho necessário estabelecer com ele [Lakshmi Mittal, presidente da empresa] uma relação de firmeza. Peço que ele procure um comprador e, em caso de fracasso, dou a entender que o Estado está disposto a nacionalizar as atividades da siderúrgica de Florange, obrigando assim Mittal a se separar dela. Com voz suave, Lakshmi Mittal responde que deveríamos, nesse caso, adquirir também o conjunto de instalações francesas do grupo, nas quais estão empregados cerca de 20 mil trabalhadores. Depois, ele se retiraria do país.” A suavidade ganhou da “firmeza”: Florange não foi nacionalizada.

O episódio da taxa a 75% para os altos salários é ainda mais esclarecedor. No início de 2012, enquanto sua campanha patinava e ele temia ser alcançado por Mélenchon, Hollande decidiu “esquerdificar” sua atitude. Para dar consistência à denúncia de seu “verdadeiro adversário, a finança”, ele ratificou a proposta, feita por um de seus conselheiros, de uma tarifação excepcional dos salários superiores a 1 milhão de euros por ano. Moscovici decifrou a manobra: “François Hollande, um bom estrategista, quis evitar que acontecesse em 2012 o que aconteceu em 2017. Quer dizer, a partida de uma esquerda nacionalista, com tônica populista”.

A eleição foi ganha e ele começou a colocar em ação uma ideia que pressentia que, no entanto, “seria um pouco radioativa”. E dessa vez não foi Mittal, mas Bernard Arnault que se ergueu contra. O homem mais rico da França repreendeu o novo ministro da Economia. “O dono da LVMH”, conta Moscovici, “me disse claramente: ‘Se vocês taxarem em 75% todos os salários de mais de 1 milhão de euros, eu desloco todos os meus executivos. Por que, se eu quero atrair pessoas qualificadas para a França, não posso remunerá-los corretamente com os seus 75%. Todo mundo vai embora. Então é absolutamente necessário que essa medida não seja aplicada’.” Moscovici comenta: “Renunciar a mando de Bernard Arnault? Inimaginável! Foi uma das medidas – havia poucas – de impacto na campanha e sem dúvida necessária para… ganhar a eleição”. Inimaginável? Não completamente, já que o ex-ministro acrescenta logo em seguida: “Tínhamos pressa em enterrar esse vínculo eleitoralista. Basta dizer que não ficamos bravos com o fato de que o Conselho Constitucional o censurou”. A Comissão Europeia, a Alemanha, o Ministério das Finanças, o Conselho Constitucional: os interesses do capital não parecem nunca sofrer com a falta de advogados poderosos, ainda mais convencidos da vitória quando diante deles se encontram socialistas muito suaves…

Dispensados por quem serviram

Hollande intitulou suas memórias As lições do poder. Podemos tirar outras lições além das suas.8 Em sua história, os socialistas raramente acataram tanto as exigências dos industriais e das finanças do que no quinquênio passado. Eles acumularam ruinosos abatimentos fiscais em proveito dos empresários (“pacto de responsabilidade”), com uma reforma trabalhista que acabaria com os direitos dos assalariados. Nenhuma dessas duas medidas essenciais figurava no programa do candidato eleito. Apesar desses ajoelhamentos, as classes superiores, que o PS esperava seduzir dessa maneira, o deixaram de lado e se alinharam com Macron, que por sua vez não dissimula seu jogo nem a clientela a que serve. Sentimos que, em algumas circunstâncias, tal ingratidão esmaga os dirigentes socialistas. “Não me lembro, depois das decisões que, no entanto, foram excepcionalmente favoráveis, de um único comunicado, uma única expressão positiva, sem reservas, por parte do Medef ou da CGPME.” lamenta Moscovici. “Essa hostilidade dos meios econômicos continuará constante e sem reserva durante todo o quinquênio. Esses meios nunca deram sequer uma chance para o novo governo!”

Ainda que certamente não seja essa a intenção dos autores das obras, eles confirmarão aos olhos de diversos leitores a necessidade de identificar os verdadeiros adversários de uma política de esquerda. Não para convencê-los, mas para vencê-los.

Capachos europeus

As súplicas e as manifestações de afeto de três dirigentes europeus – Emmanuel Macron, Angela Merkel e Boris Johnson – que foram adular Donald Trump não serviram para nada: o presidente dos Estados Unidos respondeu humilhando-os. Ele os ameaça com represálias comerciais e financeiras se não violarem o acordo que eles mesmos fecharam há três anos com o Irã. Como os Estados Unidos mudaram radicalmente de posição sobre o assunto, seus aliados são obrigados a se alinhar. Aos seus olhos, Paris, Londres e Berlim são coisa pequena, muito menor, em todo caso, que Riad ou TelAviv. “Sempre temos vontade de bater em um homem que condena a si mesmo para quebrar em mil pedaços o pouco de dignidade que lhe resta”, escreveu Jean-Paul Sartre em Les Chemins de la liberté [“Os caminhos da liberdade”]. Sua observação também vale para os Estados – os da União Europeia, por exemplo. Macron proclama sua recusa em falar “com uma arma apontada para a cabeça” e Merkel lamenta que Washington torne as coisas “ainda mais difíceis” no Oriente Médio. Mas nem um nem outro parecem dispostos a responder de outra maneira a não ser com lamentos. E as grandes empresas europeias entenderam a quem deveriam obedecer, a partir do momento em que até mesmo o envio de um e-mail transitando por um provedor norte-americano ou o recurso ao dólar em uma transação com o Irã as expõem a multas extravagantes (ler artigo na p. 30).

Assim que foi anunciada a exigência de Trump, a Total – ex-Companhia Francesa de Petróleo – anulou seus projetos de investimento na República Islâmica do Irã. O presidente Macron tentava no mesmo momento preservar o acordo com Teerã, mas deixava claro: “Digo com todas as letras: não vamos sancionar ou contrassancionar as empresas americanas. […] E não vamos obrigar as empresas [francesas] a ficar [no Irã]; isso é a realidade da vida no mundo dos negócios. O presidente da República francesa não é o CEO da Total”. Que obedece, por consequência, às ordens da Casa Branca.

Nossos infindáveis moinhos de orações concluíram desse episódio que seria preciso haver mais da Europa.2 Mas, quanto mais esta se expande e se institucionaliza, menos resiste às ordens norte-americanas. Em 1980, os nove membros da Comunidade Econômica Europeia tomavam posição a respeito do Oriente Médio em acordo com as aspirações nacionais do povo palestino; em 14 de maio passado, por outro lado, quatro Estados da União (Áustria, Hungria, República Tcheca e Romênia) estavam representados na inauguração da Embaixada dos Estados Unidos em Jerusalém, no momento em que as Forças Armadas israelenses executavam dezenas de civis em Gaza. Mais – se podemos dizer: dos 28 membros atuais da União Europeia, onze invadiram o Iraque ao lado das tropas norte-americanas.

A União Europeia não para de dificultar seus critérios de convergência. Ela se esquece sempre de um, que Trump acaba de lembrar: a necessidade, para seus aderentes, de serem independentes e soberanos.

Otan evita repetição do fiasco da cúpula do G7

O clima em Bruxelas pode não ter sido necessariamente cordial, com Donald Trump novamente disparando acusações contra os aliados europeus. Mas os países-membros da Otan conseguiram nesta quarta-feira (11/07) ao menos assinar uma declaração conjunta, o que evitou uma repetição do fracasso da última reunião do G7. Horas antes do início do evento, já em Bruxelas, Trump chegou a chamar seus aliados de delinquentes, por não darem mais dinheiro à Aliança Atlântica, e dizer que a Alemanha é refém da Rússia na questão energética. A cúpula em Bruxelas, que vai até quinta, acontece num contexto de atritos entre Estados Unidos e Europa, em âmbitos como o comércio, acordo nuclear iraniano e mudança climática, após as medidas unilaterais adotadas por Washington, e de tensão pela pressão que Trump impõe a seus aliados europeus para que gastem mais com defesa. "Nós deveríamos estar nos protegendo contra a Rússia, e a Alemanha vai e paga bilhões e bilhões de dólares por ano à Rússia", disse Trump antes da cúpula, sobre o apoio alemão a um novo gasoduto de 11 bilhões de dólares no Mar Báltico. "Se você prestar atenção, a Alemanha é uma refém da Rússia. Eles se livraram de suas usinas de carvão, se livraram de seu programa nuclear, e estão recebendo boa parte do seu petróleo e gás da Rússia."

A chanceler federal alemã, Angela Merkel, não demorou a rebater: de forma elegante, ela disse que, por ter crescido na Alemanha Oriental, sabe muito bem o que significa "uma nação refém". E a Alemanha moderna, afirmou, definitivamente não é uma. "Hoje estamos unidos na liberdade, como República Federal da Alemanha", afirmou Merkel. "E por isso podemos dizer que fazemos política independente e tomamos decisões de forma independente."

Se a troca de acusações continuou, o "sucesso" agora em Bruxelas significou apenas a ausência de desastres diplomáticos como o ocorrido com o G7, no começo de junho, quando Trump se recusou a assinar o comunicado final, chamou o primeiro-ministro do Canadá, Justin Trudeau, de "desonesto", e foi flagrado encarando através da mesa uma chefe de governo alemã igualmente austera, numa foto que se espalhou pela internet. "Nós tivemos discussões, desentendimentos, mas, o mais importante, tomamos decisões que vão impulsionar essa aliança para frente e nos tornar mais fortes", afirmou o secretário-geral da Otan, Jens Stoltenberg, após a primeira sessão da cúpula.

Gastos com defesa

Na declaração conjunta, os países-membros da Otan se comprometeram, entre outros pontos, a aumentar as contribuições financeiras, uma das exigências de Trump. "Comprometemo-nos a melhorar o equilíbrio na divisão de custos e responsabilidades na aliança", diz o texto. A questão dos gastos com defesa, porém, continua um ponto de atrito entre EUA e seus aliados. Na reunião, Trump pressionou os europeus a elevarem seus gastos para 4% do PIB nacional, o dobro do que os países prometeram atingir até 2024, de 2%. Segundo fontes da Casa Branca, não foi um pedido formal, mas um apelo feito pelo presidente americano aos parceiros. "O presidente Trump quer ver nossos aliados compartilharem mais o fardo e, no mínimo, cumprirem com suas obrigações já estabelecidas", afirmou a porta-voz da Casa Branca, Sarah Sanders, após a reunião a portas fechadas entre os líderes da Otan. Em coletiva de imprensa, Stoltenberg afirmou: "Acho que deveríamos primeiro chegar aos 2%, focar nisso agora. O bom é que já estamos chegando lá". Segundo ele, após o fim da Guerra Fria, os países foram reduzindo seus gastos com defesa à medida que as tensões se aliviavam – agora, é necessário aumentá-los, já que as tensões voltaram a crescer, defendeu. Os gastos dos Estados Unidos com defesa foram de 3,6% do PIB nacional em 2017. A Alemanha, por outro lado, gastou apenas 1,24% e, para 2024, promete não mais que 1,5% – mas considera que assim já está se aproximando do objetivo de 2% acordado pelos aliados. Segundo a Otan, apenas oito países devem cumprir a meta dos 2% neste ano: além dos Estados Unidos, Grécia, Reino Unido, Polônia, Romênia, Lituânia, Letônia e Estônia.

Na declaração, além de reiterar o acordo sobre a porcentagem com os gastos com defesa, os países também se comprometeram a "apresentar planos nacionais credíveis sobre sua implementação, incluindo diretrizes de gastos para 2024, as capacidades planejadas e as contribuições".

Fonte: Por Serge Halimi, no Le Monde Diplomatique/Deutsche Welle/Municipios Baianos

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